O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Qua 30 Nov 2011 - 15:01

Zero meu querido.

Já que pedistes alguns comentários meus, vamos lá, lembrando que não sou o dono da verdade, apenas observo:

Estão nos fazendo de palhaços, pode colocar uma bolinha vermelha no nariz porque é assim que estão fazendo.

Raciocina, só no Brasil são 19 MILIONÁRIOS QUE ESTÃO APARECENDO POR DIA, ( dados do próprio jornal O Globo) olha bem, por dia, 19 milionários ( repeti de propósito). Isso já vem acontecendo desde 2007 com aceleração brutal nos dias atuais, e projeções para muitos anos à frente, calcula por ano e vais te assombrar.

Nunca o Mundo viu em sua história tanta gente rica, bilionária, trilhardária. ( enquanto os pobres são escravizados em volumes monstruosos).

E não vai pensar que o monstruoso volume de pobreza vai gerar "revoluções" porque necessitam de ideologias e esta palavra já foi ABOLIDA de TODOS OS DICIONÁRIOS DO MUNDO.

Aonde está a crise quando um "famoso" cantor Brasileiro compra um iate à vista por 60milhões de dólares e de quebra um jato especial por mais 15 milhões? Aonde, me diz?

Eu estou falando de Brasil, que é uma porcaria comparado aos EUA a Europa e etc, Castelos de valores incalculáveis são comprados na Europa DIARIAMENTE , aonde está a crise?

Veja as Bolsas de hoje, veja o que a China está fazendo hoje observa a euforia dos Milionários.

Tudo isso é uma farsa para manter os miseráveis "consolados" isso tudo é forjado propositalmente com vistas a um maior domínio planetário, só isso.

Ricos continuam cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres.

Isso tudo é uma "crise" forjada, falsa, pois se a mesma DE FATO FOSSE VERDADEIRA, nenhum cantor Brasileiro teria recursos SOBRANDO PARA COMPRAR IATES À VISTA POR VALORES MONSTRUOSOS NEM SEQUER CASTELOS ESTARIAM SENDO VENDIDOS EM VALORES INIMAGINÁVEIS , MUITO MENOS AINDA O BRASIL ESTARIA FABRICANDO, MACABRAMENTE, 19 MILIONÁRIOS POR DIA, ENQUANTO 40 MILHÕES DA POPULAÇÃO BRASILEIRA VIVEM EM ESTADO DE MISÉRIA ABSOLUTA.

Para não precisar me estender mais, observa que a maioria da classe dominante Brasileira sequer mora no Brasil, observa, observa, apanas observa e verás em que farsa estão querendo nos colocar.

Muitos esotéricos de plantão, eu vejo isso por aí aos montes e muitos pseudo-esquerdistas, estão alardeando uma crise sem precedentes e não estão observando os fatos que estão ocorrendo debaixo do nariz deles, ( ou não querem enxergar)

Eu já disse e repito, salvo melhor juízo do Alto, ou um meteoro monstruoso cair sobre a Terra, isso tudo fica como está, sob o domínio deles, porque guerra nuclear, nem pensar, já disse e repito, eles não vão destruir seu domínio, eles não vão destruir seu patrimônio sua riqueza com guerra nuclear, isso está totalmente descartado.

Quem puder, quem tiver o privilégio espiritual de sair deste planeta e não voltar mais que o faça, quem não puder, é lamentável, pois o mesmo pertence a muito poucos e a maioria 99% está aqui em estado de exílio e dominação. ( muitos vão dizer que este estado foi escolha de cada um e eu vos digo em verdade, nem 8 nem 80, em alguns casos é possível, mas em outros não, houve e há muita injustiça, independentemente de escolhas)

Desculpe mais este desabafo

Forte abraço.
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Luiz

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  bushido em Qui 1 Dez 2011 - 10:42

Grande Amigo Luiz,

Concordo com você. Após a enxurrada de notícias sobre "crises econômicas" noticiadas pelo mundo afora e lendo seus comentários e ensinamentos, a gente percebe que tudo isso é pura especulação. Manobras para poucos ganharem cada vez mais e o povo em geral trabalhando muito para quitar dívidas, sustentando o sistema. Agem como gafanhotos que se alimentam de uma plantação e quando esta já está destruída, passam para outra. Sugam o máximo que podem, destroem países e consequentemente com os sonhos de cada cidadão. Quando não dá mais, mudam a "crise" para outro lugar ( Islândia, Irlanda, Grécia, Espanha, Portugal, agora Itália e até mesmo a França...) Para quem assistiu o documentário Inside Job ( Trabalho Interno), sabe do que estou falando. E os responsáveis pela crise? Estão fazendo a MESMA COISA em lugares diferentes, seja em outra empresa financeira, seja nos próprios governos. O filme mostra inclusive professores de economia de grandes universidades (como Harvard) recebendo grana alta para dar pareceres favoráveis à diversos países e setores da economia mundial, mesmo sabendo que não corresponde à verdade...
Simplesmente o ser humano (?) é sórdido, egoísta e de nível evolutivo extremamente baixo na grande maioria das vezes. Isso só acaba, conforme dito por você Luiz, através de algo que fuja do controle deles. Pode ser por algo "Divino" que cause grande impacto sobre o planeta ou algum louco que dispare uma guerra de grandes proporções ou mesmo uma revolução social de nível global (coisa que está se desenhando pelo mundo afora e sendo combatido de forma violenta). Bem, as revoluções a gente sabe o que acontece...Já tivemos muitos exemplos na história do mundo, ou seja, muito sangue e mortes de pessoas inocentes para o poder ser retomado pelos trevosos. O único caminho que eu acredito não é revolução e sim EVOLUÇÃO de cada um de nós. Quanto mais luz emanada, mais sujeira aparece para ser limpa, até o dia em que a nossa casa seja totalmente pura.

Definitivamente, à partir de hoje eu não comento mais sobre a economia e "crises" neste tópico, salvo algum fato relevante. Tudo que está aí é pura especulação. "Tudo como dantes no quartel de Abrantes"...

abraços à todos
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bushido

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Qui 1 Dez 2011 - 13:36

Bushido disse:

O único caminho que eu acredito não é revolução e sim EVOLUÇÃO de cada um de nós. Quanto mais luz emanada, mais sujeira aparece para ser limpa, até o dia em que a nossa casa seja totalmente pura.


Simplesmente o ser humano (?) é sórdido, egoísta e de nível evolutivo extremamente baixo na grande maioria das vezes. Isso só acaba, conforme dito por você Luiz, através de algo que fuja do controle deles. Pode ser por algo "Divino" que cause grande impacto sobre o planeta


Tudo que está aí é pura especulação. "Tudo como dantes no quartel de Abrantes"...

Com exceção de guerra nuclear, que eu creio ser praticamente impossível acontecer, porque eles não vão jogar fora o controle do planeta e o volumoso patrimônio deles, nem sequer permitir que ninguém faça isso, no resto já dissestes tudo que era para dizer, de forma firme e verdadeira, não havendo mais nada a acrescentar a não ser a "alegria" ( hoje 01 de dezembro) dos mercados milionários, comprovando tudo que foi muito bem explicitado.

Forte abraço caro amigo
bushido.
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Luiz

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Angel em Qui 1 Dez 2011 - 18:44

Amigo Luiz:
Acompanho sempre suas postagens com muito carinho pela oportunidade do aprendizado. Obrigado pela dedicação em estar sempre aqui conosco acrescentando sempre mais à esta família.
Desculpe-me pela ignorância de minha parte, mas, sinceramente não consigo entender algumas coisas...
Acredito sim que esta crise seja forjada, faça parte deste "abençoado" sistema de domínio e aí é que não entendo... vejamos... em 2008 tivemos já uma crise financeira que afetou mercados, empresas "quebraram" algumas quase quebraram etc, uma pequena "marolinha" como dizia nosso ex-presidente.Agora a coisa se intensificou, então, esta crise forjada já causa estragos em diversas partes do mundo o que parece nos levará à um colapso financeiro mundial (já cantado em verso e prosa para acontecer por agora, por muitas escolas de mistérios), muito bem, então a apoteose do engôdo virá com o colapso e enquanto isso ricos mais ricos e pobres mais pobres. Não acredito que estas pessoas que compram iates, aviões ou castelos, por serem milionárias, trilhardárias sejam parâmetros para o que está ocorrendo pois é sabido que em todas as crise, guerras etc sempre houve quem se beneficiou disto. Aqui é o ponto! Qual o benefício dos donos do poder em deflagar uma crise tal que nos levará diretamente à este colapso? Então vemos dia por dia mais pessoas prejudicadas, mais empresas em dificuldades (em várias partes do mundo) cidadãos perdendo direitos que conquistaram com muito suor, impostos aumentando etc etc... o que pode-se verificar que esta crise forjada está realmente afetando pessoas... as que estão ficando mais pobres.... sim, e qual é a mágica? não entendo... pois a riqueza também será afetada se um colapso ocorrer...dinheiro, ouro, qualquer objeto pode perder seu valor por completo. Então o que estão fazendo? Esta crise é forjada e controlada ao ponto de não acarretar um colapso e só beneficiar a quem interessa? Existe um controle tal, que abranja o mundo inteiro, desta maneira? E os que estão em altos postos ou cargos ou trilhardários que não concordam em se arriscar a tal ponto? Sinceramente... não entendo. Rolling Eyes
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Angel

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Qui 1 Dez 2011 - 20:13

OI Angel.

Vou tentar me fazer entender, diante de um assunto muito complexo e levando-se também em consideração que eu não seja o dono da verdade ok?

Eu estudei Economia faz muito tempo, mas no primeiro dia de aula, uma grande professora minha, chamada Maria da Conceição Tavares, disse para a turma o seguinte:

----- Não vão pensar que Economia é uma ciência exata, ou matemática, porque antes de tudo ela é uma ciência SOCIAL e portanto, é dependente da NATUREZA HUMANA, o que faz dela algo de EXTREMA COMPLEXIDADE, não pelos cálculos, mas pela forma com que o ser humano se comporta, entenderam? Então vamos começar.... ( e assim começaram os estudos, isso em 1981, eu posso estar ultrapassado não ser o dono da verdade, mas a natureza humana infelizmente não mudou de lá para cá).

O sistema capitalista é derivado do ego humano, portanto, ele concentra renda nas mãos de poucos em detrimento de muitos, acontece, que a população do mundo vem aumentando exponencialmente e isso deveria, por consequência, levar a desconcentração de renda, para que pudéssemos gerar empregos para um volume cada vez maior de pessoas chegando ao planeta terra.

Como ninguém que concentra renda está disposto a ceder, a dividir e como a população aumenta cada vez mais, necessário se faz criar instrumentos fictícios ( farsas) para diminuir salários, retirar direitos, no sentido de que a concentração de renda possa permanecer como está. ( ou até aumentar, como vem acontecendo, tendo em vista que o volume de classes dominantes também aumenta, embora em proporção inferior aos pobres). E assim sendo, mantendo-se o domínio e o "equilíbrio"da economia.

Então, utilizam de instrumentos, com "estouro de mercados" "Bolsas de valores com "problemas" , etc, tudo que podem fazer e fazem para manter a concentração de renda, justificando como "crise" a necessidade de se diminuir direitos etc, o que subliminarmente na mídia acaba, de certa forma, entrando no inconsciente coletivo como algo necessário.

De certo gera alguma revolta popular, mas a revolta é derivada da perda do emprego da diminuição do salário, ou do aumento de impostos, nada ideológico, e não sendo ideológico, esta "revolta" fica fácil de lidar e reprimir.

Mantendo-se a concentração de renda e até aumentando como vem acontecendo, executando uma farsa, como expliquei, verifica-se facilmente o exemplo que dei, de um cantor Brasileiro comprar um iate por 60 milhões à vista, como se estivesse comprando uma balinha na Padaria da esquina.

Se realmente existisse uma crise, nenhum cantor Brasileiro teria recursos para comprar iates, nenhuma apresentador de TV teria recursos para comprar ilhas inteiras, nenhum milionário teria condições de comprar castelos na Europa, nenhum Brasileiro teria condições de morar em Paris etc e assim sucessivamente, isso sem falar de proprietários de grandes grupos de negócios que ganham tanto, mas tanto, que levariam 20 gerações para gastarem tudo que acumularam, veja o caso desse tal de Steve Jobs , ele foi para quarta dimensão e deixou na Terra entesourado 90 bilhões de dólares, e sabia que ia morrer, veja bem, se ele distribuísse isso que ele deixou, no Rio de Janeiro, por exemplo, poderia acabar com quase todas as favelas do Rio, dando um pouco de dignidade a esse povo que lá vive,isso é só um pequeno exemplo , a ponta de um icberg, imagina o que não tem por aí.

Olha bem a farsa, observa, é tudo que eu peço as pessoas, observem, e verão que isso tudo é um engodo para manter as coisas como estão e assim vão fazer.

Não vou me estender mais, porque a complexidade da natureza humana depende mais de observação de cada um, do que explicações técnicas, olhe e verás.

