DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  fadinha em Qua 23 Nov 2011 - 22:38

Olá, Luiz.

Muito dificilmente eu poderia retomar as pessoas que tem contato extraterrestre para dar seu testemunho mesmo porque foi dado de forma particular a não ser no caso do Polo Noel Atan, da Ordem do 49 que afirmou, respondendo a uma pergunta minha sobre o assunto em uma palestra com auditório lotado.
Porém vou colocar um texto excelente escrito por um italiano a respeito da morte cerebral, algo que regula a doação dos órgãos uma vez que a pessoa ao doar os órgãos tem que estar com a circulação do sangue em ordem, isto é, coração batendo. Então, o transplante, ou melhor, a retirada dos órgãos é feita com o corpo da pessoa respondendo a estímulos (do tipo pressão arterial, por exemplo) vivo, talvez sem possibilidades de sobreviver a não ser ligada a um aparelho, mas tem que estar respirando.
O texto é interessantíssimo e vou dar a fonte, de onde tirei, mesmo porque não estou postando completo.
Nele o autor fala sobre um caso em que iam retirar os órgãos da pessoa quando perceberam que estava grávida e quizeram dar uma chance para o bebê sendo gerado na barriga da mãe.
Vou indicar outros sites sobre outros aspectos do assunto.
Aqui trata-se de uma discussão científica.
Não vou nem aventar a hipótese que alguns levantam sobre certos interesses...

fadinha

(...................)

É possível que um ente em fase embrionária inicial tenha todos os direitos que se lhe reconhecem (sacrossantos a meu ver), enquanto um “morto cerebral” não tenha nenhum, até o ponto de que nos julguemos autorizados a extirpar-lhe os órgãos em tal condição? Dir-se-á que nada têm que ver um com o outro, pois este está morto, enquanto que o embrião goza de alguma potencialidade de vida.

O fato é o seguinte, porém: consideramos obrigatório proteger um ente que se acha encerrado em uma proveta e cujas dimensões não excedem às de uma ponta de alfinete, mas pensamos igualmente que não devemos conferir direito algum a um ser humano de carne e osso que apresenta uma temperatura em torno dos 37º, tez rosada, ritmo cardíaco e ato respiratório, ainda que este não seja espontâneo, mas mantido pela reanimação. No fundo, foram os avanços técnicos o que nos pôs diante de um novo problema, como no caso da fecundação assistida: “Que fazer com indivíduos que, submetidos a reanimação, já não são capazes de retornar à vida consciente?”; mas pretendemos resolvê-lo muito facilmente, definindo que estejam mortos pacientes cujo cérebro deixou de funcionar definitivamente, ainda que seu organismo siga funcionando muito bem, talvez até melhor que essas poucas células embrionárias na proveta, as quais, como quer que seja, ainda não têm cérebro. Com efeito, uma precisa lei do Estado redefiniu a morte nos seguintes termos: esta se identifica com a cessação irreversível de todas as funções do cérebro, razão por que tais indivíduos se acham legalmente mortos, enquanto se reconhece que os embriões estão vivos desde o primeiro momento, e que, se ainda carecem de cérebro, logo os terão formado.

É uma pena, porém, que tal lei relativa à morte se baseie em um pressuposto que a literatura médico-científica considera hoje carente de qualquer fundamento.

Investigações documentadas realizadas por médicos americanos [cf. bibliografia em notas posteriores; N. do E.] demonstraram que os pacientes que satisfazem os atuais critérios clínicos e testes neurológicos previstos para comprovar a morte cerebral não apresentam necessariamente perda irreversível de todas as funções cerebrais.

Tais investigações não só não foram desmentidas, mas encontram cada vez mais consenso no âmbito científico, tanto, que há hoje quem sustente que a “morte cerebral” é uma ficção, um expediente hábil para definir como mortos seres humanos que na verdade não o estão, ou melhor, que nas condições em que se encontram se acham muito mais vivos, por assim dizer, que esses embriões que o parlamento italiano decidiu que devia tutelar com grande rigor, vedando, entre outras coisas, a superprodução deles, o congelamento etc. Com os mortos cerebrais, sem contrapartida, podemos seguir fazendo de tudo: graças a um consenso mais ou menos manipulado, podemos utilizá-los sobretudo como peças de reposição para organismos “defeituosos”, extraindo-lhes os órgãos com o coração ainda batendo.

Pergunto-me o seguinte: se já um grumo de células humanas embrionárias é intocável, não deveria sê-lo, com maior razão, o corpo de um ser humano cujo destino está selado, certamente, mas que, como quer que seja, permanece vivo?

1. Premissa

O debate relativo ao tempo em que começa a vida se acirrou subitamente na Itália por ocasião da discutida aprovação da lei sobre a reprodução assistida (a de nº 40, de 2004); em contrapartida, o referente ao tempo em que acaba a existência (concretamente, em relação ao transplante de órgãos tomados de “cadáveres”) pareceu esgotar-se no período imediatamente posterior à aprovação, por ampla maioria desta vez, da nova lei sobre os transplantes (a de nº 91, de 1999). Como quer que seja, o debate em torno desta última lei se concentrou preferentemente em um problema, ademais, de não pouca importância: o do critério introduzido (no art. 4) para a declaração da vontade, conhecido como silêncio-consentimento informado. Um critério um tanto discutível, a meu ver, embora ainda mais discutível tenha sido o modo como o então Ministro da Saúde, Rosy Bindi, burlou a lei enviando aos cidadãos um cartãozinho (donor card) que não só não entrava nas previsões da lei, mas que de fato impediu a aplicação do ponto mais importante desta. Tanto é assim, que hoje, cinco anos depois da promulgação da lei, continuamos na fase “transitória” (regulada pelo art. 23), à que só por eufemismo podemos continuar chamando assim. Mas não é este o ponto que quero estudar1.

Aqui gostaria de lançar outra dúvida, relativa não tanto à lei em si sobre os transplantes, quanto ao pressuposto em que se apóia, a saber, que o doador é efetivamente um “cadáver” no momento em que se efetua a extração dos órgãos. Mas estamos realmente seguros disso? 2

Valer-me-ei de uma constatação banal, que evidencia imediatamente o contraste que há entre as duas leis a que me referi há pouco.

A redefinição da morte

Consideramos obrigatório proteger com uma série de proibições um ente posto em uma proveta e tão grande como uma ponta de alfinete (p. ex., vedando que a congelem ou suprimam, ou até proibindo que se lhe faça um diagnóstico pré-natal pré-implante), enquanto podemos fazer tudo o que é lícito fazer com um cadáver em um ser humano de carne e osso, que ademais apresenta toda uma série de sinais vitais (temperatura, ritmo cardíaco etc.) auxiliado por aparelhos de reanimação.

