ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Sex 23 Set 2011 - 12:25

Documento 153 - 5. Na Noite de Sábado

153:5.2 Era quase meia-noite quando Joab, o líder dos evangelistas, retornou com a notícia de que cerca de um terço dos condiscípulos havia desertado a causa.

Os líderes de Jerusalém não tinham sido lentos em alimentar esse sentimento de desafeto e, em todos os sentidos possíveis, em buscar promover o movimento de afastamento de Jesus e seus ensinamentos.

Durante essas horas de provação, as doze mulheres encontravam-se em uma reunião na casa de Pedro.

Elas estavam fortemente transtornadas, mas nenhuma delas desertou.

153:5.3 Era pouco mais de meia-noite quando Jesus desceu do quarto de cima e ficou entre os doze e os seus companheiros, que eram trinta pessoas ao todo.

Ele disse: “Eu reconheço que essa separação no Reino vos angustia, mas é inevitável. E ainda, após toda a preparação e aperfeiçoamento que tivestes, houve alguma boa razão para tropeçardes nas minhas palavras? Por que ficais cheios de medo e de consternação ao verdes o Reino sendo despojado dessas multidões desinteressadas e desses discípulos com tão pouca disposição? Por que lamentais, quando nascendo está o novo dia do resplandecer de uma nova glória de ensinamentos espirituais do Reino do céu? Se julgastes difícil resistir a esse teste, o que fareis, então, quando o Filho do Homem retornar ao Pai? Quando e como ireis preparar-vos para quando eu ascender ao local de onde eu vim para este mundo?

153:5.4 “Meus amados, deveis lembrar-vos de que é o espírito que vivifica; a carne, e tudo o que a ela é pertinente, é de pouco proveito. As palavras que eu vos falei são espírito e vida. Tende ânimo! Eu não os desertei. Muitos ofender-se-ão com as afirmações francas desses dias. Vós já soubestes que muitos dos meus discípulos já recuaram; e já não caminham mais comigo. Desde o princípio eu sabia que esses crentes de coração frouxo cairiam pelo caminho. Eu não vos escolhi, e vos separei como doze homens para serem embaixadores do Reino? E agora, em um momento como este, vós também desertaríeis? Que cada um de vós examine a própria fé, pois um de vós corre um grave perigo.”

E, quando Jesus acabou de falar, Simão Pedro disse: “Sim, Senhor, estamos tristes e perplexos, mas nunca te abandonaremos. Tu nos ensinaste as palavras da vida eterna. Nós acreditamos em ti e seguiremos junto contigo todo o tempo. Não recuaremos, pois sabemos que foste enviado por Deus”.

E, quando Pedro parou de falar, todos eles, em um só acorde, acenaram em aprovação a essa promessa de lealdade.

153:5.5 Então disse Jesus: “Ide descansar, pois tempos pesados estão para vir; temos dias de muita ação pela frente”.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Seg 26 Set 2011 - 23:13

Yave escreveu:...Jesus de Nazaré era um homem comum, trabalhador, inteligente e com grande conhecimentos das escrituras de JAVé.
Porem um dia nas margens do rio Jordão um de meus anjos que se intitula por Cristo se aproximou de Jesus e juntos iniciaram uma obra a fim de mudar o mundo.
Inclusive em outras dimensões.
Diria a vocês que foi nesta encarnação que Jesus o Nazareno fez a sua reforma interna...

Documento 136 - 2. O Batismo de Jesus

136:2.2 Quando foi até o Jordão, para ser batizado, Jesus de Nazaré era um mortal deste reino, que havia atingido o pináculo da ascensão evolucionária humana, em todos os pontos relacionados à conquista da mente e à auto-identificação com o espírito.Era como um mortal perfeccionado, dos mundos evolucionários do tempo e do espaço, que ele comparecia naquele dia ao Jordão. Uma sincronia perfeita e uma completa comunicação haviam sido estabelecidas entre a mente mortal de Jesus e o espírito Ajustador residente, a dádiva divina do seu Pai no Paraíso. E, exatamente como este, um Ajustador reside na mente de todos os seres humanos normais vivendo em Urântia, a partir da ascensão de Michael à soberania do seu universo; excetuando pelo fato de que o Ajustador de Jesus havia sido previamente preparado para essa missão especial, residindo, do mesmo modo, em um outro ser supra-humano encarnado à semelhança da carne mortal, Machiventa Melquisedeque.