Só mais uma coisa, não acredita nessa história de ouro, dolar, euros, são valores que o Ego humano considera como valores, e assim permanecerão enquanto 99% da humanidade carregar dentro de si seu maior inimigo: O EGO. Se um dia esses "valores" deixarem de ser "valores econômicos" o Ego se encarregará de substituí-los por outros "valores" o que o Ego não aceita, é dividir, essa é a humanidade, por isso, não se pode olhar para economia por simples matemática, deve-se olhar o ser-humano , observar, como eu disse e observar é algo muito pessoal que eu não posso intervir apenas "recomendar".

Espero que eu tenha me feito entender.

Forte Abraço.
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Luiz

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Sex 2 Dez 2011 - 9:15

Caro Luiz

Nem existe necessidade de comentar nada
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Sex 2 Dez 2011 - 12:58

Gente.

Sem me estender mais, pois já escrevi tudo que podia, deixo esta notícia postada, apenas como comprovação visualizada da farsa que é este sistema e encerro por aqui, observem, só isso:

Discursos na Europa animam Bolsas nesta sexta

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tem mais um dia positivo. O Ibovespa - principal índice da praça paulista - subia 1,12% às 11h17, cotado em 58.802 pontos. Nesta sexta-feira, o indicador segue as demais bolsas internacionais. Ontem, o Ibovespa subiu, a despeito das quedas na Europa, com anúncio do governo federal de isenção de impostos para investimentos.

Veja as ações mais recomendadas para dezembro

Hoje, na Europa, os mercados estão embalados pelas palavras do presidente da França, Nicolas Sarkozy, que prometeu "refundar" a Europa. Além disso a premiê alemã, Angela Merkel, engrossou sinais recentes de que os esforços para uma união fiscal na Europa estão progredindo, possibilidade que agrada aos mercados. Merkel disse que "uma união fiscal mais próxima está renovando as esperanças de que uma solução para a crise das dívidas na zona do euro será encaminhada até o encontro de cúpula, na semana que vem".

Segundo a corretora Socopa, a taxa de desemprego nos EUA, que acaba de sair, deve animar ainda mais o dia. A taxa caiu de 9% para 8,6%, a menor desde março de 2009.

O mercado também continua reagindo bem ao esforço conjunto de seis bancos centrais de países desenvolvidos para garantir a liquidez global e restabelecer a confiança no sistema financeiro. As medidas foram anunciadas na quarta-feira e empolgaram os investidores. De lá para cá, os leilões de bônus soberanos europeus têm tido resultados melhores e também há queda nas taxas dos CDS, que são seguros contra calote.

Internamente, o mercado recebeu sem maiores repercussões a divulgação dos dados da produção industrial de outubro. Houve queda de 0,6% ante setembro, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que estimavam desde uma queda de 1,70% a uma alta de 0,70%, com mediana negativa de 0,20%. Na comparação com outubro de 2010, a produção da indústria nacional caiu 2,2%. Nesta comparação, as estimativas variavam de uma queda de 2,70% a um recuo de 0,20%, com mediana negativa de 1,60%.

Até outubro, a produção industrial acumula altas de 0,7% no ano e de 1,3% nos últimos 12 meses.Já na Europa, a tendência positiva dos principais índices não tira a incerteza dos investidores. Nesta sexta-feira, a chanceler alemã Angela Merkel começará conversas sobre a integração fiscal da zona do euro ; no mais, dados sobre o emprego nos EUA serão notociados nesta manhã, o que pode influenciar os mercados.

Os principais índices das bolsas da Europa sobem. Na Inglaterra, o índice FTSE 100 registra alta de 1,48%. Na França, o CAC 40 sobe 1,8%. Na Alemanha, o DAX tem alta de 1,73%, enquanto na Itália o índice FTSB MIB opera com valorização de 2,42%.

Mais detalhes, para quem quiser acompanhar o aumento cada vez maior dos ricos em detrimento dos pobres, segue links abaixo:

http://economia.ig.com.br/mercados/discursos-na-europa-animam-bolsas-nesta-sexta/n1597393410111.html

http://oglobo.globo.com/economia/bovespa-segue-europa-opera-em-alta-dolar-cai-3367993





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Luiz

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EGO... EGOÍSMO...

Mensagem  Convidad em Sex 2 Dez 2011 - 19:00

Olá Luiz, olá todos...
Em se falando no "EGO" do ser humano que, no geral assim que pode, não se cansa em sempre obter mais e mais, pouco dispondo de si em benefício de seus outros irmãos, acrescento o texto que li hoje pela manhã. Escrito a quase 150 anos, continua tão atual e educador como na época em que foi escrito:


"Se os homens se amassem com mútuo amor, mais bem praticada seria a caridade; mas, para isso, mister fora vos esforçásseis por largar essa couraça que vos cobre os corações, a fim de se tornarem eles mais sensíveis aos sofrimentos alheios. A rigidez mata os bons sentimentos; o Cristo jamais se escusava; não repelia aquele que o buscava, fosse quem fosse: socorria assim a mulher adúltera, como o criminoso; nunca temeu que a sua reputação sofresse por isso. Quando o tomareis por modelo de todas as vossas ações? Se na Terra a caridade reinasse, o mau não imperaria nela; fugiria envergonhado; ocultar-se-ia, visto que em toda parte se acharia deslocado. O mal então desapareceria, ficai bem certos.

Começai vós por dar o exemplo; sede caridosos para com todos indistintamente; esforçai-vos por não atentar nos que vos olham com desdém e deixai a Deus o encargo de fazer toda a justiça, a Deus que todos os dias separa, no seu reino, o joio do trigo.

O egoísmo é a negação da caridade. Ora, sem a caridade não haverá descanso para a sociedade humana. Digo mais: não haverá segurança. Com o egoísmo e o orgulho, que andam de mãos dadas, a vida será sempre uma carreira em que vencerá o mais esperto, uma luta de interesses, em que se calcarão aos pés as mais santas afeições, em que nem sequer os sagrados laços da família merecerão respeito. ----- Pascal. (Sens, 1862.)"


Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo XI - Item 12



Até breve e um ótimo FDS a todos.
--


Convidad
Convidado


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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Seg 12 Dez 2011 - 11:11

Alguns bancos centrais da Europa já começaram a considerar planos de contingência para se preparar para a possibilidade de que os países deixem a zona do euro ou que a união em torno da moeda se desintegre, de acordo com pessoas a par do assunto.




Estão surgindo os primeiros sinais de que os bancos centrais estão pensando em como ressuscitar moedas baseadas em cédulas que já não são impressas desde que as primeiras notas de euro entraram em circulação, em janeiro de 2002.


Pelo menos um deles — o Banco Central da Irlanda — está considerando se precisará garantir acesso adicional às impressoras, caso precise produzir em série novas cédulas para sustentar o renascimento da moeda nacional, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.


Este ano têm fervilhado em Atenas rumores de que o Banco da Grécia estaria secretamente imprimindo dracmas, a moeda grega pré-euro.


Fora da região dos 17 países que usam o euro, numerosos bancos centrais europeus estão de olho em medidas defensivas para se protegerem de efeitos colaterais adversos caso a zona do euro venha a se dissolver, disseram outras pessoas. Vários países, inclusive a Suíça, estão considerando possíveis substituições para o euro como ponto de referência externo, ou indexador, que eles usam para tentar manter estável o valor de suas moedas.


Os planos dos bancos centrais são preliminares, de acordo com uma pessoa a par do assunto. E não representam a expectativa de que a zona do euro esteja a caminho da dissolução.


Mas só o fato de que os bancos centrais estejam mesmo estudando essa possibilidade, que até poucos meses atrás estava fora de cogitação, ressalta como as condições estão se deteriorando rapidamente na Europa. Autoridades monetárias, bancos centrais e investidores em todo o mundo estão colocando suas esperanças no encontro de cúpula em Bruxelas esta semana para chegar à tão aguarda solução para a crise financeira do continente que já dura dois anos e foi iniciada pelas dúvidas sobre a capacidade dos países de pagar suas dívidas.


Há muito em jogo. Se os líderes europeus não conseguirem esfriar a crise, as dúvidas em relação à viabilidade do euro se intensificarão ainda mais. Muitas autoridades monetárias, banqueiros e outros especialistas temem que a dissolução da união vá não apenas reverter uma década de integração econômica, mas provocar também um caos financeiro.


Antes do lançamento formal do euro, em janeiro de 2002, um exército de organizadores gastou anos coreografando a logística do início da circulação da moeda, incluindo a impressão de bilhões de moedas e cédulas e a distribuição da nova moeda aos bancos e empresas em todo o continente. Desfazer o bloco, no mínimo, criaria uma grande confusão. Um dos vários desafios é que empréstimos e depósitos atualmente denominados em euros teriam que ser revertidos para outras moedas. E cada país teria que, individualmente, decidir se vão ressuscitar a antiga moeda e, nesse caso, com que rapidez voltar a produzir grandes quantidades de cédulas.


Em Montenegro, que usava o marco alemão antes de adotar o euro em 2002, as autoridades do banco central estão considerando quais seriam as opções, caso o euro deixe de existir. O país teria "uma grande variedade de alternativas, desde usar uma outra moeda internacional até introduzir uma moeda doméstica", disse Nikola Fabris, economista-chefe do banco central de Montenegro. Mas a segunda opção esbarraria em um problema: Montenegro não está preparado para imprimir a própria moeda, disse ele.


A maioria dos bancos centrais da zona do euro mantém ao menos uma capacidade limitada de imprimir cédulas. Embora o Banco Central Europeu seja responsável por estabelecer a oferta de cédulas na zona do euro, a instituição, na realidade, não as imprime. O BCE delega esse trabalho aos bancos centrais dos países da zona do euro.


No ano passado, a Irlanda imprimiu 127,5 milhões de notas de 10 euros, de acordo com seu relatório anual. Este ano, estava entre os países encarregados de imprimir um total de 1,71 bilhão de notas de 5 euros.


Nas últimas semanas, autoridades do banco central da Irlanda tiveram discussões preliminares sobre a eventual necessidade de ampliar a capacidade de impressão no caso de uma ruptura da zona do euro ou caso a Irlanda deixe o bloco para retomar sua antiga moeda, a libra irlandesa, de acordo com pessoas a par do assunto. As autoridades já discutiram a reativação de antigas impressoras e a contratação de uma empresa privada, disseram as pessoas. "Estão sendo avaliadas várias coisas que não estavam sendo vistas há dois meses", de acordo com uma pessoa que participou do encontro. Uma porta-voz do Banco Central da Irlanda não quis comentar.


Na Grécia, país que muitos consideram ser o que tem mais chances de deixar a zona do euro por conta de seus problemas fiscais, o banco central tem uma unidade de impressão de cédulas chamada Ieta. Construída em 1941, a gráfica localizada na região de Ática está aparelhada com "equipamentos modernos", de acordo com o site do banco central grego. Mas nos últimos anos o trabalho de impressão em Ieta tem sido restrito. A Grécia tem sido um dos cinco ou seis países responsáveis pela impressão de lotes de notas de 10 euros, de acordo com o ECB.


Este ano têm fervilhado em Atenas rumores de que o Banco da Grécia estaria secretamente imprimindo dracmas, a moeda grega pré-euro. E-mails em tom de brincadeira circularam amplamente mostrando cédulas com a imagem do então primeiro-ministro George Papandreou. Os rumores foram em alguns momentos apontados como a causa das ondas de saque dos bancos de varejo da Grécia.


Um porta-voz do Banco da Grécia disse que a entidade não está buscando alternativas para ampliar sua capacidade de impressão. "Não houve nenhuma discussão sobre esse assunto", disse ele.


Alguns euros são atualmente produzidos fora da zona do euro. Na cidade de Gateshead, no norte da Inglaterra, por exemplo, uma gráfica da De La Rue PLC imprime cédulas para vários países da zona do euro, de acordo com pessoas próximas do assunto.


A planta de Gateshead também é uma opção de reserva para o Banco da Inglaterra, que tem um contrato próprio com a De La Rue, para imprimir libras, de acordo com um porta-voz do Banco da Inglaterra.


A situação preocupa algumas autoridades do Banco da Inglaterra, de acordo com pessoas a far do assunto. O temor é de que, se a zona do euro se desintegrar, o parque gráfico de Gateshead possa ser soterrado por pedidos de nações que faziam parte do euro, para a impressão de suas moedas, disse a pessoa.


Embora alguns países da zona do euro tenham suas próprias gráficas, "podem surgir outras oportunidades em decorrência de uma possível desintegração do euro, já que muitos países menores não têm capacidade própria de impressão", disse Tim Cobbold, diretor-presidente da De La Rue, num comunicado. Ele observou que normalmente são necessários cerca de seis meses para desenvolver uma moeda.


Na Suíça, que também não faz parte da zona do euro, o Banco Nacional da Suíça está considerando qual moeda ou cesta de moedas substituiria o euro como referência ou teto, de acordo com uma pessoa familiarizada com a situação.