Objetar-se-á o seguinte a esse respeito: o assunto é desconcertante tão-só em aparência, pois, como quer que seja, os embriões estão vivos desde o primeiríssimo instante de seu desenvolvimento (isto explica a grande atenção que se lhes dá), mas, se se diagnosticou a morte cerebral a um paciente, é porque este já não está vivo, mas morto: trata-se de um cadáver que parece continuar vivo, mas que em verdade não o está. E esta conclusão é apresentada como um dado científico alcançado de uma vez por todas no final da década de 1960, quando um comitê, instituído na Faculdade de Medicina de Harvard para resolver o problema, chegou, em resumo, a equiparar a morte de fato à morte cerebral, e esta ao diagnóstico de coma irreversível efetuado graças a rigorosos critérios clínicos, que deviam verificar a perda permanente das funções cerebrais3.

Os motivos de seu sucesso

Nascia assim a nova definição de morte, que fez muito sucesso nos dois anos seguintes, e isso por vários motivos: antes de tudo, porque fazia eco aos conhecimentos científicos de então, que pareciam confirmar a opinião segundo a qual os pacientes em coma irreversível logo teriam a cessação da sua atividade cardíaca; em segundo lugar, tal definição oferecia o melhor apoio possível ao desenvolvimento das técnicas transplantológicas, que se achavam em seus inícios precisamente naquele período (não esqueçamos que o primeiro transplante de coração foi feito por Barnard em dezembro de 1967); por fim, permitia esquivar o obstáculo da eutanásia: se estava morto o paciente cujo cérebro havia deixado irreversivelmente de funcionar, então arrancar-lhe o coração ou interromper-lhe a respiração artificial não equivalia a matá-lo. Como quer que seja, pode-se ver que, desde o princípio, não foram só razões terapêuticas o que induziu a uma redefinição da morte.

Ainda que com respeito somente à legislação, é bastante visível o nexo que vincula os transplantes à nova definição de morte. Aqui nos limitamos a nosso país [Itália], mas o que dizemos poderia generalizar-se a outras experiências jurídicas, até certo ponto ao menos. Já em 1969 se introduzia o critério da morte cerebral graças a um decreto do ministro da Saúde datado de 11 de agosto, ao qual se seguiu outro, de 9 de janeiro de 1970. Usavam os parâmetros de Harvard, afinal de contas, e faziam referência explícita precisamente ao problema da extração dos órgãos com a finalidade de transplantá-los. É significativo que muito pouco depois, em 5 de fevereiro de 1970, um decreto do presidente da República (o de nº 78) autorizasse também, pela primeira vez na Itália e por proposta do Ministro da Saúde, a extração do coração e suas partes4. Desde então e até a promulgação, inclusive, da primeira lei orgânica em matéria de transplantes (a de nº 644, de 1975), o legislador se limitou a declarar os distintos critérios que haviam de usar-se para comprovar a morte, sem aspirar a defini-la. Tal definição se deu tão-só em 1993, com a lei nº 578 (e com um decreto ministerial que a desenvolvia, o qual foi promulgado no ano seguinte) 5, pois, segundo ela, a morte «se identifica com a cessação irreversível de todas as funções do encéfalo» (art. 1).

A lei não só introduzia a definição de morte cerebral total, mas também, mudando de rumo com relação à de 1975, generalizava o uso dos critérios empregados para verificá-la a todos os indivíduos que padecessem lesões encefálicas e estivessem submetidos a medidas de reanimação, independentemente do fato de que fossem doadores de órgãos ou não. Ainda que estivesse separada formalmente do problema dos transplantes, esta lei modificou de maneira permanente as condições para a extração de órgãos a partir do momento mesmo em que entrou em vigor. Com efeito, a mais recente lei sobre transplantes, a que está em vigor desde 1999, não faz mais que assumi-la por inteiro a este respeito, pois, conquanto mude as modalidades de obtenção do consentimento para a doação de órgãos, facilitando-a (e isto vale já, em parte, na fase “transitória” atual), mantém sem alteração alguma a definição de morte e as modalidades previstas para sua comprovação tal como tinham sido estabelecidas nos anos 1993-1994, donde estas constituírem o pressuposto obrigatório da legalidade da extração de órgãos.

2. O debate ético-filosófico sobre a morte cerebral

Pois bem, precisamente durante a década de 1990, enquanto em nosso país, como em muitos outros, não só se aceitava a “morte cerebral”, mas, ademais, se chegava até a defini-la em uma lei, em contrapartida, no país em que a haviam definido pela vez primeira, os Estados Unidos da América, começava-se a mudar muito de parecer com respeito a ela.

Oposições

Na verdade, a nova definição de morte suscitou de imediato grande perplexidade no campo filosófico. Como se sabe, Hans Jonas, grande filósofo do século passado além de protagonista do debate bioético contemporâneo, opôs-se firmemente a ela apenas um mês depois da publicação do informe de Harvard, em uma convenção consagrada ao tema das experiências com seres humanos. O núcleo de sua argumentação era o seguinte: não conhecemos com segurança a linha divisória entre a vida e a morte, e tamanha carência não pode suprir-se com uma definição, certamente (e menos ainda se ela é introduzida, como se pode ver, com a idéia de favorecer a extração de órgãos). Quando o cérebro deixa irreversivelmente de funcionar, podemos suspender a sustentação artificial da vida (ou melhor, devemos fazê-lo, como Jonas precisou em seguida, porque seria contrário à dignidade humana manter uma pessoa em tal estado), já não porque o paciente tenha morrido, mas porque carece de qualquer sentido prolongar-lhe a vida em tais condições.

Encontramos já em Jonas o dilema — bem assinalado por Jonsem6 — que subjaz na discussão relativa à morte cerebral: que acontece quando desligamos os aparelhos de reanimação: tiramos o suporte vital de um paciente para permitir-lhe morrer, ou tiramos o respirador de um corpo já morto? Sabe-se que foi o segundo caminho o que se tomou, e, uma vez que se considerava que se tirava o respirador de um morto, por que não mantê-lo ligado um pouco mais para favorecer os transplantes?

Para Jonas, em contrapartida, era preciso tomar o primeiro caminho, razão por que transformou em seu cavalo de batalha a crítica à nova definição de morte. É já um clássico o escrito mais conhecido deste autor, publicado em 1974 com o significativo título de Against the Stream (“Contra a corrente”) 7, embora haja um fato menos conhecido — e eis outra razão por que eu gostaria de chamar a atenção para ele —, a saber, Jonas, pouco antes de morrer, abordou de novo o problema na correspondência que manteve com um médico alemão amigo seu. O caso merece ser lembrado, ainda que só de passagem.