136:2.3 Habitualmente, quando um mortal do reino atinge níveis tão elevados de perfeição da personalidade, ocorrem aqueles fenômenos preliminares de elevação espiritual que culminam na fusão final da alma amadurecida do mortal com o seu Ajustador divino solidário. E, aparentemente, essa mudança deveria ter acontecido, na experiência da personalidade de Jesus de Nazaré, naquele mesmo dia em que ele foi ao Jordão com os seus dois irmãos, para ser batizado por João. Essa cerimônia foi o ato final da sua vida meramente humana em Urântia; e muitos observadores supra-humanos esperavam testemunhar a fusão do Ajustador com a mente residida; mas todos estavam destinados a desapontar- se. Algo novo, e até mesmo maior, ocorreu. Quando João colocou as suas mãos sobre Jesus, para batizá-lo, o Ajustador residente, para sempre, deixou a alma humana perfeccionada de Joshua ben José. E, dentro de uns poucos momentos, essa entidade divina retornou de Divínington, como um Ajustador Personalizado, transformado em dirigente da sua espécie em todo o universo local de Nébadon. Assim, Jesus observou o seu próprio espírito divino anterior descendo no seu retorno para ele, na forma personalizada. E ouviu esse mesmo espírito, originário do Paraíso, agora, dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem Eu muito me comprazo”. E João, junto com os dois irmãos de Jesus, também ouviu essas palavras. De pé na beira da água, os discípulos de João não ouviram essas palavras nem viram a aparição do Ajustador Personalizado. Apenas os olhos de Jesus enxergaram o Ajustador Personalizado.

136:2.4 Após o Ajustador Personalizado, que retornara, agora mais elevado, haver assim falado, caiu o silêncio. E, enquanto os quatro permaneciam na água, Jesus, olhando para cima na direção do Ajustador que se aproximava, orou: “Meu Pai, que reina nos céus, santificado seja o Teu nome. Venha a nós o Teu Reino! Seja feita a Tua vontade na Terra, como nos céus”. Enquanto Jesus estava orando, os “céus abriram-se”, e o Filho do Homem teve uma visão de si próprio, que foi apresentada pelo agora Personalizado Ajustador, como um Filho de Deus, do modo como ele era, antes de vir à Terra à semelhança da carne mortal; e como ele seria, quando a vida encarnada terminasse. Essa visão celeste foi percebida apenas por Jesus.

136:2.5 Havia sido a voz do Ajustador Personalizado que João e Jesus ouviram, falando em nome do Pai Universal; pois o Ajustador é como o Pai do Paraíso e provém Dele. Durante todo o restante da vida de Jesus na Terra, esse Ajustador Personalizado esteve solidário com ele, em todos os seus trabalhos; Jesus permaneceu em comunhão constante com esse elevado Ajustador.

136:2.6 Ao ser batizado, Jesus não se arrependeu de nenhuma ação errada; e não fez nenhuma confissão de pecado. E esse foi o batismo da consagração do cumprimento da vontade do Pai celeste. Durante o seu batismo, ele ouviu o chamado inconfundível do seu Pai, o chamado final para ocupar-se dos assuntos do seu Pai; e daí Jesus partiu para uma reclusão, em privacidade, por quarenta dias, para pensar sobre todas essas questões. Retirando-se assim, por um período, do contato ativo de personalidade com os seus companheiros terrenos, Jesus, sendo quem era e estando em Urântia, estava seguindo o mesmo procedimento previsto nos mundos moronciais, que um mortal ascendente cumpre, ao fusionar-se com a sua presença interna do Pai Universal.

136:2.7 Esse dia do batismo pôs fim à vida puramente humana de Jesus. O Filho divino encontrou o seu Pai; e o Pai Universal encontrou o Seu Filho encarnado e Eles falaram-se um ao outro.
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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Ter 27 Set 2011 - 20:32

Documento 154 - 6. Chega a Família de Jesus

154:6.1 Apenas um membro de toda a sua família na carne, Rute, acreditava de coração e continuamente na divindade da missão de Jesus na Terra.

Maria estava, do mesmo modo, dividida entre o amor e o medo, entre o amor de mãe e o orgulho de família.

Embora ela estivesse atormentada pelas dúvidas, nunca pôde esquecer inteiramente a visita de Gabriel, antes de Jesus nascer.

Os fariseus haviam envidado esforços para persuadir Maria de que Jesus estava demente, fora de si. Eles incitaram-na a ir com os seus filhos tentar dissuadi-lo de fazer esforços maiores no ensinamento público.

154:6.4 Quando chegaram à casa de Zebedeu, Jesus estava exatamente no meio das suas palavras de despedida aos discípulos.

Simão Pedro, que interrompeu a sua palestra com esse propósito, e disse: “Lá fora, Mestre, estão a tua mãe e os teus irmãos, ansiosos para falar contigo”.