Antes da criação do euro, o marco alemão era a principal referência para a Suíça — incluindo um período na década de 1970 quando o Banco Nacional da Suíça atrelou o franco ao marco para controlar a apreciação da moeda suíça. Hoje, assim como nos anos 70, a Alemanha é o maior parceiro comercial da Suíça, então, um novo marco alemão poderia em teoria substituir o euro, de acordo com a pessoa, embora o banco esteja considerando também outros cenários, como a formação de mais de um bloco cambial na Europa.


Autoridades do banco central da Bósnia e Herzegovina, cujo marco conversível é atualmente atrelado ao euro, poderiam adotar qualquer moeda forte que surja no caso da dissolução do euro, disse uma porta-voz. Antes de as autoridades na Bósnia terem atrelado a moeda ao euro, em 2002, eles a indexavam ao marco alemão.


A moeda da Letônia, o lat, também é indexada ao euro. O banco central não espera que o euro vá desaparecer, mas "pode-se esperar" que ele adote uma possível indexação a outra moeda entre as moedas de outros países europeus com "políticas fiscais prudentes" e com os quais a Letônia já tenha intensa relação comercial, disse um porta-voz do Latvijas Banka.


Fonte: http://online.wsj.com/


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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Seg 12 Dez 2011 - 12:55

Perto da bancarrota do Euro, Gregos esvaziam contas bancárias


Muitos gregos estão consumindo o que possuem nas contas bancárias porque estão desempregados, pagando mais impostos ou temendo que o país seja obrigado a deixar a zona do euro.


Com as suas retiradas de dinheiro estão forçando os bancos a reduzir a carteira de empréstimos e, inadvertidamente, estão ajudando a piorar ainda mais a recessão.


George Provopoulos, presidente do banco central da Grécia, é especializado em estatísticas e se expressa numa linguagem clara. "Em setembro e outubro, os depósitos em poupança e depósitos a prazo fixo sofreram uma queda entre 13 bilhões a 14 bilhões. Nos primeiros dez dias de novembro, essa queda continuou e em grande escala", disse recentemente à Comissão de assuntos econômicos do parlamento grego.


Com uma honestidade à toda prova, o presidente do banco central explicou aos parlamentares por que a economia grega não vem conseguindo se recuperar de uma recessão que já dura três anos: "Nosso sistema bancário não tem escopo para financiar o crescimento".


O que ele quis dizer é que a retirada de fundos das contas bancárias gregas está acelerando rapidamente. No início de 2010, os depósitos em poupança e em contas a prazo fixo pelos gregos em geral totalizavam 237,7 bilhões, mas no fim de 2011 houve uma queda em torno de 49 bilhões. Desde então, o declínio ganhou ímpeto.


Os depósitos em poupança registraram mais uma queda de 5,4 bilhões em setembro e de 8,5 bilhões em outubro - a maior retirada mensal de fundos desde o início da crise da dívida, em 2009.


A corrida aos bancos é resultado da enorme incerteza das famílias gregas que chegou ao seu auge no início de novembro em meio à agitação política que se seguiu à decisão do então premiê George Papandreu de convocar um referendo sobre um segundo pacote de ajuda ao país.


O primeiro-ministro George Papandreu abandonou seu projeto e acabou renunciando ao posto depois dos protestos de outros líderes europeus contrários ao referendo, e um novo governo foi formado em 11 de novembro sob a liderança do ex-presidente do banco central Loukas Papademos. Isso parece ter ajudado a reduzir o volume de retiradas nas contas de poupança, pelo menos no momento. Retiradas nos bancos. No entanto, hoje os gregos têm apenas 170 bilhões em contas de poupança

Fonte: http://br.finance.yahoo.com/

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LUIZ

Mensagem  Angel em Sex 16 Dez 2011 - 0:16

Luiz, parte de nossa família, de luz. Parabéns! pelo seu aniversário! Que os seus dias sejam cada vez mais repletos de amor e de paz. Obrigado por sua colaboração, sempre pronta, em favor ao nosso esclarecimento.
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Sex 16 Dez 2011 - 1:07

Obrigado Angel.

Muito obrigado , de coração agradeço o carinho, a lembrança e o amor, que vossas palavras se tornem reais , mais uma vez obrigado.

O que eu puder fazer, dentro de meus limites, podem contar comigo, obrigado mais uma vez.

Paz para ti e para esta família que com tanto carinho me acolhe.
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Qui 22 Dez 2011 - 15:04

OI GENTE.

NADA PESSOAL, APENAS FICA A PERGUNTA:

O SISTEMA FINANCEIRO REALMENTE ESTÁ DESMORONANDO?

IG de hoje:


Mansão de Gisele e Tom Brady está em fase de conclusão

A casa de Los Angeles da família está quase pronta. Eles devem se mudar no início de 2012

O casal Gisele Bündchen e Tom Brady deram início à contrução da nova casa no bairro de Brentwood, em Los Angeles, no início de 2010. Hoje, quase dois anos depois, a mansão de 2 mil metros quadrados e avaliada em US$ 20 milhões está na reta final. O telhado e os jardins já estão prontos e a família deve se mudar de Boston para lá já no início de 2012.








VAMOS SÓ IMAGINAR QUANTA FOME ACABARIA NO MUNDO COM A VENDA DESTA CASINHA HUMILDE, E LEMBREM-SE, ISSO É PONTINHA DE ICEBERG.

FORTE ABRAÇO A TODOS.


http://gente.ig.com.br/mansao-de-gisele-bundchen-e-tom-brady-esta-em-fase-de-conclusao/n1597419896160.html
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Sex 6 Jan 2012 - 8:08

Papademos: Grécia irá FALIR em março!
E isto vai se alastrar para o mundo inteiro...
Nós realmente ainda vamos ver o que é uma crise de verdade!

O primeiro-ministro grego voltou a apelar para um acordo com a troika e consequente financiamento da Grécia. Caso contrário, "a Grécia enfrenta, em Março, o risco de falência desordeira imediata".

O primeiro-ministro grego, Lucas Papademos, advertiu na quarta-feira à noite em reunião com os sindicatos das empresas e dos trabalhadores que a Grécia enfrenta a possibilidade de quebra nos próximos três meses se não chegar a um acordo financeiro com os financiadores. Pela transcrição de seu discurso para os representantes dos agentes sociais do país, divulgado pela agência "AMNA", o chefe de Governo precisou que sem esse acordo e as subsequentes ajudas financeiras "a Grécia enfrenta o risco imediato de um calote descontrolado em março".

Diante desse cenário, Papademos destacou a importância de os sindicatos dos trabalhadores e os das empresas chegarem a um acordo para reduzir os custos salariais no setor privado. "Temos de renunciar um pouco para não perder muito", justificou o ex-chefe do Banco Central da Grécia, quem assumiu as rédeas do Governo de união nacional em novembro em meio a pior crise econômica e financeira da história do país.

"Se nas próximas semanas não dermos os passos necessários, se não convencermos de que estamos dispostos a dar passos decisivos para sair da crise, nossa avaliação será negativa", ressaltou. Os representantes do grupo de ajuda à Grécia, composto pelo Banco Central Europeu (BCE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Comissão Europeia, devem chegar a Atenas em 15 de janeiro.

Os sindicatos já rejeitaram qualquer possibilidade de reduzir mais uma vez os salários do setor privado. O presidente da Confederação Geral do Trabalho, Yannis Panagopoulos, exigiu nesta quinta-feira em declarações a uma rádio que não interfira no acordo salarial assinado com o sindicato patronal há meses e questionou: "para que serve estarmos na zona de euro se temos salários de fome".

A patronal também não quer a redução do salário mínimo, mas aceita que é preciso chegar a um acordo para reduzir o custo salarial médio para as empresas. Por isso, o presidente da Associação de Empresas e Indústrias, Dimitris Daskalopoulos, convidou os agentes sociais para uma reunião em 9 de janeiro, para chegar a um acordo sobre a redução do custo de trabalho sem redução do salário mínimo.

"O diálogo social para a redução do custo salarial médio é de importância capital para melhorar a competitividade do país", garantiu Daskalopoulos em carta enviada aos representantes sindicais. Mas não só os sindicatos que resistem a novos ajustes salariais, também o partido conservador "Nova Democracia", que faz parte do Governo de unidade.

Solução para a Grécia é privatizar o país, diz consultoria

A legenda anunciou nesta quinta-feira que se opõe a qualquer redução salarial no setor privado. Para esta quinta se espera um conselho de ministros chave para abrir uma via do diálogo com a "troika", já que se prevê a aprovação de um projeto de lei que aborde as medidas debatidas pelos analistas internacionais em sua última visita à Grécia em dezembro.

Entre estes temas, destacam a liberalização das profissões protegidas (especialmente táxis e caminhões) e medidas práticas para evitar a evasão fiscal, que é endêmica na Grécia. Foram precisamente os caminhoneiros os que fizeram fracassar todos os esforços de liberalização do Governo socialista anterior. Com o apoio dos então opositores conservadores e ultranacionalistas, as transportadoras bloquearam as estradas de todo o país e organizaram violentas manifestações.

Fonte: http://economia.ig.com.br/criseeconomica/premie-da-grecia-adverte-sobre-calote-descontrolado-para-marco/n1597518358449.html
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Sex 3 Fev 2012 - 15:24

Euronotícias da Eurocrise



Oficial da União Europeia: a Grécia precisa de extras 15000000000 €
Por Gabriele Steinhauser
A Associated Press
BRUXELAS - Um funcionário da União Europeia diz que o bloco pediu a zona do euro para ajudar a fornecer um extra de € 15 bilhões ($ 20 bilhões) para o endividado Grécia.


O oficial disse quinta-feira que os inspetores internacionais da dívida da Grécia descobriram que uma diferença de cerca de € 15 bilhões permanece entre o alívio da dívida prestados por bancos e outros investidores particulares e um segundo, 130.000.000.000 € de resgate.
O funcionário disse que a diferença poderia ser preenchido por mais empréstimos de resgate da zona euro ou pelos bancos centrais da zona do euro ou bancos públicos como depósitos da França Caisse de tomar uma perda em seus bondholdings gregos.
O funcionário estava falando sob condição de anonimato devido à sensibilidade da questão.
O Banco Central Europeu e os bancos centrais nacionais são estimadas para manter bilion € 50 para € 55 bilhões em títulos gregos.
ATENAS, Grécia (AP) - Os sindicatos e os empregadores na Grécia são para retomar as negociações de quinta-feira como os embaralha país para avançar com mais corte de custos das reformas e concluir acordos de dívidas maciças que impediriam um padrão iminente.
As negociações devem começar, com os inspectores da dívida da União Europeia eo Fundo Monetário Internacional pressionando a Grécia para cortar custos trabalhistas no setor privado.Os inspectores da dívida são também devido a retomar reuniões de alto nível com o governo.
A Grécia está esperando para conquistar um acordo para um socorro segundo vale € 130.000.000.000 (172000000000 $) nos próximos dias com os seus parceiros da zona do euro 17-nação e do FMI, e um acordo relacionado com os credores privados que verá 100000000000 € enxugou a dívida nacional.
Sem esses acordos, a Grécia enfrenta falência no próximo mês, pois é incapaz de cobrir um reembolso vínculo € 14500000000 devido em 20 de março.
"Esta é uma negociação muito difícil e é claro que existem diferenças de opinião, então vamos ver onde que leva", porta-voz governamental disse à televisão Kapsis Pantelis mega privado.
"Como um país, chegamos à beira da falência oficial. Temos sido emprestado por tantos anos e agora temos nossas costas para a parede, por isso temos decisões difíceis a fazem."
Também quinta-feira, trabalhadores do serviço de saúde estatal nacional se reuniram em protesto em frente ao Ministério da Saúde para protestar contra os cortes de gastos em saúde, incluindo uma nova rodada de reduções salariais que entrou em vigor em 1 de fevereiro.
Um grupo de manifestantes carregavam um caixão vazio em frente ao prédio Atenas central.
Atlanta Business News



Aumenta o número de desabrigados por conta da crise da Grécia
03 de fevereiro de 2012
O país dívida amarrado está experimentando um terrível subproduto da crise econômica: um número crescente de pessoas que vivem nas ruas.
Até recentemente, os sem-abrigo era um conceito estranho na Grécia. Era algo que os gregos discutido depois de visitar outras cidades europeias, onde eles ficaram chocados com a visão de pessoas dormindo nas ruas. Desde a crise econômica atingiu em 2009, no entanto, os atenienses se tornaram muito mais usado para a visão de urbanistas colegas que vivem nas calçadas.
É impossível sair de uma estação de metro, bar, restaurante ou cinema no centro da cidade e não se deparar com um morador de rua. Dormindo em portas, em esteiras de boas-vindas e grades de metrô mais, estas pessoas são agora um dos símbolos mais visíveis da situação perigosa da Grécia econômica.A organização não-governamental estima que houve um aumento de 25 por cento na população de rua da Grécia desde 2009 . Mais de metade destes 20.000 estão nas ruas de Atenas.
Temperaturas devem cair abaixo de zero ao longo dos próximos dias, com vento de força de ventos assobiando pelas ruas estreitas de Atenas, em que é devido a ser o mais frio da semana do inverno até agora.As autoridades estão lutando para fornecer cobertores, medicamentos e alimentos para desabrigados do exposto a essas condições desagradáveis.
Um ministro do governo se referiu a eles como a "sem-teto novo." Eles não estão nas ruas devido a drogas ou bebidas, mas porque perderam seus empregos e casas, como resultado da crise e três anos completos de recessão, acompanhada de duras medidas de austeridade destinadas a obter as finanças públicas da Grécia volta aos trilhos.
Um homem sem-teto dormindo dormindo na entrada de um complexo de escritórios no centro de Atenas, na Grécia, 09 de dezembro de 2011. Ter um quarto e uma cama onde passar a noite não é uma questão de curso mais de um número crescente de pessoas na Grécia. Segundo a grega assistentes sociais, mais de 20.000 pessoas desabrigadas vivem nas ruas de Atenas, um aumento dramático relacionada com os últimos dois anos de recessão profunda em endividado Grécia. , Alkis Konstantindis /