Uma jovem havia entrado em outubro de 1992, em conseqüência de um acidente de estrada, em um coma de que não sairia jamais; declararam-na em estado de morte cerebral depois das comprovações previstas. Ia-se proceder à extração dos órgãos, com o prévio consentimento de seus pais, quando os médicos se deram conta de que a mulher estava grávida. Obviamente, suspenderam-se os preparativos para a extração dos órgãos, e os médicos decidiram que a gravidez prosseguisse. Suscitou-se então um debate na Alemanha sobre a morte cerebral, e foram muitos os que se perguntaram na época como era possível que a gestação prosseguisse em um “cadáver”, e como podia este realmente “decidir” interrompê-la com um aborto espontâneo, como ocorreu de fato quando o feto já não estava vivo. Eu gostaria de citar a este respeito uma passagem da atuação de Jonas, tomada da correspondência que trocou com um dos médicos envolvidos na questão:

«Volens nolens8, você, caro amigo, ou melhor, vocês contradisseram com a sua ponderada atuação a declaração de morte de que havia sido objeto a mulher acidentada, pois vocês disseram que o que queriam com a respiração assistida (e com os demais cuidados) era impedir que o corpo de Marion se tornasse cadáver, para que assim pudesse continuar com a gravidez. Ao julgarem-no capaz disso, ou ao quererem dar-lhe pelo menos a possibilidade disso, vocês apostaram no resíduo de vida que havia nele, isto é, da vida de Marion! Com efeito, o corpo não era senão o de Marion, tanto quanto seu cérebro. Que a experiência tenha falhado desta vez (parece que ela foi bem sucedida em casos precedentes, menos extremos) não pode ser tomado como atestação de que o fato era inadmissível, assim como tampouco um aborto espontâneo pode ser alegado como prova de que a gravidez em geral é inviável. Vocês acreditavam sinceramente na possibilidade de seu sucesso, isto é, na capacidade funcional do corpo cerebralmente morto necessária para consegui-lo, uma capacidade mantida por sua habilidade; em outras palavras, criam em sua VIDA, prolongada temporariamente em benefício da criança. Não é lícito negar esta crença em outros casos de coma e com outros fins em mente!» 9

Objetar-se-á que, por mais interessante que seja tudo isso, a única coisa que demonstra é a grande coerência do autor. Isso é verdade, sem dúvida, com respeito à trajetória intelectual de Jonas, mas a sua velha posição se tornara atual e começara a deixar de estar isolada, ou pelo menos passara a estar muitíssimo menos isolada do que sucedia no princípio. A este respeito, são dignos de nota, além dos de Jonas, os escritos de Josef Seifert10 e, mais recentemente, os de Robert Spaemann11: dois autores, ambos de inspiração católica, que estão em sintonia intelectual com Jonas ao menos em certos pontos. Todos eles compartilham a idéia segundo a qual, se não se sabe com certeza se uma pessoa está morta, ou se é impossível prová-lo com certeza, se deveria tratá-la como se continuasse viva.

Reflexões

Não obstante, há um aspecto mais surpreendente ainda, razão por que quero deter-me nele: até num horizonte de pensamento que é absolutamente oposto àquele a que acabo de referir-me, admite-se abertamente que a “morte cerebral” não foi mais que um «expediente ousado» de que se lançou mão para declarar mortos seres humanos que não o estavam.

Esta é a conclusão à que chega hoje um filósofo bastante conhecido também em nosso país por suas posições despudoradamente utilitaristas: Peter Singer. Também neste caso vale a pena reconstituir brevemente o caminho que percorreu12. No início da década de 1990, convidaram Singer, professor em Melbourne na época, a que fizesse parte, num importante hospital da cidade, de um comitê que devia ocupar-se de algumas questões éticas ligadas ao problema do consenso, entre as quais se achavam também as relacionadas com a anencefalia. Os recém-nascidos com esta grave má-formação não são capazes de tornar-se plenamente conscientes, uma vez que carecem da parte “superior” do cérebro (ou seja, dos hemisférios cerebrais, incluído o córtex cerebral), bem como da caixa craniana, destinada a contê-lo, enquanto a parte “inferior”, formada pelo tronco encefálico, se acha amiúde intacta, ainda que pouco desenvolvida às vezes; assim, pois, o anencéfalo é capaz de respirar espontaneamente, já que tal atividade depende do tronco, mas está destinado a um desenlace fatal: em geral, estas crianças sobrevivem por um período, que varia de alguns dias a poucas semanas, antes de sofrer uma parada cardiorrespiratória13.

Singer, que, em resumo, vinha sustentando havia anos a “morte cerebral total”, achava-se agora diante do seguinte problema: por que não passar desta concepção de morte à concepção de morte “cortical”, para poder declarar mortos também os anencéfalos? Alguns membros do comitê queriam tomar esse caminho, mas Singer, deixando-os a todos um tanto perturbados, não os seguiu. Os motivos de sua discordância ele os explicou em um livro seu, Rethinkinq Life and Death, publicado em 1994 e traduzido também pouco depois entre nós. Ao menos um parágrafo deste livro merece que o citemos inteiro:

«As deliberações do comitê de que eu fazia parte me induziram a refletir mais intensamente sobre a morte cerebral. A comissão de Harvard sobre a morte cerebral havia tido de enfrentar dois graves problemas. Muitos pacientes em condições absolutamente desesperadas viviam só graças aos respiradores, e ninguém ousava desligar as máquinas que os mantinham vivos. Alguns órgãos que teriam podido ser usados para salvar vidas humanas se haviam tornado inutilizáveis enquanto, para extirpá-los, se esperava que se detivesse a circulação do sangue nos doadores potenciais. A comissão julgara resolver ambos os problemas adotando o ousado expediente de classificar como mortos todos os indivíduos cujo cérebro tivesse deixado de ter alguma atividade constatável. Tal redefinição da morte tinha conseqüências tão claramente desejáveis, que encontrou pouquíssimas oposições e foi aceita quase em todos os lados. Não obstante, achava-se viciada desde o princípio. A prática de resolver problemas recorrendo a redefinições rara vez funciona, e este caso não era uma exceção à regra.»14

Seria desnecessário dizer que a conclusão que infere Singer da crise da “morte cerebral” é, obviamente, muitíssimo diferente da dos filósofos citados linhas acima. Para estes, se os “mortos cerebrais” continuam vivos no momento da extração dos órgãos, isso significa que precisamente com ela lhes tiramos a vida, o que não devemos fazer: para Singer, em contrapartida, tal coisa é lícita, porque para ele a vida não é um valor sagrado nem inviolável. Também neste caso (como em outros) existe uma “terceira via”, a mais difícil, como sempre, e que é a que procurei traçar em outra oportunidade15; mas aqui me interessa sublinhar outro aspecto, isto é, que, a despeito das divergentes inferências éticas, todos os autores citados partem de uma mesma crítica à noção de morte cerebral.

Seria interessante saber o que levou Singer a coincidir, neste último ponto, com autores como Jonas, Seifert e Spaemann, que estão a anos luz dele e cuja existência, ademais, ele até parece ignorar. Podemos ter uma resposta indireta lendo sua última contribuição ao assunto, Morte cerebral e ética da sacralidade da vida, onde o autor revela suas fontes16. Trata-se de fontes científicas de valor notável, que contribuem, junto com outras, para delinear a crise em que se debate, não só do ponto de vista filosófico, mas também do ponto de vista médico-científico, a nova concepção de morte, fundada em critérios exclusivamente neurológicos.

3. O debate médico-científico sobre a morte cerebral

Ainda que eu careça de competência específica no âmbito da medicina, permitam-me, a respeito desta última questão, sublinhar ao menos dois aspectos cruciais17. O primeiro concerne à possibilidade de verificar ou não a morte cerebral com base nos critérios e testes adotados atualmente; o segundo concerne à tese segundo a qual a morte cerebral é, de algum modo, um indício de que se aproxima a morte do organismo inteiro.