154:6.5 E, assim, Maria e os irmãos de Jesus ficaram profundamente magoados quando, não obstante ter ele parado a sua fala para receber a mensagem, em vez de acorrer até lá para saudá-los, ele falou com a sua voz musical em volume mais elevado: “Dize a minha mãe e aos meus irmãos que eles não deveriam temer por mim. O Pai, que me enviou ao mundo, não me abandonará; nem mal nenhum virá sobre a minha família.

Pede-lhes para que tenham muita coragem e que ponham a sua confiança no Pai do Reino. Mas, afinal, quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E estendendo as próprias mãos para todos os seus discípulos reunidos na sala, ele disse: “Eu não tenho mãe; não tenho irmãos. Eis a minha mãe e eis os meus irmãos! Pois todo aquele que cumpre a vontade do meu Pai, que está no céu, este é a minha mãe, o meu irmão e a minha irmã”.

154:6.6 E, quando Maria ouviu essas palavras, ela desmaiou nos braços de Judá. Eles carregaram-na até o jardim, para reavivá-la, enquanto Jesus dizia as palavras de conclusão da sua mensagem de partida.

E então, ele teria ido ter com a sua mãe e com os seus irmãos, não fosse um mensageiro haver chegado, às pressas, de Tiberíades, trazendo a notícia de que os oficiais do sinédrio estavam a caminho, com autoridade para prender Jesus e levá-lo a Jerusalém.

154:6.7 O Mestre permanecia lá, em silêncio; enquanto a sua mãe acabara de ouvir: “Eu não tenho mãe”. E ela ficou no jardim, recuperando-se do choque causado por essas palavras, quando, exatamente nesse momento, uma mulher na sala levantou-se e exclamou: “Abençoado seja o ventre que te concebeu, e abençoados sejam os seios que te amamentaram”.

Jesus voltou-se de lado e, por um momento, saiu da sua conversa com André para responder a essa mulher, dizendo: “Não, mais abençoado é aquele que ouve a palavra de Deus e que ousa obedecê-la”.

154:6.9 Jesus não abandonou sua família terrena para fazer a obra do seu Pai — sua família o abandonou.

154:6.10 Ao passar por esses acontecimentos, Jesus escolheu ser guiado pelo conhecimento limitado da sua mente humana.

Ele desejava submeter-se à experiência com os seus colaboradores, como um mero ser humano.

E estava na mente humana de Jesus ver a sua família antes de partir.

Ele não queria parar no meio do seu discurso e assim transformar o primeiro encontro deles, depois de tanto tempo de separação, em um assunto tão público.

A sua intenção era acabar a sua fala e, então, ter uma conversa com eles antes de partir dali; mas esse plano foi frustrado por uma conspiração dos acontecimentos que se seguiram imediatamente.

154:6.12 Contudo, na pressa da fuga, Jesus disse, a Davi Zebedeu, quando entrou no barco: “Dize à minha mãe e aos meus irmãos que agradeço por terem vindo, e que eu tinha a intenção de vê-los. Recomenda-lhes que não se ofendam comigo, mas que busquem conhecer a vontade de Deus e que tenham a graça e a coragem de fazer essa vontade”.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Qua 28 Set 2011 - 19:49

Documento 155 - 1. Por Que os Pagãos se Enfurecem?

155:1.1 Disse Jesus: “Deveríeis todos lembrar de como o salmista falou dessas épocas, dizendo: ‘Por que se enfurecem os pagãos e os povos conspiram em vão? Os reis da Terra coroam-se a si próprios; e os governantes do povo fazem conselhos, entre si, contra o Senhor e seus consagrados, dizendo: Façamos as correntes da misericórdia em pedaços e livremo-nos dos laços do amor’.

155:1.2 “Hoje vedes que isso se cumpre, diante dos vossos olhos. Mas não vereis cumprido o restante da profecia do salmista, pois ele manteve idéias errôneas sobre o Filho do Homem e sua missão na Terra. O meu Reino funda-se no amor, é proclamado na misericórdia e é estabelecido por meio do serviço não-egoísta. Meu Pai não se assenta no céu, rindo em menosprezo dos pagãos. Ele não fica irado, no seu grande desprazer. Verdadeira é a promessa de que o Filho terá por herança todos os chamados pagãos (na realidade os seus irmãos ignorantes e sem instrução). E eu receberei esses gentios com os braços abertos, cheios de misericórdia e afeto. Toda a bondade amorosa será mostrada aos chamados pagãos, não obstante a infeliz declaração registrada que insinua que o Filho triunfante ‘quebrá-los-á com um cilindro de ferro e os deixará em pedaços como a um vaso de argila’. O salmista exortou-vos a ‘servir ao Senhor com temor’ — e eu vos conclamo a aceitar os privilégios elevados da filiação divina por meio da fé; ele vos comanda que rejubileis com tremores; eu vos conclamo a rejubilar-vos na certeza. Ele diz: ‘Beijai o Filho, para que ele não fique com raiva, e para que não pereçais quando a sua ira for inflamada’. E vós que vivestes comigo, bem sabeis que a raiva e a ira não são uma parte do estabelecimento do Reino do céu, nos corações dos homens. Mas o salmista apercebeu-se da verdadeira luz quando, ao terminar a sua exortação, disse: ‘Abençoados aqueles que põem a sua confiança neste Filho’”.