"A situação é extremamente difícil", diz Giorgos Apostolopoulos, chefe do abrigo municipal desabrigados. "Estamos tentando nosso melhor para encontrar todos podemos, mas às vezes as pessoas estão escondidas em parques ou playgrounds. Depois disso, ele está nas mãos dos deuses. ” Se o tempo piorar, teremos sérios problemas. "
A cidade de Atenas criou uma linha direta para que os moradores podem comunicar às autoridades, onde moradores de rua estão dormindo e expedição unidade móvel do município. Com a ajuda de voluntários, a cidade pode oferecer abrigo a uma quadra de basquete coberta. Não há camas ou aquecimento de apenas sacos de dormir em um piso de madeira, mas isso batidas passaram a noite no frio.
"A resposta do público foi se movendo", diz Apostolopoulos. "Eles estão nos chamando e fornecer lotes de cobertores.O que estamos curtos de agora é a comida. ” Precisamos alimentar essas pessoas. "
Não existe legislação para reservar fundos públicos para as pessoas que perdem suas casas, um sinal de quão estranho um sem-teto problema é na Grécia. A União Europeia eo Fundo Monetário Internacional , que estão oferecendo empréstimos para evitar a falência grega, estão pressionando a Grécia a reduzir o gasto público e reduzir o déficit orçamentário do país, que estava perto de 10 por cento do PIB no ano passado. No entanto, a caridade e da Igreja Ortodoxa da Grécia não têm os recursos para ajudar o crescente número de desabrigados. Em resposta, o governo pretende apresentar um projeto de lei ao Parlamento em Fevereiro que lhe permita prestar assistência financeira.
Não existe legislação para reservar fundos públicos para as pessoas que perdem suas casas, um sinal de quão estranho um sem-teto problema é na Grécia.
Embora o número de pessoas dormindo nas ruas é um lembrete visível da crise, há um problema iminente para a Grécia que é menos óbvia. Com o desemprego afiação para 20 por cento, os salários sendo cortados e os impostos, especialmente sobre propriedade de aumento, muitos gregos estão à beira de perder suas casas. Uma pesquisa realizada para a Propriedade Federação Helénica (POMIDA) indica que 48,2 por cento dos proprietários de casas não são susceptíveis de ser capaz de cumprir seus pagamentos de hipotecas neste ano. A mesma sondagem, que POMIDA apresentado na semana passada, sugeriu que 50,8 por cento dos proprietários de casas não acho que eles serão capazes de pagar seus impostos de propriedade.
Na verdade, eu acho que as coisas poderiam ser piores ", diz presidente POMIDA Stratos Paradias, que argumenta que o governo grego" criminalizados "casa própria por onerar os proprietários com impostos que não podem pagar.
Os bancos em geral relutam em encerrar em casas devido às dificuldades que eles enfrentam em vender as propriedades no mercado aberto. Em vez disso, eles estão buscando reestruturar as hipotecas de uma maneira que faz os pagamentos baixos o suficiente para que os clientes ser capaz de pagar . Mas essa trégua pode chegar a um fim. Para muitos, ele já tem, como proprietários pé propriedade subaquática cujos pagamentos não podem fazer, ou perder de habitação para os proprietários que não podem mais tolerar meses de aluguel em atraso.
"Houve despejos poucos até agora, mas isso é porque as pessoas estão recebendo a ajuda de parentes", diz Paradias. Ele ressalta que no atual clima econômico, colocando uma casa no mercado é inútil, como poucos vendedores vão encontrar compradores. Os números apoiar seu argumento. O Banco da Grécia dados mostram que as vendas de casas caiu em cerca de 20 por cento só no ano passado. O número de licenças de construção emitidas novas em 2011 também foi para baixo por cerca de um terço.
Nikos Vassiliou, um pai de 39 anos de idade de dois filhos que está pagando um apartamento de dois quartos que ele comprou em Atenas, tem sido profundamente afetada pela queda na atividade de construção. Ele normalmente trabalha em canteiros de obras, mas encontrou empregos apenas de forma intermitente desde o ano passado. Construção é um dos muitos sectores da economia grega sofrendo com a recessão profunda. A falta de renda colocou grande pressão sobre as finanças da família do Vassiliou.
"Cortamos de volta em tudo e estão esperando que haverá bastante trabalho este ano para cobrir nossos custos", diz ele. Sua mulher tinha um trabalho a tempo parcial como um aspirador em um banco, mas foi descartado como resultado de cortes. "No momento, somos capazes de pagar nossa dívida, porque tínhamos algum dinheiro guardado", diz Vassiliou, que tomou ao plantio de legumes no jardim comunal seu bloco de apartamentos para poupar dinheiro em comida.
Para Vassiliou, há uma posição de reserva, caso o banco voltar à posse de sua casa: seus sogros vivem algumas centenas de metros de distância. Os laços familiares são ainda muito forte na Grécia e é uma razão pela qual sem-abrigo não é ainda mais pronunciada.
"Conhecer a família da minha esposa está há algum conforto", diz Vassiliou. “We are lucky. "Temos sorte. Existem milhares de outros que estão em pior situação do que nós. ” Eu não quero imaginar o que vai acontecer com eles. "
Os sem-teto espalhados pelas ruas do centro de Atenas é um wake-up call para a rapidez com que os membros da sociedade podem deslizar através das rachaduras criadas pela crise. O desafio que o país enfrenta é como reviver a sua economia de modo que pessoas como Vassiliou e sua família não são o próximo a cair em desespero. Tudo enquanto a Grécia continua sob pressão fiscal constante da UE e do FMI.


Nick Malkoutzis é editor-adjunto do jornal Kathimerini Edição Inglês e blogs no interior da Grécia.

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Eurocrise:20 Sinais que a Europa está a mergulhar numa completa depressão económica
Um pesadelo econômico é descendente na Europa. A cada mês que passa, os números econômicos em toda a Europa ficam ainda pior. Neste ponto, está se tornando extremamente difícil para qualquer um negar que a Europa está a mergulhar em uma completa depressão econômica. Na verdade, algumas partes da Europa já estão lá. Em Espanha, a taxa de desemprego total é superior a 22 por cento, e na Grécia, um em cada cinco estabelecimentos comerciais já foram fechados. Em toda a Europa, a atividade econômica está rapidamente a abrandar, o desemprego está subindo rapidamente e as dívidas ruins estão acontecendo.Não é ainda vai demorar um padrão por um país como a Grécia ou um colapso do euro para empurrar a Europa em uma depressão econômica.Toda a Europa tem que fazer é permanecer no caminho exato que é neste momento e vai chegar lá. Normalmente, os governos europeus reagiriam a uma desaceleração econômica, aumentando os gastos do governo. Mas desta vez a maioria deles já estão afogados em dívidas.Em vez de aumentar os gastos do governo, a maioria dos governos da Europa estão realmente cortar.Em toda a Europa, os governos nacionais estão a ser encorajados a implementar aumentos de impostos ainda mais e cortes no orçamento ainda mais.A esperança é que tudo isso austeridade vai ajudar a resolver a crise da dívida soberana pesadelo que a Europa enfrenta.Mas, infelizmente, todos esses aumentos de impostos e cortes no orçamento também vai envolver uma quantidade enorme de problemas econômicos.
A coisa assustadora é que estamos apenas no início do processo para a maioria das nações européias.Se você quiser ver onde nações como Portugal, Itália e Espanha são chefiadas, basta dar uma olhada na Grécia. Grécia tem vindo a descer esta estrada por vários anos, e ainda não há luz no fim do túnel para eles.
Os aumentos de impostos e cortes no orçamento que estão sendo implementadas agora na Europa será sentido nos próximos anos.A prosperidade econômica tremenda que foi alimentado por uma quantidade sem precedentes de dívida vai agora dar lugar ao sofrimento econômico tremendo.
A seguir, são 20 sinais de que a Europa está a mergulhar em uma completa depressão econômica ....
#1 A taxa de desemprego para aqueles entre as idades de 16 e 24 é 28 por cento em Itália, 43 por cento na Grécia e 51 por cento em Espanha.
# 2 Em geral, a taxa de desemprego para os menores de 25 anos na UE é de 22,7 por cento .
# 3 Citigroup está projetando que a economia de Portugal deverá encolher 5,7 por cento este ano.
# 4 O total de todas as formas de dívida em Portugal (governo, empresas e consumidores) é equivalente a 360 por cento do PIB.
# 5 A "recessão" grego está agora entrando em um quinto ano .
# 6 A economia grega encolheu 6 por cento durante 2011.
# 7 Ele está sendo projetado que a economia grega vai encolher por outros 5 por cento durante 2012.
# 8 A taxa de desemprego na Grécia é agora 18,5 por cento .
# 9 Na Grécia, 20 por cento de todas as lojas de varejo têm sido permanentemente encerrado.
# 10 O número de suicídios na Grécia aumentaram 40 por cento em apenas um período recente de 12 meses.
# 11 De acordo com o FMI, o montante da dívida acumulada pelo governo grego é igual a aproximadamente 160 por cento do PIB .
# 12 No total, existem hoje mais de 5 milhões de trabalhadores desempregados em Espanha.
# 13 O crédito mal parado em Espanha recentemente chegou a uma alta de 17 anos .
# 14 A taxa de desemprego em Espanha é agora um enorme 22,8 por cento .
# 15 O número de reintegrações de posse de propriedade na Espanha subiu 32 por cento em relação ao ano passado.
# 16 Quando a dívida com vencimento que o governo italiano deve rolar em 2012 é adicionado ao seu défice orçamental projectado, o total chega a cerca de 23,1 por cento do PIB da Itália.
# 17 A atividade manufatureira na zona do euro caiu por cinco meses em uma fileira .
# 18 A economia do Reino Unido , na verdade contratados durante o 4 º trimestre de 2011.
# 19 A economia alemã contraiu realmente durante o 4 º trimestre de 2011.
# 20 O Índice Baltic Dry, muitas vezes usado como um indicador para a saúde da economia mundial, caiu 61 por cento um escalonamento desde outubro.
Pessimismo econômico está lentamente se espalhando por toda a Europa como uma nuvem escura. Algumas das mais fortes economias da Europa estão apenas começando a desacelerar. Outros já estão tomados por dor econômica tremenda. . Tendências meteorologista Gerald Celente recentemente explicou a ABC Austrália, que grande parte da UE é já experimentando uma depressão econômica ....
"Se você mora na Grécia, você está em uma depressão, se você vive na Espanha, você está em uma depressão, se você vive em Portugal ou na Irlanda, você está em uma depressão", disse Celente "Se você viver. na Lituânia, você está correndo para o banco para receber o seu dinheiro fora do banco como o banco corre ir em frente. É uma depressão. Hungria, há uma depressão, e grande parte da Europa Oriental, Roménia, Bulgária. E há um monte de depressões em curso [já] ".
Como as coisas se quebram na Europa, a disputa política vai se tornar ainda mais intensa.
Por exemplo, ao longo dos últimos dias uma nova proposta chocante alemão veio à luz. Alemanha aparentemente gostaria Grécia para dar um " comissário do orçamento da UE "o poder de vetar todas as decisões gregos sobre impostos e gastos.
Isso representaria uma perda sem precedentes de soberania para a Grécia, e, obviamente, políticos gregos não estão entusiasmados com a idéia.
Na verdade, o grego ministro da Educação, Anna Diamantopoulou disse que a proposta era " produto de uma imaginação doentia ".
Mas o sentimento na Alemanha é que, desde a Grécia deve ser socorrida por eles, a Grécia deve estar disposto a submeter a algum descuido durante um determinado período de tempo.
Será interessante ver como isso se desenrola.
Enquanto isso, o povo grego continuar a tornar-se mais irritado. De acordo com uma sondagem recente, cerca de 90 por cento de todos os cidadãos gregos estão descontentes com o governo interino liderado pelo primeiro-ministro Lucas Papademos.
As coisas também estão desvendando muito rapidamente em Portugal. Agora há rumores de que os investidores privados serão obrigados a ter um "haircut" da dívida Português também.
O seguinte é de um recente artigo no Telegraph ....
Um relatório do Instituto Kiel para a Economia Mundial disse que Portugal teria que executar um superávit primário de mais de 11pc do PIB por ano para evitar uma dinâmica de endividamento espiral fora de controle, mesmo em um cenário benigno de crescimento anual 2pc.
"A dívida de Portugal é insustentável. Essa é a única conclusão possível", disse David Bencek, o co-autor, avisando que nenhum país pode alcançar um superávit primário acima 5pc por muito tempo.
"Nós não sabemos o que o gatilho vai ser, mas uma vez que há uma decisão sobre a Grécia as pessoas vão começar a olhar de perto e perceber que Portugal é a mesma posição que a Grécia era um ano atrás."
Infelizmente, este artigo é exatamente correto.
Portugal está em marcha na estrada exatamente o mesmo que a Grécia caiu.
O rendimento dos títulos portugueses de 5 anos é até agora um registro de todos os tempos por cento 19,8 Um ano atrás, o rendimento desses títulos era de apenas cerca de 6 por cento.
Esta é a mesma coisa que aconteceu à Grécia.
Um ano atrás, o rendimento em 5 anos de títulos gregos era cerca de 12 por cento.
Agora, o rendimento sobre esses títulos é mais do que 50 por cento .
O mundo está enfrentando uma crise de dívida diferente de tudo já visto antes, e na Europa é bem no centro dela.
Neste momento, as principais nações industrializadas do mundo são 55 trilhões de dólares em dívida.
Todo mundo sabia que em algum momento que bomba da dívida ia explodir.
Então, o que vai acontecer a seguir?
Bem, a Europa parece estar caminhando para uma completa depressão econômica.
Será que o resto do mundo será capaz de escapar de um destino semelhante?