A morte cerebral não é aceitável

O primeiro aspecto foi analisado detalhadamente por dois médicos norte-americanos, Robert Truog e James Fackler, em um ensaio publicado em 1992, e que se intitulava significativamente Rethinking Brain Death (“Repensando a morte cerebral”) 18. Segundo estes autores, investigações científicas documentadas demonstram que os pacientes que correspondem aos critérios clínicos e testes neurológicos atuais da morte cerebral não apresentam necessariamente perda irreversível de todas as funções cerebrais, o que denota, segundo parece, que a cessação completa de tais funções não pode ser diagnosticada com base nos testes standard adotados.

Os médicos aduzem quatro argumentos em favor de sua tese, os quais podem resumir-se assim: em primeiro lugar, a função endócrino-hipotalâmica não desaparece em muitos pacientes que são considerados em estado de “morte cerebral” segundo os testes em vigor, ou seja, em alguns casos de pacientes declarados cerebralmente mortos persiste a atividade hormonal da glândula pituitária e do centro nervoso que a controla (o hipotálamo), e, por conseguinte, permanece neles a regulação da atividade hormonal; em segundo lugar, em muitos pacientes que se acham em tal estado é possível registrar, mediante um encefalograma, uma débil atividade elétrica localizada em algumas zonas do córtex cerebral e condenada a findar-se depois de 24-48 horas; em terceiro lugar, alguns pacientes seguem reagindo, contra todo e qualquer prognóstico, aos estímulos externos, como o prova, por exemplo, a incrementação da freqüência cardíaca e da pressão sanguínea por causa da incisão cirúrgica prévia à extração dos órgãos (estas constatações dizem respeito a casos de pacientes declarados cerebralmente mortos com base nos critérios britânicos, de tipo meramente clínico e relativos ao estado do tronco encefálico); em quarto lugar, conservam-se os reflexos espinhais em muitos pacientes considerados cerebralmente mortos, reflexos cuja constatação se levava em conta na época em que se formulou a noção de morte cerebral e nos anos imediatamente posteriores (com toda a razão, a meu ver, uma vez que a medula espinhal e o tronco encefálico se acham unidos um ao outro, razão por que não se pode sempre excluir com segurança uma implicação do tronco cerebral inferior na atividade da medula espinhal).

Os dois autores chegaram à conclusão, com base em uma análise atenta destes quatro elementos, de que os meios clínicos atuais não podem verificar a cessação de todas as funções, mas só de algumas, razão por que, de fato, diagnosticam quando muito a morte cortical.

A morte cerebral não é um indicador de que se aproxima a morte do organismo inteiro

O segundo aspecto foi levado em consideração especialmente por Alam Shewmon, um renomado neurologista norte-americano que, entre outras coisas, modificou suas convicções ao longo de sua carreira, passando de apoiador convicto da morte cerebral a um de seus mais implacáveis críticos.

Como no caso dos autores precedentes, também aqui o ponto de partida é uma constatação empírica: organismos declarados em estado de morte cerebral sobrevivem muito mais de quanto se podia imaginar, o que supõe que o cérebro, contra o que se acreditava, não é tão essencial, apesar de tudo, para o funcionamento integrado do organismo. Contrariamente à teoria predominante nos ambientes médicos, segundo a qual o encéfalo é o órgão responsável pela integração das diversas partes do corpo, e constitui, enquanto tal, seu “sistema crítico”, Shewmon dá sua tese: o “sistema crítico” do corpo não pode localizar-se em determinado órgão, ainda que seja um órgão tão importante como o cérebro. Segundo o neurologista, sua hipótese permite uma explicação da sobrevivência prolongada de indivíduos a quem se havia diagnosticado morte cerebral (em um caso recorde, sobrevivência de até mais de 14 anos). Tais indivíduos, pacientes pediátricos em grande parte, mantêm intactas algumas funções que se consideravam de incumbência do cérebro, como a regulação da temperatura corporal, a homeostasia dos fluidos, a reação às infecções, o crescimento do corpo, que são sinal da permanência de algum nível de atividade integradora.

Shewmon conclui daí que é completamente errôneo considerar a morte do cérebro como um indicador de que se aproxima a morte de todo o organismo. Impugna-se assim radicalmente um dos pilares que sustentam a morte cerebral, a saber, a idéia de que o cérebro é o “integrador cerebral do corpo”. A morte do cérebro não provoca a desintegração do corpo; tal desintegração é antes conseqüência de danos que dizem respeito a vários sistemas de órgãos e a ter-se alcançado um nível crítico, o “ponto de não-retorno”, que determina o início do processo de morte e torna ineficaz qualquer intervenção médica destinada a conjurar o exitus.

Assim, pois, segundo Shewmon, não se deveria diagnosticar a condição de morte cerebral no procedimento de comprovação do falecimento, mas hão de levar-se em conta vários parâmetros, como os relativos à atividade respiratória, circulatória e neurológica19; só quando estivesse claro que se havia alcançado e ultrapassado o ponto de não-retorno, é que se deveria desconectar do paciente os aparelhos de ventilação assistida, e, só depois de vinte minutos de espera, tempo que Shewmon julga necessário para estarmos seguros da impossibilidade de uma retomada espontânea das funções vitais do indivíduo, é que se poderia proceder à declaração de morte.

Uma grave interrogação

Assim, pois, Shewmon chega à mesma conclusão que Jonas, se bem que por outro caminho. A grave interrogação que se coloca aqui é se, respeitados tais critérios, se poderiam continuar realizando transplantes com sucesso. Certamente, as condições já não serão ótimas, e as vantagens serão seguramente mais limitadas; mas aqui o problema que temos de colocar-nos é que, se os órgãos provêm de doadores que se acham em uma zona confinante entre a vida e a morte — como o admitem igualmente os estudos médicos mais recentes — então é precisamente a extração dos órgãos o que tira definitivamente a vida dos pacientes.

As legislações que aceitaram a morte cerebral fundamentam-se no pressuposto de que a morte do paciente já ocorreu quando se dá a extração dos órgãos, mas, ainda que esse pressuposto já fosse discutível desde o princípio do ângulo da análise filosófica, agora acaba por revelar-se infundado até do ângulo da ciência. Se o pressuposto legal para a extração dos órgãos é que ela se efetue em indivíduos em que se verificou a perda irreversível de todas as funções do encéfalo inteiro, então é preciso admitir que muitas extrações se praticam hoje violando abertamente a lei, razão por que, em lugar de continuar agindo com uma ficção, melhor seria discutir abertamente se é aceitável ou não arrancar os órgãos de uma pessoa que se encontra em uma condição de que já não pode recuperar-se, mas que não equivale ainda à morte20.