O Sonho Americano
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Ter 14 Fev 2012 - 8:12

Euronotícias da Eurocrise em 13 de fevereiro de 2012
“Financial Times”: Grécia e Portugal devem entrar em falência


Colunista Wolfgang Münchau escreveu um artigo de opinião no “Financial Times“ defendendo que a Grécia e Portugal deveriam entrar em falência.
13:32 Segunda feira, 13 de fevereiro de 2012
Para o jornalista alemão Wolfgang Münchau são vários os motivos que deviam justificar a falência da Grécia e de Portugal.
Num artigo de opinião publicado no “Financial Times”, o colunista acusa os líderes europeus de serem ”arrogantes”, sublinhando que não têm qualquer experiência em resolver crises financeiras.
Wolfgang Münchau considera que os políticos deveriam ter aprendido com os erros dos outros no passado, mas preferiram continuar na ignorância o que deverá ter consequências “ruinosas”. Só os governantes do norte da Europa começaram a perceber que o programa grego foi ”um falhanço monumental”, defende o jornalista.
Futuro líder irá cooperar?

Münchau refere ainda que o Governo grego é instável e face à agitação social o quadro deverá agravar-se.
“Com greves sucessivas e demissões, será que o líder da Nova Democracia, Antonis Samaras, que é o provável próximo primeiro-ministro, vai cooperar com a atual estratégia?”, questiona o jornalista.
Para Wolfgang Münchau, a economia grega só deverá recuperar com um novo mercado de trabalho e um sistema político credível.
O jornalista defende que os líderes europeus deveriam deixar a Grécia e Portugal entrar em incumprimento, recorrendo depois ao fundo de resgate europeu. Esta, defende o jornalista, seria a condição necessária para ajudar estes países e evitar o contágio para outros países do euro.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/financial-times-grecia-e-portugal-devem-entrar-em-falencia=f704173#ixzz1mILI1ul5

Fitch rebaixa Santander e outros 4 bancos espanhóis


Para agência, rebaixamento da Espanha indica enfraquecimento da sua habilidade de ajudar os grandes bancos
AE | 13/02/2012
A agência de classificação de risco Fitch rebaixou hoje os ratings de cinco grandes bancos da Espanha, após o corte na nota soberana do país, que em 27 de janeiro foi rebaixada para A, de AA-.
Leia: Agência Standard & Poor’s rebaixa rating de 34 bancos italianos
O rating de longo prazo do Santander foi rebaixado para A, de AA-. A nota do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) foi rebaixada para A, de A+. O Bankia foi cortado para BBB+, de A-. O CaixaBank foi revisto para A-, de A. E a Caja de Ahorros y Pensiones de Barcelona (La Caixa) foi rebaixada para A-, de A. A perspectiva para o Santander, o BBVA e o CaixaBank é negativa. A perspectiva para o Bankia é estável. E a La Caixa continua em revisão para possível rebaixamento.
Também: Governo espanhol aprova reforma trabalhista para baratear demissões
“O rebaixamento da Espanha indica um enfraquecimento da sua habilidade de ajudar os grandes bancos. Entretanto, a Fitch espera que as autoridades espanholas continuem a mostrar uma alta propensão a ajudar essas instituições”, diz o comunicado divulgado pela agência.
FONTE
FT.NET
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Qui 23 Fev 2012 - 9:04

Eurocrise: A Grécia de novo.... Onde isso vai parar?
Grécia: Fitch corta rating para C e já admite falência
A agência Fitch de notação financeira cortou hoje o rating da Grécia em dois níveis de CCC para C, penúltimo nível da escala, e diz que é provável o incumprimento do país no pagamento da sua dívida em breve.
22 de fevereiro de 2012

A agência de notação financeira cortou hoje o ‘rating’ da Grécia em dois níveis de CCC para C, penúltimo nível da escala, e considera ser muito provável o incumprimento do país no pagamento da sua dívida em breve.
“A Fitch considera que a proposta para reduzir a dívida pública grega através da troca de títulos com os investidores privados irá, se finalizada, constituir um ‘default’ [incumprimento] para efeitos de ‘rating’, e irá resultar na colocação dos ‘ratings’ individuais do país em ‘incumprimento restrito’ até ser finalizado”, afirma a agência de ‘rating’ em comunicado.
A agência já havia avisado, por várias vezes, que a intenção manifestada de chegar a acordo com os investidores privados para que estes assumissem perdas nos títulos gregos seria considerada como incumprimento para a Fitch.
A Fitch diz que toma esta decisão na sequência do comunicado do Eurogrupo sobre o segundo programa de resgate à Grécia, que irá incluir um novo financiamento à Grécia desta vez de 130 mil milhões de euros, que inclui o envolvimento do setor privado e os subsequentes anúncios do governo grego sobre os termos desse envolvimento privado.
O acordo prevê um corte nominal no valor facial dos títulos de dívida grega na ordem dos 53,5 por cento e impõe ainda ‘Collective Action Clauses’ (cláusulas nos contratos das obrigações que podem impor novas alterações aos termos do pagamento dessa dívida, abrindo a porta a mais perdas dos investidores).
A agência de ‘rating’ diz que pouco depois dos novos títulos serem emitidos (para fazer a troca com as obrigações que os investidores têm atualmente na sua posse), a nota do país irá passar para ‘Restricted Default’ (incumprimento restrito) e considera que a imposição dessas novas cláusulas uma alteração material adversa desses contratos, e que esta troca de dívida sobre os investidores é coerciva.
A qualificação das agências de notação financeira da dívida grega como incumprimento e da reestruturação com envolvimento (e acordo) dos privados como coerciva poderá desencadear o pagamento de alguns seguros contra incumprimento da dívida grega (os ‘credit default swaps’), dependendo da estrutura de cada contrato.
A reestruturação em si, como tem acordo dos investidores privados, é considerada voluntária e não resulta no pagamento destes seguros, de acordo com a organização norte-americana que serve de árbitro no mercado dos derivados, a ISDA, mas a opinião das agências pode desbloquear o pagamento de alguns destes ‘credit default swaps’ a quem comprou proteção contra o incumprimento da dívida grega.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/grecia-fitch-corta-iratingi-para-c-e-ja-admite-incumprimento=f706235#ixzz1n7vvpaJo




Mercado da dívida penalizou Grécia e Portugal – Risco de calote só aumentou

O risco de incumprimento da dívida dos dois países aumentou depois de conhecido terça-feira o novo pacote de resgate à Grécia. Os juros da dívida portuguesa subiram, à exceção do prazo a 2 anos. Também França e Bélgica foram penalizadas.
22 de fevereiro de 2012

A reação dos mercados da dívida ao segundo pacote de resgate à Grécia foi “mista”. Penalizou, claramente, a Grécia e Portugal e, em menor grau, França e Bélgica, e poupou Itália e Espanha.
A probabilidade de incumprimento da dívida grega num horizonte de cinco anos disparou, subindo de 87,82% no fecho de segunda-feira para 91,64% no fecho de terça-feira, segundo dados da CMA DataVision. O preço dos credit default swaps (cds) – seguros contra o incumprimento da dívida – associados à dívida grega voltou a subir acima dos 10.000 pontos, algo que já não ocorria desde 20 de dezembro de 2011. O valor dos “pontos à cabeça” (points upfront) aquando do estabelecimento de um contrato de cds disparou para 71 pontos.
Este conjunto de indicadores aponta, de novo, para uma situação de iminência de default. Apesar de, aparentemente, o acordo apontar para a realização, atempada, no começo de março, de uma troca de títulos de dívida. Troca que acarretará, como se soube nesta decisão do Eurogrupo, uma redução substancial do montante em dívida aos credores privados na ordem dos 74% do valor líquido presente. Troca que poderá evitar uma bancarrota no dia 20 de março, aquando do vencimento da maior fatia de dívida este ano.
Dúvidas sobre a trajetória da dívida grega


Esta subida significativa do risco grego deriva do facto do acordo obtido no Eurogrupo terça-feira de madrugada, depois de 13 horas de discussões, deixar “uma pletora de incógnitas”, segundo o balanço realizado pela Markit. Uma das incógnitas mais citadas, entre os analistas, tem a ver com a trajetória da dívida grega. Será que vai descer de 160% do PIB em 2011 para 120,5% (nova meta, ao pormenor decimal, fixada pelo Eurogrupo) em 2020? Um relatório “estritamente confidencial” da troika, elaborado antes da reunião do Eurogrupo, e entretanto divulgado, admite um cenário em que a evolução da divida poderia ir até um pico de 178% do PIB em 2015, regressando, depois, a 160% em 2020, o mesmo nível de 2011.
O contágio propagou-se, de imediato, à divida portuguesa. O nível de incumprimento, que havia descido abaixo dos 60% há uma semana atrás, voltou esta terça-feira a subir acima dos 60%, fechando em 60,54%, acima do valor de fecho de segunda-feira. A Markit voltou a referir o valor dos “pontos à cabeça” para o caso dos cds ligados à dívida soberana portuguesa que subiu para 33 pontos, de qualquer modo, um valor ainda distante do pico de 43 pontos de 30 de janeiro.
A mesma reação de penalização da dívida portuguesa ocorreu no mercado secundário com as yields (juros) das obrigações do Tesouro (OT) a subirem em todas as maturidades, com exceção do prazo a 2 anos, segundo dados da Bloomberg. O prémio de risco da dívida portuguesa em relação à dívida alemã fechou terça-feira, a subir, fixando-se em 10,45 pontos percentuais. Este prémio mede a diferença (spread) entre os juros das OT a 10 anos e os juros dos Bunds, a designação dos títulos alemães, com a mesma maturidade. Os juros dos Bunds servem de referência na zona euro.
Itália e Espanha escapam


O risco de incumprimento da dívida francesa, belga e irlandesa também se agravou esta terça-feira.
Escaparam à desconfiança destes mercados, a Itália e Espanha, cujos prémios de risco baixaram, bem como as yields dos seus títulos, e em particular no caso dos prazos a 10 anos. Neste prazo continuam bem abaixo do limiar crítico dos 7%, tendo fechado esta terça-feira em 5,44% para os títulos italianos e 5,14% para as obrigações espanholas.
A Itália saiu segunda-feira do 10º lugar no TOP 10 da probabilidade de incumprimento (“clube” da bancarrota) e, depois de ter reentrado à tarde na terça-feira, voltou a sair à hora de fecho.
O Tesouro espanhol colocou na manhã de terça-feira dívida de muito curto prazo, a 3 e a 6 meses, num montante de €2,5 mil milhões, com juros abaixo de 1%, o que já não se observava há dois anos.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/mercado-da-divida-penalizou-grecia-e-portugal=f706137#ixzz1n7uaW8ut
Grécia pode precisar de mais dinheiro
Comentário de João Silvestre, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise, as fragilidades do novo pacote grego , as consequências para Portugal e o desemprego jovem.
Estas matérias acima vêm via site do FT.Net e pesem-se as fontes originais que são do aeiou.expresso.pt.
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Seg 12 Mar 2012 - 8:49

Segundo Moody’s: Mesmo com perdão de parte da dívida, Grécia entra em estado de falência
Foi declarado que Atenas entrou em fase de falência ou default. Foi assim que a agência internacional de rating “Moody’s” avaliou a situação econômica da Grécia. Os seus peritos declararam que os parâmetros do acordo, que o gabinete de Lucas Papadimos fez nesta semana com os credores particulares, correspondem precisamente ao parâmetro de falência.
Atenas não está em condições de servir as suas dívidas no valor de centenas de bilhões de euros. O governo da Grécia necessita para isso da ajuda de fora. Os parâmetros desta ajuda são tema de conversações difíceis que se prolongam já há por vários meses. Bruxelas impõe novas e novas condições e exige garantias e compromissos, Atenas faz de mau grado as concessões.


No entanto, em finais de fevereiro o Banco Europeu Central, a Comissão Européia e o Fundo Monetário Internacional resolveram conceder à Grécia mais um pacto de ajuda financeira no valor de 130 bilhões de euros. Existia um único empecilho: Atenas devia acordar com investidores particulares o cancelamento de uma grande parte das dívidas. A maior parte deles admitiu, afinal, as condições, propostas pelo governo grego, de troca de títulos públicos. E os que não concordarem, serão forçados a admitir esta troca nas mesmas condições, isto é, de acordo com a “norma de ação coletiva”, introduzida por Atenas.
Afirma-se que o maior acordo na história da Europa com investidores particulares sobre o cancelamento de uma parte da dívida estatal vai salvar Atenas da falência descontrolada. No entanto, a agência “Moody’s” anunciou que a Grécia é incapaz de servir as suas dívidas, mas explicou que isso não vai influenciar o rating creditório da Grécia, que continua no nível C, isto é, o mais baixo nível possível.
Os peritos aconselham não levar muito a sério em consideração as declarações das agências de rating. Ultimamente, a confiança em relação a semelhantes apreços diminuiu bruscamente,- afirmou Serguei Smirnov, diretor do Instituto de Política Social da Escola Superior de Economia.
"Sabemos muito bem, o que é que as agências de rating são na realidade. Soube-se que em muitos casos se trata de certos roteiros encomendados e está claro, quem é que lucra com isso. Eu preferiria orientar-me pelos governos dos respectivos países – pelos seus ministérios das finanças e estruturas administrativas competentes, que lidam não com os prognósticos abstratos mas com problemas perfeitamente concretos, relacionados à retirada da Grécia da crise.Creio que serão lançadas todas as forças para impedir uma falência deste gênero."
Espera-se que a troca de títulos públicos da Grécia seja concluída a 12 de março. Depois disso a União Européia e o Fundo Monetário Internacional irão conceder a este país a primeira tranche do crédito total de 130 bilhões. Uma parte desta soma será gasta para pagar os detentores dos novos títulos públicos e para compensar as perdas dos bancos gregos que foram sinistrados mais de todos pela reestruturação da dívida soberana do país.

Fontes: http://portuguese.ruvr.ru/ e http://2012umnovodespertar.blogspot.com/


Leia mais: http://www.libertar.in/2012/03/segundo-moodys-mesmo-com-perdao-de.html#ixzz1ou0Mwmun
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Qui 29 Mar 2012 - 8:27

Dizem que o tempo é um invento para evitar que tudo aconteça no mesmo instante. A frase original é do escritor Ray Cummings e aparece no seu romance de ficção científica A garota do átomo dourado(publicado em 1929). Parece assim que hoje o tempo colapsa sobre si próprio e, efectivamente, todas as economias do planeta acusam simultaneamente os sintomas e as feridas da crise.

Isto pode parecer uma opinião demasiado pessimista. Afinal de contas a imprensa de negócios esforça-se por fazer-nos acreditar que a crise global entrou numa fase de acalmia e até de recuperação. A violência da crise na Grécia passou momentaneamente para um segundo plano com reestruturação da sua dívida, há uma semana. O euro parece que melhorou a sua posição e surgem outras “boas notícias”. Nos Estados Unidos, pelo terceiro mês consecutivo, anuncia-se que foram gerados empregos e fala-se de uma “tímida recuperação”.

Assim, parece que os ventos em furacão amainaram e que lá longe poderia despontar um raio de sol e o anúncio de melhores tempos. Mas não se pode enganar.

Na Grécia, o acordo reduziu em mais de cem mil milhões de euros a dívida com credores privados. Mas isso não é senão uma moratória disfarçada da reestruturação da dívida. A prova é que até uma parte dos temidos seguros de não pagamento foi activada (o montante apenas ultrapassou os 3 mil milhões de dólares, o que pode ser absorvido pelas seguradoras sem grandes problemas).

Todo este acordo foi para ganhar tempo, não para encontrar uma solução real para o problema da economia grega. No fundo, a Grécia permanece sem capacidade de enfrentar o serviço da sua dívida e as condições de política económica que lhe foram impostas (em especial pelo programa de austeridade) conduzirá necessariamente ao aprofundamento da catástrofe. O PIB já acusa uma queda de 6% em 2011 e este ano o prognóstico é muito mau. O desemprego ultrapassa 22% e entre jovens chega a 50%. Já há mais de 22 mil pessoas sem tecto em Atenas.

Todos os componentes da procura agregada da economia grega estão em queda vertical: o salário mínimo reduziu-se em 22% (e para alguns sectores a perda será de 32%). O corte da despesa pública representa outro golpe duro na procura agregada. É evidente que a meta de reduzir a dívida grega a 160% do PIB em 2020 é irrisória. O país vai arrebentar muito antes.

O ritmo de actividade económica na Europa continua a diminuir e a região está a entrar numa recessão que pode ser duradoura. O desemprego na União Europeia atinge já os 10,7% e é o mais alto em mais de 13 anos. O “motores” económicos não vão bem: o prognóstico favorável para 2012 é que a Alemanha e França cresçam 1,2 e 1,3%, respectivamente. A Itália e a Espanha mantêm-se mais ou menos estáveis, se fizermos caso dos diferenciais de financiamento da sua dívida soberana, mas essas duas economias estão claramente no umbral da uma forte recessão e isso fará que os mercados financeiros voltem a “inquietar-se”. O custo financeiro da sua dívida voltará a crescer.

Nos Estados Unidos, as boas notícias sobre o desempenho do mercado de trabalho devem ser manejadas com cautela. Muitos dos empregos gerados continuam a ser de muito má qualidade. É normal, os problemas estruturais da economia estado-unidense não foram reparados e a tendência à precarização do trabalho mantém-se. Por outro lado, todos os componentes da procura agregada estão a contrair-se: o consumo, o investimento residencial e não residencial e até as exportações. E tal como na Europa, a austeridade na política fiscal não augura nada de bom.

Na China as coisas tão pouco andam bem. A anemia mundial afecta as suas exportações e isso envia uma mensagem clara à hierarquia chinesa no sentido de transformar a economia, abandonando a política de exportações selvagens. Isso implicaria aumentar o consumo interno, o que requer aumentar o nível dos salários e remunerações. Os novos líderes em Pequim não parecem inclinar-se nessa direcção e já estão a apostar na desvalorização do renminbi.

Para fechar com chave de ouro, a retórica de guerra no Médio Oriente faz com que o preço do petróleo se mantenha alto, o afectará negativamente a economia mundial. Israel continua a insistir em que não permitirá ao Irão dotar-se de armas nucleares. Isso pode ser parte de uma campanha de distracção sobre o problema palestino, mas é algo que incide sobre as expectativas e a evolução do preço internacional do petróleo bruto.

No cronómetro da crise, o tempo deforma-se reconcentra-se num ponto: a crise é um monstro que respira e retomar as suas forças. A lei da mercadoria, tão certeiramente definida por Marx, levou a lógica do capital até os rincões mais afastados do planeta. Para esta longa viagem, na sua equipagem o capital levou também as suas contradições e a propensão à crise. É o pulso das economias capitalistas.

[*] Economista, mexicano, http://nadal.com.mx

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Qui 3 Maio 2012 - 9:15

Caro Amigo Luiz, acho que esta notícia é bem sua praia.....


Esta é a primeira vez na história que todos os bancos centrais já imprimiram dinheiro ao mesmo tempo ... E eles estão falhando miseravelmente
02 de maio de 2012

Impressão global simultânea está falhando miseravelmente


Principais economistas keynesianos argumentam que o fracasso das medidas de austeridade europeias para puxar a Europa pra fora da crise prova que mais estímulo é necessário, e que a austeridade é um veneno nesta fase.
Na verdade, os economistas mais tradicionais fingem que a dívida não existe ... ou acreditam que a dívida para seu próprio bem é bom e necessário.
Mas Martin Weiss observou no mês passado:
Quatro dos maiores bancos centrais foram absolutamente frenéticos, correndo as impressoras de dinheiro como nunca antes na história:


Fonte: Gráfico de linhas - PIMCO

O Banco do Japão (BOJ) já havia imprimido dinheiro como louco desde a sua economia de bolha estourou no início de 1990.
Então, quando a crise da dívida atingiu em 2008, o tamanho de seus ativos patrimoniais, que medem o total acumulado das operações de um banco central imprimindo dinheiro, já era o maior do mundo: Cerca de 20% de sua economia.
Então, quando as ondas de choque do colapso do Lehman Brothers atingiu o Japão, o que eles fizeram?
Eles intensificaram suas operações de impressão de dinheiro ainda mais - a cerca de 30% do PIB. (See yellow line in chart above.) (Veja a linha amarela no gráfico acima).
Além do Brasil na década de 1970 ou a Alemanha na década de 1920, nenhuma outra nação importante - ou grupo de nações - no planeta já tinham ido tão longe! (Até, isto é, a Europa, que eu vou chegar em um momento.)
Enquanto isso ...

No Federal Reserve dos EUA, nenhum presidente do Fed na história - nem mesmo notórios defensores do dinheiro fácil, como Arthur Burns ou Greenspan Allen - já havia executado as impressoras de dinheiro para qualquer período de tempo prolongado.
Mas o presidente do Fed o Sr.Bernanke mudou tudo isso. Logo após a crise da dívida atingiu em 2008, ele quase triplicou o tamanho da folha do Fed um saldo de cerca de 6% do PIB para quase 17% do PIB.
E nos anos desde então, ele injetou-lo ainda mais para cerca de 20% do PIB! (Linha vermelha no gráfico).
O Banco da Inglaterra (BOE) foi em grande parte expansão do seu balanço na etapa de bloqueio com o Fed (linha verde).
Mas na corrida global para imprimir dinheiro, é o Banco Central Europeu (BCE), que foi líder do bloco no ano passado ou assim, de repente, expandindo seu balanço de cerca de 20% do PIB para perto de 30% do PIB (linha azul ).
Heck, na década de 1990 e 2000, apenas as operações de impressão de dinheiro por um banco central (Banco do Japão) mudou o mundo:
Os investidores globais emprestado grandes quantidades de dinheiro barato no Japão e derramou em investimentos de risco em todo o mundo, ajudando a criar algumas das maiores bolhas - e bustos - na história.
Agora, imagine quatro bancos centrais a fazer a mesma coisa ao mesmo tempo!
Na verdade, a China e a Índia foram imprimindo, assim, como mostra o último 2 de 2011 estes gráficos :

Os EUA estão imprimindo muito dinheiro .....


Fonte, O St. Louis Fed
O Banco da Inglaterra está imprimindo muito dinheiro .....




Fonte: O BoE
A UE está imprimindo muito dinheiro ....




Fonte: O BCE
Japão está imprimindo muito dinheiro .....




Fonte: O BoJ
China está imprimindo muito dinheiro .....




Fonte: Banco Popular da China
A Índia está imprimindo muito dinheiro .....