Em conclusão, são os avanços tecnológicos aplicados à medicina o que nos põe diante de novas e difíceis interrogações éticas no caso dos transplantes de órgãos, bem como no da fecundação assistida. Assim como a possibilidade técnica do transplante de órgãos nos induziu a usar alguns pacientes, cujo destino estava selado de qualquer modo, como material de reposição para outros seres humanos, assim também a possibilidade técnica da fecundação in vitro nos induz hoje, ao que parece, a utilizar —destruindo-os — embriões denominados supernumerários para curar algumas doenças (ainda que aqui o legislador italiano tenha nadado contra a corrente). No caso em pauta, o problema era: “Que fazer com pacientes que, embora submetidos à reanimação, jamais poderão recuperar-se porque seu cérebro deixou de funcionar irreversivelmente?” No fundo, pretendeu-se resolvê-lo de maneira simplista, quer dizer, considerando-os mortos, ainda que seu organismo possa continuar funcionando bem com a ajuda de um respirador: talvez melhor ainda que essas poucas células embrionárias postas em uma proveta, as quais, como quer que seja, ainda não têm cérebro.

(Jornal "Sim Sim Não Não", no. 138)

1.Já o fiz em muitas outras ocasiões, mas limito-me a indicar aqui: P. Becchi e P. Donadoni, Informazioni e consenso all’espianto di organi da cadaveri, em Politica del diritto, XXXII, nº 2, 2001, pp. 257-287; P. Becchi, Tra(i)pianti. Spunti crítici intorno alla legge in materia di donaziones deglo organi e alla sua applicazione, em Ragion pratica, 18, 2002, pp. 275-288, e P. Becchi, Information und Emwilligung zur Organspende. Das neue itallienische Gesetz und seine “ewige” Ubergangsphase, in Hirntod und Organspende, edição a cargo de A. Bondolfi, U. Kostka, K. Seelmann, Basal, Schwabe, 2003, pp. 149-161.

2.Há uma tentativa de responder exaustivamente à pergunta formulada: uma antologia de es critos de cuja edição me encarreguei em colaboração com Rosangela Rarcara e que está para sair pela editora E. S. I., de Nápoles: Questioni mortali. L’attuale dibattito sulla morte cerebrale e il problema dei trapianti, no prelo. Remeto o leitor a esta obra, que inclui escritos de Carlo Alberto Defanti, John Finnis, A. Halevy e Baruch Brody, Hans Jonas, Josef Seifert, Alan Shewmon, Peter Singer, Raalf Stoecker, Robert Truog, e que reproduz em apêndice o documento do Danish Council of Ethics (“Conselho Dinamarquês de Ética”), consagrado aos critérios de morte.

3.Cf. A definition of irreversible coma. Report of the Ad Hoc Cormnittee of the Harvard Medical School to Examine Brain Death (“Uma definição do coma irreversível. Informe do ComitêAd Hoc da Faculdade de Medicina de Harvard para examinar a morte cerebral”), em Journal of the American Medical Association, nº 205, 1968, pp. 337-340. Para o exame crítico do documento, cf. por exemplo: M. Giacomini, A Change of Heart and a Change of Mind? Technology and the Redefinition of Death in 1968 (“Uma troca de coração e uma mudança de mente? A tecnologia e a redefinição da morte em 1968”), em Social Science and Medicine, nº 44, 1997, pp. 1465-1482; R. M. Veatch, Transplantation Ethics (“Ética do transplante”), Georgetown University Press: Washington D. C.; G. Belkin, Brain Death and the Historical Understanding of Bioethics (“A morte cerebral e a interpretação histórica da bioética”), em Journal of the History of Medicine, nº 58, 2003, pp. 325-361; cf. em língua italiana, C.A. Defanti, Vivo o morto? La storia della morte nella medicina moderna, Zadig: Milão, 1999, pp. 63-75.

4.Todos os documentos normativos citados figuram no apêndice do sério estudo de F. Mantovani I trapianti e la sperimentazione umana nel diritto italiano e straniero (“Os trans plantes e a experimentação humana no direito italiano e estrangeiro”), Cedam: Pádua, 1974, pp. 851-853. Cf. a respeito, entre outras coisas pelos documentos normativos reproduzidos em apêndice, U. G. Nannini, Valori della persona e definizione legale di morte, Cedam: Pádua, 1996.

5.Para um comentário sobre a nova lei, limito-me aqui a remeter ao volume La disciplina giuridica dei trapianti. Legge 1º aprile 1999, n.91, edição a cargo de P. Stanzione, Giuffré: Milão, 2000; no apêndice transcreve-se também o texto da lei. Em sentido crítico, cf. P. Becchi, La morte nell’età della tecnica. Lineamenti di tanatologia etica e giuridica (“A morte na era da técnica. Elementos de tanatologia ética e jurídica”), Compagnia dei Librai: Gênova, 2002, e agora também P. Somaggio, Il dono preteso. Il problema del trapianto di organi: legislazione e principi (“A suposta doação. O problema do transplan te de órgãos: legislação e princípios”), Cedain: Pádua, 2004.

6.Cf. A. R. Jonsen, The Birth of Bioethics (“O nascimento da bioética”), Oxford University Press: Nova York, 1998, p. 240.

7.A crítica de Jonas ao informe do comitê de Harvard foi imediata: com efeito, data do mês de setembro de 1968, e ele a lançou no âmbito de sua tese consagrada ao tema das experiências com seres humanos. Seguiu-se-lhe seu ensaio mais conhecido, Against The stream (“Contra a corrente”), publicado em 1974 (conquanto tenha sido escrito em 1970), no qual Jonas examina as objeções que lhe tinham feito alguns médicos do referido comitê, com os quais entrara em contato nesse ínterim. A este ensaio se seguiram dois escritos, de 1976 e 1985, sinal da contínua atenção de Jonas a este assunto. Jonas reuniu todos os seus trabalhos em Technik, Medizin und Ethik. Zur praxis des Prinzips Verantwortung (1985), trad. ital. em “Tecnica, Medicina ed etica. Prassi del principio responsabilità”, Einaudi: Turim, 1997, pp. 166-184. O artigo figura agora também na antologia de escritos a cargo de R. Barcaro e P. Becchi, Questioni mortali. L’attuale dibattito sulla morte cerebrale e il problema dei trapianti. Cf. igualmente P. Becchi, Tecnica ed etica in Hans Jonas, en Annali della Facoltá di Giurisprudenza di Genova, XXV, 1993/4, pp. 280-314, e agora também P. Becchi Hans Jonas e il ritorno alla metafisica, em Microlega, nº 5, 2003, pp. 82-109.

8.Querendo ou não.

9.Cf. H. Jonas, Brief an Hans-Bernhard Wuermeling, en Wann ist der mensch tot? Organverpflanzung und Hirutodkriterium, edição preparada por J. Hoff e J. in der Schmitten, Reinbek bei Hamburg, Rowohlt, 1994, pp. 21-27.

10.Cf. J. Seifert, Leib und Seele. Ein Beitrag zur philosophischen Antropologie, Salzburgo, 1973; Das Leib-Seele Problem und die gegenwärtige philosophische Diskussion. Eme kritischsystematische Analyse, Darmstadt, 1979; What is Life? On the originality, Irreducibility and Value of Life (“Que é a vida? Sobre a originalidade, a irredutibilidade e o valor da vida”), edição preparada por H. G. Callaway, Amsterdã, 1997; Is “brain death” actually death? A critique of redefining man’s death in terms of “brain death” (“Está realmente morto o ‘morto cerebral’”? Uma crítica da redefinição da morte humana em termos de ‘morte cerebral’), em R. J. White, H. Angstwurm, I. Carrasco de Paula (edição preparada pelo Working Group on the Determination of Brain Death and its relatioship to Human death, reunido de 10 a 14.12.1989), Cidade do Vaticano, 1992, pp. 95-143; Is “brain death” actually death? (“Está realmente morto o ‘morto cerebral’?”), em “Monist”, nº 76, 1993, pp. 175-202; veja-se agora, em italiano, J. Seifert, La morte cerebrale non e la morte di fatto. Argomentazioni filosofiche, emQuestioni mortali. L’attuale dibattito sulla morte cerebrale e u problema dei trapianti, edição preparada por R. Barcaro e P. Becchi, Nápoles, no prelo.

11.Assinalo aqui a lúcida intervenção de Spaemann em uma convenção internacional sobre bioética que aconteceu em Roma, em outubro de 2002. O texto de sua contribuição apareceu em língua italiana com o título de La morte della persona e la morte dell’essere umano, em Lepanto nº 162, XXI, dezembro de 2002 (Informe: Nos confins da vida).

12.Para um exame mais detido, permita-se-me remeter a P. Becchi, Un passo indietro e due avanti. Peter Singer e i trapianti (“Dois passos à frente e um passo atrás. Peter Singer e os transplantes”), em Bioetica, X, 2, 2002 pp. 226-247.

13.Para uma descrição detalhada, ver, p. ex., The Medical Task Force on Anencephaly, The infant with anencephaly, em New England Journal of Medecine, 332, 10, 1990, pp. 669-674.Observe-se, por outro lado, que investigações mais recentes, efetuadas por D. A. Shewmon, tendem a mostrar que a notável plasticidade do cérebro pode permitir ao tronco encefálico assumir em alguns casos certas funções que, de outro modo, seriam corticais. Impugna-se assim a doutrina da base neuroanatômica da consciência. Cf. a respeito D. A. Shewmon,Recovery from “Brain death”: A Neurologist’s Apologia (“Recuperar-se da ‘morte cerebral’: apologia de um neurologista”), em Linacre Quarterly, fevereiro de 1997, pp. 30-96. O leitor italiano pode ler, sobre o problema dos anencéfalos, a obra de M. Caporale: Al confine tra la vita e la morte, Vita e Pensiero: Milão, 1997, pp. 22-23.

14.Cf. P. Singer, Rethinking Life and Death. The Colapse of Our Traditional Ethics (“Repensando a vida e a morte. O colapso de nossa ética tradicional”), 1994.

15.Cf. P. Becchi, La morte. La questione irrisolta (A morte, uma questão não-resolvida), em “Ragion pratica” 19, 2 002, pp. 179-218.

16.Cf. P. Singer, Morte cerebrale ed etica della sacralitá della vita, em Bioetica, VIII, 1, 2000, pp. 31-49. O ensaio de Singer foi objeto de uma interessante réplica de John Finnis, inédita até pouco tempo atrás. Podem ler-se ambos os trabalhos, atualmente, em Questioni mortali. L’attuale dibattito sulla morte cerebrale e u problema dei trapianti, edição preparada por R. Barcaro e P. Becchi, Ná poles, por publicar-se.

17.Para aprofundar este assunto, cf. R. Barcaro e P. Becchi, Morte cerebrale e trapianto di organi, em Bioetica chirurgica e medica, edição preparada por L. Battaglia e G. Macellan, Noceto (PR), Esse-biemme, pp. 87-103; também dos mesmos autores: La “morte cerebrale” é entrata in crisi irreversibile? (“Entrou a ‘morte cerebral’ em uma crise irreversível?”), emPolitica del diritto, XXXIV, 4, 2 003, pp. 653-679.

18.Cf. R. D. Truog e J. C. Fackler, Rethinking brain death (“Repensando a morte cerebral”), em Critical Care Medicine, 20, nº 12, 1992, pp. 1705-1713. Partindo dos resultados conseguidos com este artigo, Thuog abordou em várias outras ocasiões a questão da morte cerebral. Mas em um artigo de 1997 (R.D. Truog, Is It time to Abandon Brain Death?: “É hora de abandonar a morte cerebral?”, em Hastings Center Report, 27, 1, 1 997, pp. 29-37), em vez de propor a substituição da morte cerebral pela morte cortical, como havia feito em 1992, quando escrevia com Fackler, Truog auspicia o retorno ao tradicional padrão cardiorrespiratório para declarar a morte e, ao mesmo tempo, a separação entre a questão dos transplantes e o debate sobre a morte cerebral. Considera que a prática dos transplantes só pode prosseguir se se encontra uma justificação diferente da oferecida até hoje por uma noção de morte cerebral cuja crise se acentua cada vez mais. Precisamente visando a fundamentar eticamente os transplantes é que Truog escreveu um novo artigo: R. D. Truog, Organ Transplantation Without Brain death (“Transplante de órgãos sem morte cerebral”), em Annals of the New York Academy of Science (Anais da Academia Nova-iorquina de Ciência), 913, 2 000, pp. 229-239.

19.Cf. por exemplo, D. A. Shewmon, Brain-Stem Death, “Brain Death” and Death: A Critical Reevaluation of the Purported Equivalence, em Issues in Law and medicine (“Questões jurí¬dicas e médicas”), 14, 2, 1 998, pp. 125-145; também o mais recente: D. A. Shewmon, The Brain and Somatic Integration: Insights Into the Standard Biological Rationale for Equating “Brain Death” With Death (“O cérebro e a integração somática: esclarecimentos sobre o fundamen to biológico clássico da equivalência entre ‘morte cerebral’ e morte”) em Journal of Medecine and Philosophy, 26, 5, 2001, pp. 457-478.

20.O problema foi colocado com clareza por dois pesquisadores norte-americanos: S. J. Younger e R. M. Arnold, Philosophical Debates About the Definition of Death: Who Cares?(“Controvérsias filosóficas sobre a definição de morte: Quem se importa?”), em Journal of Medicine and Philosophy, 26, 5, 2 001, pp. 527-537.


http://beneditinos.org.br/atualidades/textos_escolhidos/dos_embrioes.htm

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outros sites:

esse sobre a memória celular é muito interessante...

http://montesinai1.tripod.com/Lutando.htm

http://inconscientecoletivo.net/memoria-celular/


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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  fadinha em Qua 23 Nov 2011 - 23:03

Outro artigo:

http://fratresinunum.com/2009/02/page/2/

O vaticanista Sandro Magister escreveu o seguinte em setembro: “dessa maneira, a Igreja Católica de fato legitimou a retirada de órgãos conforme praticado hoje em dia nas pessoas ao final da vida por causa de doença ou lesão: com o doador dado como morto após a ocorrência de um “coma irreversível”, mesmo se o paciente ainda estiver respirando e seu coração ainda estiver batendo.”


Magister citou Francesco D’Agostino, um professor de filosofia do direito e presidente emérito do comitê italiano de bioética, e membro do “campo eclesial” dizendo “a tese de Lucetta Scaraffia está presente na esfera científica, mas ela é distintamente a minoria.”