Fonte: Banco Central da Índia
Pimco CEO El-Erian advertiu no mês passado que os bancos centrais podem quebrar a cara em sua experiência gigante para curar os males econômicos do mundo com o dinheiro de papel. Economistas conservadores argumentam que se os gastos de guerra poderia nos tirar da nossa queda, ele teria feito isso por agora . Eles também apontam que " os impérios mais caíram por causa das finanças imprudentes do que a invasão ".
Eles também apontam que o governo gastou mais na última década do que em toda a história americana antes que ... sem sucesso:
O governo fez mais do que durante a Grande Depressão, mas a economia ainda está preso num buraco.
*** ***
O montante gasto em resgates de emergência, empréstimos e subsídios durante esta crise financeira sem dúvida supera o montante que o governo gastou durante o New Deal.
For example, , Casey Research , escreveu em 2008:

Paulson e Bernanke iniciaram o maior programa de resgate já concebido .... um programa que até agora custará aos contribuintes 8,5 trillion dólares.
[O número é sem dúvida muito maior agora. ] Então como é que US $ 8,5 trilhões de dólares comparar com o custo de alguns dos principais conflitos e programas iniciados pelo governo dos EUA desde a sua criação? Para tentar compreender a enormidade desta figura, vamos olhar para alguns outros compromissos financeiros assumidos pelo nosso governo no passado:



Como ilustrado acima, pode-se ver que no dólar de hoje, já se comprometeram a níveis de gastos que superam o custo cumulativo de todas as grandes guerras e as iniciativas do governo desde a Revolução Americana.
Recentemente, o Congressional Research Service estimou o custo de todas as grandes guerras nosso país lutou em dólares de 2008. O gráfico acima mostra que o custo total da Segunda Guerra Mundial ao longo de quatro a cinco anos era menos da metade dos compromissos atuais feitas por Paulson e Bernanke nos últimos três meses!
Apesar de anos de conflito, o Vietnã e as guerras no Iraque têm o custo de cada menor do que o pacote de resgate que foi aprovado pelo Congresso em duas semanas. A Guerra Civil que assolou o nosso país teve uma etiqueta de preço total (tanto para a União e Confederação) de 60,4 bilhões dólares, enquanto a Guerra da Independência foi travada por meros US $ 1,8 bilhão.
Em seus cinqüenta anos ou mais de existência, a NASA só conseguiu gastar 885,000 milhões dólares - uma figura que nos levou à Lua e além.
O New Deal tinha um preço de apenas US $ 500 bilhões. O Plano Marshall, que permitiu a reconstrução da Europa após a Segunda Guerra Mundial por US $ 13 bilhões, vem a aproximadamente US $ 125 bilhões em dólares de 2008. O custo de consertar a crise S & L foi de US $ 235 bilhões.
CNBC confirma que o custo do New Deal cerca de US $ 500 bilhões (eo custo crise S & L em torno de 256.000 milhões dólares americanos ) em inflação ajustada de dólares.
Assim, mesmo que os gastos do governo sobre a "guerra" sobre a crise econômica supera o montante gasto com o New Deal, a nossa economia ainda está preso na lama.
"Falcões do déficit" como o top historiador econômico Niall Ferguson diz que a dívida da América lançará para uma crise da dívida, e que qualquer flexibilização quantitativa mais irá conduzir nossos credores para puxar o plugue.Na verdade, economista PhD Michael Hudson diz (começando por volta das 4:00 no vídeo):
Se o problema que está moendo a economia a uma parada é muita dívida, e se ninguém no governo - em qualquer uma das partes - está olhando para resolver o problema da dívida, então ... vamos entrar em uma depressão, na medida que os olhos podem ver.
No entanto, os EUA não tem vindo a conter seus gastos perdulários. Embora a teoria econômica moderna mostra que as dívidas do assunto (e ver este ), os EUA estão gastando em armas e manteiga , e da dívida americana subiu para mais de 100% do PIB.
Como PhD economista Dean Baker aponta , o FMI está a reprimir a América outrora orgulhosa como um país de terceiro mundo danado em desenvolvimento.(Como eu repetidamente tenho notado , o FMI realizada uma auditoria completa de todo o sistema financeiro dos EUA durante o último mandato de Bush no cargo - algo que eles só têm feito anteriormente para quebrar nações do terceiro mundo.)
Na verdade, professor de economia e ex-economista-sênior para o Conselho do Presidente de Assessores Econômicos Laurence Kotlikoff escreveu em 2010:
Os EUA estão falidos.
*** No mês passado, o Fundo Monetário Internacional divulgou sua revisão anual da política econômica dos EUA .... O FMI tem efetivamente pronunciado a falência dos EUA.
*** ***
Com base em dados do CBO, eu calculo uma lacuna fiscal de 202 trilhões de dólares, que é mais do que 15 vezes a dívida oficial.
*** Isto é o que acontece quando você executa um esquema de Ponzi maciço por seis décadas seguidas ....
*** *Comerciantes de James Bond vão chutar por milhas abaixo a nossa estrada, uma vez que acordar e perceber que os EUA estão em pior forma fiscal que a Grécia.
Na verdade, apesar de toda a impressão de dinheiro global, estamos ainda em uma depressão . E ver ver isso .
Debate Falso: Mais estímulo ou mais austeridade?
Na verdade, o debate estímulo versus austeridade inteiro é falsa (como observado no ano passado ). Vamos examinar uma analogia de ir além da retórica e ver o que realmente está acontecendo ...
A pressão sanguínea do paciente na sala de emergência cai precipitadamente.
Os documentos ER já deram 15 litros de sangue ao longo de muitas horas. Mas o paciente ainda está na iminência de morrer.
Regras e regulamentos médicos dizem que mais de 15 litros de sangue nunca deve ser dado, como transfusão em excesso pode causar outros problemas graves.
"Liberal" os médicos querem dar ao paciente mais sangue. Afinal, esta é uma emergência de vida ou morte ... e se eles podem simplesmente comprar mais tempo, eles podem ser capazes de descobrir uma maneira de salvar o paciente.
O "conservador" os médicos querem parar com as transfusões.Afinal, doar sangue demais pode matar o paciente ... e talvez ele vai ser capaz de puxar de fora por conta própria.
Quem está certo?
Bem, os médicos "liberais" e "conservadores" estão tão ocupados discutindo seu ponto de vista que eles não notaram que uma das pernas do paciente foi meia mastigado. Ele está sangrando pela ferida enorme aberta.
A menos que os médicos suturem a ferida, o paciente sangrar, não importa quanto sangue lhe dão.
O governo nem sequer é estimular de forma eficaz .... não está gastando dinheiro com os tipos de estímulo, que terão a maioria de estrondo para o fanfarrão. E dar dinheiro para o rapaz ajuda a estimular a economia muito mais do que dá-lo aos grandes jogadores financeiros .
Mas enquanto a DC lançou um par de bilhões de dólares em empregos e os estados - é uma pequena gota no oceano se comparado às muitas dezenas de trilhões de dólares em doações para os grandes bancos.
Quer ou não estímulo keynesiano poderia ajudar no nosso clima de que tudo permeia dívida, Washington já disparou o alarme na América em sustentar os grandes bancos e outros oligarcas.
Mais importante ainda, Keynes implementada seu estímulo New Deal, ao mesmo tempo que Glass-Steagall e muitas outras medidas foram implementadas para tapar os buracos em um sistema corrupto financeira. Os jogos do sistema financeiro diminuiu um pouco, a quantidade de negócio engraçado que o poder-que-ser poderia se envolver em foi refreada, em certa medida.
Como tal, a economia teve uma chance de se recuperar (mesmo com o estímulo maciço da Segunda Guerra Mundial, a menos que algum nível básico de confiança havia sido restaurada na economia, a economia não teria recuperado).
Hoje, no entanto, os políticos não fixaram nenhum dos grandes defeitos estruturais na economia (e ver isso ).
Assim, mesmo se o keynesianismo fosse a resposta, ele não pode trabalhar sem a implementação de reformas estruturais para o sistema financeiro.
Um pouco de água extra no encanamento não pode consertar canos que foram corroídos e estão completamente podres. O governo não tem ainda tentado substituir as secções de vazamento do tubo da nossa economia.
Salvamentos, impressão de dinheiro e perder a política monetária não podem remendar um sistema financeiro com buracos gigantes nele.
Quais são os buracos gigantes?
Alguns dos maiores são:
•Desenfreada fraude
•Pior do que o terceiro mundo a desigualdade
• Níveis absurdamente elevados de alavancagem
• Deformação da economia e do processo político por um punhado de bancos monstruosamente inchados
•Focalizando outros objetivos políticos do que a redução do desemprego (que tem o efeito líquido de realmente o aumento do desemprego )
Claro que, a perda da base da América de fabrico, encorajando postos de trabalho a ser enviado para o exterior, a partir de derivados de controlo e outras shenanigans são furos gigantes também. E o governo vem jogando dinheiro nos grandes bancos, em vez de o rapaz , que - como Steve Keen como demonstrou - não é uma forma eficaz de estimular a economia.
Outra analogia útil é o do parasita e hospedeiro. Como escreveu em 2009:
Por que não é a economia está melhorando, embora o governo está injetando trilhões de dólares em resgates e pacotes de estímulo e de intervir nos mercados de esquerda e direita?
Porque o governo está tratando o paciente errado.
Vamos dizer que você viajar para os trópicos e pegar um parasita. Você vai ao seu médico que lhe dá drogas muito poderosas que deixá-lo doente. Você vai voltar ao médico, ele te olha de cima, e então acrescenta drogas mais potentes para a sua receita.
” Você vai voltar uma terceira vez e dizer: "Doutor, eu estou ficando mais e mais doente, porque não está funcionando?"
Ele responde: "Oh, eu pensei que o parasita era o paciente. As drogas estão tornando mais saudável ".
*** A economia real é:
(1) Pessoas fazendo coisas reais, ou prestação de serviços úteis
(2) As pessoas a poupar dinheiro
e (3) As pessoas que investem o dinheiro que economizaram em empresas produtivas que fazem as coisas mais ou fornecer os serviços necessários.
De acordo com altos funcionários da Reserva Federal e economistas , as ações do governo vão incentivar grandes agentes financeiros para fazer apostas ainda mais arriscadas no futuro.
Na verdade, o governo está no processo de dar centenas de milhares de milhões - se não trilhões - de dólares e garantias de fundos hedge (fundos de hedge são alguns dos maiores especuladores de todos). Na verdade, os programas de resgate estão dando várias somas enormes para as empresas que ganham dinheiro empurrando papel em volta sem realmente produzir quaisquer bens ou serviços úteis.
Os chefes dos grandes bancos e companhias financeiras também estão recebendo enormes bônus, apesar de terem levado suas empresas até agora para a vala que eles precisam de ajuda do governo. Mesmo Paul Volcker diz o sistema de incentivos está quebrado. Na verdade, o governo está fazendo os CEOs mais ricos, dando-lhes bilhões de dólares de dinheiro do resgate com o qual a pena seus próprios ninhos .
Derivativos e de crédito [pelo menos na medida em que eles estão nus , não regulamentados e opacos] Lei como um parasita sobre a economia real: os compradores de swaps de crédito apostam que a empresa referência vai para o brejo (veja este e este ). E ainda que o governo está permitindo que as operações de crédito em default swap para aumentar, conduzindo os spreads de CDS contra muitas empresas e governos para alcançar todos os tempos altos.
*** Não é apenas o parasita que está sendo impulsionado por ações do governo, mas o paciente - a economia real - está sendo envenenada.
Manufaturas foram enviadas para fora da América durante décadas, e o governo ainda está ativa estimulando as empresas a se mover de fabricação no exterior .
Os contribuintes vão estar no gancho para trilhões de dólares de obrigações por meio de impostos / ou da inflação (mesmo Bernanke admitiu que a inflação é um imposto, porque as pessoas têm menos dinheiro no bolso depois de comprar necessidades). Assim, os americanos serão capazes de poupar menos.
E o governo não só não exigir que as empresas relatar com precisão as suas finanças - de modo que os investidores possam saber quais as empresas são estáveis ​​e produtivos -, mas tem realmente frustrado tal precisão. For example: Por exemplo:
•Uma agência do governo impediu a SEC de investigar vários bilhões de dólares Ponzi-schemer Stanford
• A partir de 2006 :

"O presidente George W. Bush concedeu a sua inteligência ... czar ampla autoridade, em nome da segurança nacional, como desculpa para empresas de capital aberto de seu habituais de contabilidade e divulgação títulos de obrigações."
• Um ou mais funcionários do departamento de tesouraria ativamente permitiu que os bancos "cozinhar os livros"
O governo vem fortalecendo o parasita e envenenar a economia real. Não admira que o paciente está piorando.
Nós observamos um par de meses mais tarde:
Michael Hudson é um economista altamente considerado. Ele é um Professor Investigador Emérito da Universidade de Missouri, Kansas City, que aconselhou os EUA, os governos do Canadá, México e Letônia, bem como o Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa. Ele é um ex-economista da Wall Street, Chase Manhattan Bank, que também ajudou a criar o fundo mundial de primeira dívida soberana.
Hudson é frequentemente descrito Wall Street como "parasita". Por exemplo, em uma entrevista em 2003, Hudson disse :

O problema com parasitas não é meramente que eles drenam os alimentos e nutrição do seu hospedeiro, o poder paralisante a sua reprodução, mas que assumir o cérebro do hospedeiro também. Os truques do parasita hospedeiro em pensar que é alimentar-se.
Algo como isso está acontecendo hoje como o sector financeiro devora o sector industrial. O capital financeiro pretende que o seu crescimento é o da formação de capital industrial. É por isso que a bolha financeira é chamada de "criação de riqueza", como se fosse o que reformadores econômicos progressistas imaginaram um século atrás. Eles condenaram aluguel e lucro de monopólio, mas nunca sonharam que os financeiros acabariam por devorar proprietário e industrial iguais. Imperadores da Fazenda triunfavam Barões de Propriedade e capitães da indústria.
Mais recentemente, Hudson disse :
Você pode pensar que o setor financeiro como sendo enrolado em torno da economia real, quase como um parasita, e é por isso que tem sido chamado de parasita por tanto tempo. O interesse do setor financeiro extratos da economia, o setor de propriedade extrai renda econômica, assim como os monopólios. Agora a coisa chave sobre parasitas, é que elas não são simplesmente, quem extraem sua nutrição do hospedeiro. O parasita assume o cérebro do anfitrião, para torná-lo a acreditar que é parte da economia, para fazê-lo pensar ser parte do próprio corpo do hospedeiro, e, de fato, é isso quase como um filho do anfitrião, a ser protegido. E é isso que o setor financeiro tem feito hoje.
Você Obama saindo e dizendo, "Nós temos que salvar os bancos, a fim de salvar a economia real". O fato é que você não pode servir tanto o parasita eo hospedeiro.
E ver este .