O Dr. Paul Byrne é um dos organizadores da conferência desta semana e forneceu antecipadamente a LifeSiteNews.com uma cópia de sua apresentação. Ele pretende argumentar o caso de que a utilização dos critérios de “morte cerebral” resulta na retirada de órgãos de pacientes vivos e equivale a assassinato. (Para saber mais sobre a sua apresentação veja: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09021608.html)


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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  Angel em Ter 6 Mar 2012 - 22:46

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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  AEROBOS em Ter 12 Mar 2013 - 0:11


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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  Luiz em Ter 26 Mar 2013 - 21:49

2013 - Data Alien definida para Contato, 31.03.13?

2013 - prova de Contato Alienígena - data marcada, 31.03.13

Um bom trabalho o mundo não acabar como os crentes apocalípticos Maia haviam afirmado! – - Especialmente como temos encontrado agora a data para a revelação de contato alienígena - 31 de março de 2013. Lembre-se que data!.



China revelou depois de conversar com o presidente Obama, que em breve ele irá dizer o que quer que "todos" querem saber....
*
Centenas de milhões de cidadãos chineses permanecem atordoados hoje após a declaração oficial do governo da China
*
Um notável documento foi lançado na Internet pela agência governamental NSA.
*

O documento admite que o governo dos EUA reconheceu que os extraterrestres estão se comunicando através por sinais com a humanidade e que os cientistas do governo estão trabalhando em decifrar o significado dessas mensagens com sucesso limitado.
*
DARPA interpretou sinais um pouco enigmáticas recebidos por sondas de OVNIs como indicando a intenção de iniciar o contato aberto no ano de 2013, de preferência em 31 de março.

Obama falará em breve
NASA ADMITE algo vai acontecer em março de 2013

A terra vai ser atingi da por uma saraivada de explosões solares em 2013 quando o ciclo do sol de energia magnética coincide com o pico de 11 anos na super-poderosa -atividade das manchas solares - mas desta vez não era um amador maverick a fazer as previsões. Foi a maldita NASA .

A ocorrência em uma geração passou despercebida amplamente no passado, mas tem o potencial de destruir todos os sistemas de computador em que nosso mundo moderno depende: contas bancárias, registros médicos, documentos de negócios, sites inteiros e, sim, seu Facebook conta tudo poderá desaparecer.

Qual a melhor hora para contato alienígena a ser anunciado? o dia em que não se poderá ficar no facebook, com certeza!

Dr. Richard Fisher, diretor da Divisão de Heliofísica da Nasa disse: "Nós sabemos que está chegando, mas não sabemos o quão ruim ele vai ser.

"Sistemas não vão funcionar. As chamas rapidamente alterarão o campo magnético da Terra, como um relâmpago. Que é o efeito solar. "

O professor Richard Harrison, do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire disse à Metro do Reino Unido, "O sol está acordando. Tem sido muito inativo, mas há muito debate sobre como dramática sua acordando será. Não é alarmismo. "

http://horizontenews.blogspot.com.br/2013/03/leiam-essa.html



MEUS COMENTÁRIOS

GENTE, EU NAO VOU DIZER QUE ACREDITO OU QUE NAO ACREDITO, POSTEI PORQUE ACHEI INTERESSANTE E TAMBÉM PORQUE O ASSUNTO FASCINA E DISTRAI UM POUCO, EM MEIO A TANTOS PROBLEMAS DO DIA A DIA.

É ÓBVIO QUE NINGUÉM VAI DECLARAR A EXISTENCIA DE UFOS EM 31.03.2013, MAS COMO EU DISSE, A POSTAGEM SERVE PARA DISTRAIR EM MEIO A TANTOS PROBLEMAS DO DIA A DIA , MESMO PORQUE JÁ ESTAMOS EXAUSTOS DE DATAS.

ABRAÇOS.
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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  Convidad em Qua 27 Mar 2013 - 2:46

Bom, o texto diz que neste dia os aliens irão se apresentar ao mundo de maneira incontestável.

Pelo jeito, tá mais para uma reedição do "Caso Blossom Goodchild".

Martelo

Convidad
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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  Luiz em Qua 27 Mar 2013 - 13:13

Pelo jeito, tá mais para uma reedição do "Caso Blossom Goodchild".

Tá mais para reedição de Blossom Goodchild, 21.12.2012,Asthar Sheram, Autres Domensions,segundo sol, etc, etc e vai por aí rsrs, foi só para distrair um pouco, como eu disse, no meio de tanta confusão.

Forte Abraço.
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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  Luiz em Sex 29 Mar 2013 - 15:16

ORA, ORA ORA, QUEM DIRIA...... MÍDIA OFICIAL, DOCUMENTO OFICIAL ADMITINDO CONTATO DIRETO COM EXTRATERRESTRES E SEUS EQUIPAMENTOS, VEJAMOS:

G1 O GLOBO DE HOJE:
Relatório do FBI sobre encontro de 'discos voadores' faz sucesso online
Documento foi enviado ao diretor da polícia federal dos EUA em 1950.
Memorando fala de encontro de discos com corpos de humanoides.


Um relatório do FBI (polícia federal dos EUA) sobre "discos voadores" no estado do Novo México, enviado ao então diretor J. Edgar Hoover em 1950, tornou-se o arquivo mais popular no site da instituição.
O memorando, mandado pelo então chefe do escritório do FBI em Washington, Guy Hottel, foi visto quase um milhão de vezes, segundo a imprensa americana.
O documento relata que três "discos voadores" teriam sido recuperados no Novo México, cada um deles ocupado por três pequenos corpos humanoides.
Ele diz que um informante disse a policiais que os objetos voadores não identificados caíram porque um radar do governo interferiu em seus controles.
Aparentemente, o FBI nunca investigou os fatos relatados.
O memorante está disponível em um site lançado pelo FBI em 2011, com cerca de 6.700 documentos públicos.

Documento foi enviado ao diretor da polícia federal dos EUA em 1950. (Foto: AP)





http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/relatorio-do-fbi-sobre-encontro-de-discos-voadores-faz-sucesso-online.html
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Novo livro afirma que Papa Francisco irá anunciar a existência de vida extraterrestre

Mensagem  sueli em Qui 4 Abr 2013 - 6:49






O livro será lançado agora em Abril.




Novo livro afirma que Papa Francisco irá anunciar a existência de vida extraterrestre



Um novo e controverso livro está dando o que falar no âmbito da ovniologia e, como já se pode imaginar, no âmbito religioso também.

O livro, de autoria de Cris Putnam e Thomas Horn, prediz que o recém eleito Papa Francisco, breve discutirá sobre os desafios únicos que o mundo deve encarar.

Baseados nas Profecias de São Malaquias, os autores corretamente predisseram em seu último livro intitulado Petrus Romanus: The Final Pope is Here (‘Petrus Romanus: O Último Papa Está Aqui’ – trad. livre n3m3), que o Papa Bento XVI iria pedir demissão, ao invés de morrer no cargo. De acordo com Putnam e Horn, Francisco é o último Papa, ‘Petrus Romanus‘, o qual irá guiar seu rebanho até os dias finais da Igreja Católica, como profetizado por São Malaquias.

Mas os autores vão mais além em seu novo livro intitulado Exo-Vaticana: eles predizem que o Papa Francisco logo irá anunciar a existência de vida extraterrestre, e que dela virá um salvador alienígena, o qual revigorará os ensinamentos Cristãos.

Os autores alegam ter documentado as pesquisas e as evidências que dão suporte às suas surpreendentes declarações, as quais foram baseadas em entrevistas com catedráticos católicos e cientistas que estavam dispostos a discutir a Profecia dos Papas e a possibilidade de vida extraterrestre.

Entre os pesquisadores católicos entrevistados está o Dr. Guy Consolmagno, um jesuíta astrônomo do Vaticano, o qual gerou muito interesse da imprensa em 2010, devido ao seu ponto de vista a respeito da vida extraterrestre. Ele declarou: “Qualquer entidade – irrelevantemente de quantos tentáculos tenha – possui uma alma“. Quando perguntado se ele batizaria uma alienígena, Consolmagno respondeu: “Somente se eles pedirem“.

Entre várias outras coisas Putnam e Horn também alegam que os astrônomos do Vaticano já encontraram evidência de vida extraterrestre muito próxima da Terra. Os autores dizem que o telescópio do Vaticano localizado no Observatório do Monte Graham, no estado do Arizona, EUA, tem estado rastreando algo que ainda será anunciado ao mundo. Eles mencionam a declaração do Padre Malachi Martin, outro jesuíta, que de forma críptica disse em entrevista no programa de rádio estadunidense Coast to Coast AM em 1997: “Devido à mentalidade… entre aqueles que [estão] nos… níveis mais altos da administração do Vaticano e da geopolítica, sabem… o que está acontecendo no espaço, e o que está se aproximando de nós, poderia ser de grande importância nos próximos cinco anos, dez anos“.

Sobre a pergunta do que realmente está sendo rastreado, Putnam e Horn alegam que “as pessoas familiarizadas com Malachi acreditam que ele possa ter estado se referindo à visitação, em um futuro próximo, de uma inteligência alienígena“.

Obviamente, com uma proposta tão controversa como essa, o novo livro já está na lista de best sellers da Amazon antes mesmo de seu lançamento em 15 de abril.

Alguém aqui quer apostar que os autores do livro estão equivocados?

n3m3
http://ovnihoje.com/2013/04/03/novo-livro-afirma-que-papa-francisco-ira-anunciar-a-existencia-de-vida-extraterrestre/



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Profecias de Benjamin Solari Parravicini (sobre los extraterrestres)

Mensagem  sueli em Sex 5 Abr 2013 - 15:40

Boa Tarde, Irmãos.
Tenho lido sobre Benjamín Solari Parravicini e tenho muito me impressionado e maravilhado com este pintor, profeta....
Gostaria de compartilhar com voces.


Benjamín Solari Parravicini é considerado o Nostradamus argentino. Nasceu em Buenos Aires em 8 de Agosto de 1898. Tornou-se artista plástico de renome internacional, mas se destacou sobretudo pela sua grande sensibilidade psíquica. Suas profecias consistem de um desenho ao lado do qual escrevia uma mensagem profética recebida por psicografia. Fez mais de 700 psicografias. A Argentina, claro, recebeu muitas mensagens.
Seus dons paranormais começaram a se manifestar na década de 30, quando percebeu que era médium. Ouvia uma voz que lhe revelava os acontecimentos futuros.
Desenhou Mussolini e sua amante Clara Petacci dependurados pelos pés nove anos antes do ocorrido! Antecipou detalhes da bomba atômica muitos anos antes de seu primeiro uso.
Parravicini era católico e, como não poderia deixar de ser, fez muitas previsões sobre a Igreja. Muitas mensagens falam de futuros contatos com extraterrestes, com os quais parecia ter intimidade. Outras falam do futuro da América Latina (algumas mencionam de passagem o Brasil), e muitas falam dos graves momentos que o mundo deverá passar na virada do milênio.
Para Parravicini a humanidade é criação de extraterrestres, e eles nos vigiam, tendo bases em lugares de difícil acesso, como o pólo sul. Eles têm ligação com o Cristo (posição que também defendo).

Parravivini prognostica um terrível conflito bélico entre a China e a Rússia (idem Nostradamus, e mensagens de Nossa Senhora) que estarrecerá o mundo. Como todo profeta, ele vislumbra 1999 como o ano dos grandes acontecimentos. Anuncia que todos os castigos que recairão sobre a humanidade será para purificá-la. Haverá depois dos males um novo homem, uma nova civilização depurada das imundícias.

Existem centenas de desenhos e textos proféticos.

http://raroevoce.blogspot.com.br/2012/06/profecias-de-parravicini.html





Um vídeo sobre as profecias, onde ele fala da chegada dos extraterrestres.






sueli

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Naves de prontidão

Mensagem  Clever em Sab 6 Abr 2013 - 11:57

Publicada em 29 de Março de 2013 - Site www.extraseintras.com.br
2807 - A Humanidade entra nos momentos críticos da Transição Planetária

Irmãos, salve o Cristo Planetário que conduz o destino do Planeta.

Ao iniciar o ano presente, foi dado o aviso para que as Naves Extraterrestres, que vigilantes asseguram a relativa segurança da Terra, entrassem em estado de alerta; isto porque a humanidade está adentrando nos momentos críticos da Transição Planetária.

A todos os convocados, solicitamos que não deixem que o desespero, o pânico e o medo da morte dominarem seus pensamentos e ações.

As pessoas que nos ouvem e creem em nossa presença fraterna, já possuem em seu íntimo o conhecimento do percurso e diretrizes a serem tomadas quando eclodir na matéria, o que há muito já vínhamos alertando.

Foram treinados por "Instrutores competentes e habilidosos". Quando forem chamados a por em prática as lições recebidas, antes de tudo, tenham fé, pois serão guiados por mentes iluminadas que envolverão seus esforços, pois participaram de boa vontade, e aprenderam as técnicas de sobrevivência e condução de Grupos que se formarão.

Mais avisos chegarão, e a partir deles, com o conhecimento que já possuem, atenção, coragem e fé em nossas palavras, terão diante de si o roteiro seguro a guia-los em meio aos escombros, cadáveres, gritos e lamentos. Desse modo, conseguirão chegar a um lugar seguro, para serem rapidamente resgatados e encaminhados a locais preparados para recebe-los, por irmãos Extraterrestres e Intraterrenos.

Paz em todos os quadrantes do Planeta.

Aron

Oficial do Comando Ashtar

GESH – 19/02/2013 – Vitória, ES – Brasil

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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

Mensagem  Edson em Sab 15 Nov 2014 - 11:40

Olá a todos!

Link interessante com vários textos e vídeos sobre contatos com extraterrestres e contatados. Aliás o blog todo é interessante. Vale a pena dar uma pesquisada nele.

http://confederacaointergalactica.blogspot.com.br/search/label/S%C3%8DMBOLOS%20e%20CONTATOS%20C%C3%93SMICOS

Abraços
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Re: DIVULGAÇÃO DE CONCTATOS EXTRATERRESTRES

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