Em 10 de agosto, Hudson foi ainda mais longe. Especificamente, ele disse :
•As instituições financeiras gigantes já matou seu hospedeiro - a economia real americana
•Uma vez que eles percebem que a economia americana está morta, eles estão tentando sugar o sangue, tanto da América quanto possível, enquanto o cadáver ainda está quente
•Porque a economia americana está morto, seu plano é logo pular para outro host. Eles vão enviar todo o seu dinheiro no exterior
Para voltar a minha analogia original, o paciente morrer tem uma horda de sanguessugas dentro da ferida aberta na perna, e o sangue transfundido não fez nada, mas alimentados com as sanguessugas. [Desculpem a analogia grosseira.]
Os médicos têm ajudado os parasitas, não o paciente. Bombeamento em mais sangue - pelo menos por si só - não é a resposta.
A menos que os médicos limpar os parasitas e fechar a ferida aberta, o paciente não tem chance.
Fonte:
http://www.washingtonsblog.com/
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Qui 17 Maio 2012 - 9:05

Os gregos estão retirando suas reservas bancárias diante do temor de que o país deixe a zona do euro, e o presidente Karolos Papoulias alertou para o risco de "pânico" no sistema financeiro, segundo atas de reuniões dele com líderes políticos.




Sem acordo entre os partidos para a formação de uma nova coalizão, a Grécia caminha para novas eleições em 17 de junho, nas quais as pesquisas apontam um crescimento dos políticos contrários ao pacote de resgate financeiro da UE e FMI para o país. George Provopoulos, presidente do banco central do país, disse que os poupadores sacaram pelo menos 700 milhões de euros (894 milhões de dólares) na segunda-feira, segundo relato do presidente aos líderes partidários.


"O sr. Provopoulos me disse que não havia pânico, mas havia um grande medo de que isso possa evoluir para pânico", afirmou Papoulias, segundo as atas.


Fontes de pelo menos dois bancos disseram que os saques prosseguiram no mesmo ritmo na terça-feira, e que a cifra citadas pelo presidente eram corretas. Há anos os gregos vêm sacando dinheiro dos bancos, e não há filas nas agências bancárias em Atenas, mas tal volume de retiradas em apenas dois dias é excepcional. Em abril de 2010, logo antes da concessão do primeiro pacote financeiro internacional ao país, 8 bilhões de euros foram resgatados.


Segundo cifras do BC, empresas e famílias gregas tinham 165 bilhões de euros depositados no final de março, cifra que é 72 bilhões inferior à de janeiro de 2010. Especialistas dizem que isso se deve a uma fuga de capitais e ao fato de alguns gregos precisarem recorrer às suas poupanças por causa da crise.


Nove dias depois de uma inconclusiva eleição, os partidos gregos, divididos entre o apoio e a rejeição ao impopular pacote da UE e FMI para o país, desistiram de montar uma coalizão, abrindo caminho para uma repetição do pleito.


Na reunião de quarta-feira com Papoulias, os líderes partidários concordaram com a nomeação de um experiente juiz como primeiro-ministro interino até a eleição, disse a jornalistas Panos Kammenos, líder do partido conservador Gregos Independentes, após o encontro.


As pesquisas mostram que o eleitorado está irritado por causa dos cinco anos de recessão, do desemprego recorde e dos cortes salariais dos últimos tempos. Esse sentimento se acentuou desde a votação de 6 de maio, e o partido radical esquerdista Syriza tem, segundo as pesquisas, chances de vencer a eleição com sua plataforma de rejeição ao pacote. Analistas não descartam, porém, que o ambiente político volátil resulte novamente em um Parlamento fragmentado.


Autoridades do Banco Central Europeu e de governos de países europeus ameaçam parar de financiar a dívida grega se o país escolher um governo que rejeite as medidas de austeridade previstas no pacote de resgate financeiro.


Mas muitos gregos dão de ombros para essa ameaça, e não veem contradição entre seu arraigado desejo de permanecer na zona do euro e sua oposição às condições impostas pela UE e o FMI.




Fontes: Reuters e http://ianoticia.blogspot.com.br


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Aposta dos mercados contra Espanha ameaça aprofundar crise

Mensagem  Angel em Sex 18 Maio 2012 - 22:07

Aposta dos mercados contra Espanha ameaça aprofundar crise

Ruth Costas
Da BBC Brasil em Londres
Atualizado em 18 de maio, 2012 - 14:28 (Brasília) 17:28 GMT
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Fila de registro no sistema de seguro desemprego em Madri: 25% dos espanhóis estão sem trabalho
Em meio a especulações sobre uma saída da Grécia da zona do euro, os mercados financeiros voltaram suas atenções para outra economia em crise do sul da Europa: a Espanha.
Uma série de eventos colocou a credibilidade dos bancos espanhóis em xeque nesta semana e agora o risco apontado por especialistas é que a aposta dos investidores contra a recuperação da economia espanhola se torne uma "profecia autoanunciada".
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"Com o aprofundamento da crise na Grécia, os mercados estão especulando sobre qual seria o próximo a entrar em colapso e os problemas do sistema bancário espanhol transformaram o país em um alvo fácil", diz o economista Ramón Pacheco Pardo, professor do King's College, em Londres.
Nos últimos dias, os juros pagos pelo governo espanhol para dívidas de dez anos chegaram a 6,5%. A taxa é por volta de dois pontos percentuais mais baixa que as que obrigaram Grécia, Irlanda e Portugal a apelarem para um pacote de resgate da União Europeia.
O Bankia, quarto maior banco do país, foi nacionalizado na semana passada. Na última quinta-feira, suas ações chegaram a cair quase 30% na bolsa de Madri por causa de relatos não confirmados de que correntistas teriam retirado 1 bilhão de euros em depósitos.
Para completar, alegando uma queda na capacidade do governo apoiar os bancos espanhóis em caso de insolvência, a agência Mody's rebaixou a classificação de risco de 16 instituições financeiras do país - inclusive o Santander e o BBVA.
"Sem dúvida há um ataque especulativo contra a economia espanhola, embora ele seja facilitado por problemas bastante sérios no sistema financeiro do país", explica
Pardo explica que que a desconfiança dos mercados alimenta na economia espanhola um ciclo perverso - ou uma espécie de profecia autoanunciada. Quanto mais os mercados desconfiam da solidez dos bancos, mais aumentam os juros cobrados do governo, que por sua vez tem menos recursos para apoiar os bancos e cumprir seus compromissos financeiros.
Desemprego e inadimplência
De acordo com os especialistas, são dois os principais entraves para uma recuperação espanhola.
Primeiro, as altas taxas de desemprego, de 25%, não só aumentam os gastos do governo com benefícios sociais como reduzem a capacidade de arrecadação, importante para cobrir os gastos públicos.
Segundo, o problema representado pelas hipotecas podres para os bancos espanhóis ainda não foi resolvido. Como garantia das dívidas que não estão sendo pagas, os bancos podem tomar os imóveis dos devedores.
"O problema é que, justamente por causa da crise, ninguém está comprando casa, então a instituição financeira não tem como vender esses ativos", diz Pardo.
Velázquez acrescenta a esses dois fatores uma questão política: "Provavelmente os bancos espanhóis precisarão de mais ajuda financeira, mas nenhum político quer ser visto como aquele que ajudou os banqueiros quando um quarto dos trabalhadores do país estava desempregado."
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Sab 19 Maio 2012 - 15:46

VENHO EVITANDO FALAR SOBRE SISTEMA FINANCEIRO.

NO ENTANTO, ALERTO À TODOS LEITORES, HOJE OCORREU UMA REUNIÃO DO G-8 EM CAMP. DAVID NOS EUA E FOI DECIDIDO PELA PERMANÊNCIA DA GRÉCIA NA ZONA DO EURO.

PODEM ANOTAR NOS SEUS CADERNINHOS, A GRÉCIA FICA NO EURO, E FICANDO, ESSE "DESMORONAMENTO" DO SISTEMA ECONÔMICO FICA ADIADO AINDA POR MUITO TEMPO.

SE A GRÉCIA SAÍSSE DO EURO AGORA, O SISTEMA PROVAVELMENTE IA DESMORONAR, DE BURRO ELES NÃO TEM NADA, E JÁ TOMARAM AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS.

PARA QUEM DESEJA VER O FIM DESSE SISTEMA ALTAMENTE PERVERSO QUE PREJUDICA BILHÕES DE PESSOAS EM TODO MUNDO, TERÁ QUE "ESPERAR" AINDA POR UM BOM TEMPO, FACE O DECIDIDO HOJE.

PROVAVELMENTE AS BOLSAS VÃO ABRIR SEGUNDA FEIRA EM FORTE ALTA COM GRANDE EUFORIA DOS RICOS E MAIS TRISTEZA DOS POBRES.

FORTE ABRAÇO À TODOS E MUITAS ORAÇÕES.




EDITANDO E COMPLETANDO O QUE FOI DITO ACIMA.

ANTES DA REUNIÃO DO G-8, O PARTIDO DE EXTREMA ESQUERDA GREGO LIDERAVA AS PESQUISAS DE OPINIÃO EM 20 % , PORQUE TINHA-SE COMO CERTA A SAÍDA DA GRÉCIA DO EURO.

AGORA, QUE O G-8 RESOLVEU MANTER A GRÉCIA NA ZONA DO EURO, A COISA JÁ MUDOU EM HORAS, COM EMPATES TÉCNICOS DE TODOS OS PARTIDOS GREGOS, POIS ESTES PARTIDOS AGORA SABEM, QUE QUANDO ASSUMIREM O GOVERNO, RECEBERÃO SUBSÍDIOS QUE ANTES ESTAVAM FORA DE QUESTÃO.

ESTA É A PROVA CABAL DE QUE AS INTELIGÊNCIAS DAS ELITES VÃO MANTER A GRÉCIA NO EURO PARA EVITAREM QUE ESTE SISTEMA ALTAMENTE PERVERSO SE ACABE.

O QUE O POVO GREGO E OUTROS POVOS TALVEZ NÃO SAIBAM, É QUE ESSAS MEDIDAS VISAM MANTER AS DESIGUALDADES QUE SEMPRE REINARAM NESTE PLANETA DESDE O DIA EM QUE ADÃO E EVA COMETERAM SEU PRIMEIRO PECADO.

E ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE..... ( TODOS AQUI SABEM QUE TENHO ALGUMAS DISCORDÂNCIAS COM O MM, MAS QUANDO LÁ É DITO QUE A O "SER HUMANO" É A ESCÓRIA DO UNIVERSO, ME INCLINO MUITAS VEZES A CONCORDAR COM ELES)


G8 quer uma zona do euro 'forte' com a Grécia e estimular o crescimento
Medidas 'não são as mesmas para cada um', afirma comunicado final.

Dirigentes de oito países discutiram crise em Camp David, nos EUA.

Os líderes dos países do G8 pediram neste sábado (19) uma zona do euro "forte e unida", com a Grécia, e se comprometeram a "estimular o crescimento", adotando medidas contra os déficits, durante uma cúpula dominada pela crise da dívida europeia.


http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/g8-quer-uma-zona-do-euro-forte-com-a-grecia-e-estimular-o-crescimento.html


MESMO ASSIM LUTANDO CONTRA ESSE EGO QUE CARREGO, RECOMENDO MUITAS ORAÇÕES.

FORTE ABRAÇO A TODOS.

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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Luiz em Seg 21 Maio 2012 - 12:48

ESSA FOI FÁCIL DEMAIS PREVER

ZERO AMIGO, NÃO DESANIMA, ESTAMOS AQUI PARA AJUDAR UNS AOS OUTROS.

FORTE ABRAÇO:


Bovespa sobe após declarações otimistas do G-8

A Bovespa acompanha as bolsas internacionais e opera em alta nesta segunda-feira. Às 11h, o Ibovespa subia 1,37%, a 55.261 pontos, animada por declarações do G-8 sobre o comprometimento dos países do grupo com o crescimento e pela sinalização de Wen Jiabao, primeiro ministro da China, que o país irá focar no crescimento econômico.

http://economia.ig.com.br/mercados/2012-05-21/bovespa-sobe-apos-declaracoes-otimistas-do-g8.html
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Re: O SISTEMA FINANCEIRO DESMORONA?

Mensagem  Zero em Ter 22 Maio 2012 - 8:45

Luiz escreveu:ESSA FOI FÁCIL DEMAIS PREVER

ZERO AMIGO, NÃO DESANIMA, ESTAMOS AQUI PARA AJUDAR UNS AOS OUTROS.

FORTE ABRAÇO:



Nem me fale Luiz, mas tem alguem la em cima ( e principalmente dentro de cada um de nos) que sempre nos apoia, da forças e nos leva a seguir em frente, o resto é passageiro

fique na paz
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