155:1.3 Jesus continuou a ensinar aos vinte e quatro, dizendo: “Os pagãos não ficam sem uma desculpa, quando se enfurecem conosco. Sendo pequeno e estreito, o seu ponto de vista leva-os a serem capazes de concentrar as suas energias entusiasticamente. A sua meta está bem próxima deles e é mais ou menos visível, razão pela qual os seus esforços são valentes e a sua execução é eficiente. Vós, que tendes professado a entrada no Reino do céu, sois de todo vacilantes demais, e indefinidos, ao conduzirdes os vossos ensinamentos. Os pagãos dão golpes diretos para conseguir os seus objetivos; vós sois culpados por possuírem demasiadas aspirações crônicas. Se desejardes entrar no Reino, por que não o tomar em um assalto espiritual, tal como os pagãos tomam uma cidade à qual eles sitiam? Dificilmente sereis dignos do Reino se o vosso serviço consistir tão primariamente em uma atitude de lamentar o passado, em queixumes quanto ao presente e em esperanças vãs para o futuro. Por que os pagãos se enfurecem? Porque não conhecem a verdade. E vós, por que enlaguescei-vos em desejos fúteis? Porque não sabeis obedecer à verdade. Cessai com os vossos anseios inúteis e ide em frente, com braveza, fazendo aquilo que diz respeito ao estabelecimento do Reino.

155:1.4 “Em tudo que fizerdes, não vos torneis nunca unilaterais nem excessivamente especializados. Os fariseus buscam verdadeiramente a nossa destruição, com isso pensam estar fazendo o serviço de Deus. E tornaram-se estreitos, por tradição, tanto que estão cegos pelo preconceito e endurecidos pelo medo. Considerai os gregos, eles têm uma ciência sem religião, enquanto os judeus ficam com uma religião desprovida de ciência. E, se os homens agem assim, aceitando erroneamente uma desintegração estreita e confusa da verdade, a sua única esperança de salvação é tornarem-se coordenados face à verdade — convertendo-se.

155:1.5 “Deixai que eu afirme enfaticamente a verdade eterna seguinte: Se vós, por uma coordenação com a verdade, aprenderdes a dar o exemplo, nas vossas vidas, dessa magnífica integridade de retidão, os vossos semelhantes humanos, então, vos seguirão para poder obter o que vós adquiristes desse modo. A medida pela qual os buscadores da verdade são atraídos para vós representa a medida do vosso dom de verdade, a vossa retidão. A escala, na qual vós tendes de vos delongar na vossa mensagem ao povo, de um certo modo, é a medida da vossa incapacidade de viver a vida reta e íntegra, a vida coordenada em relação à verdade”.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Qui 29 Set 2011 - 22:18

JESUS E SUA FAMÍLIA HUMANA

122:1.1 José, o pai humano de Jesus
122:1.2 Maria, a mãe terrena de Jesus

OS IRMÃOS DE JESUS

1) TIAGO - 123:1.5
2) MIRIAM - 123:2.3
3) SIMÃO - 123:6.7
4) JOSÉ - 123:4.9
5) MARTA - 124:1.7
6) JUDÁ - 124:3.4
7) AMÓS - 124:5.2
Cool RUTE - 126:3.2.
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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Sex 30 Set 2011 - 23:31

Doc. 155 - 6. O Segundo Discurso sobre a Religião

155:6.1 E, assim, enquanto estavam parados à sombra da encosta, Jesus continuou a ensinar-lhes a respeito da religião do espírito, dizendo em essência:

155:6.2 Vós viestes de entre os vossos companheiros que escolheram permanecer satisfeitos com uma religião da mente; eles almejam a segurança e preferem o conformismo. Vós escolhestes trocar os sentimentos, da certeza autoritária, pela segurança do espírito, que vem da fé cheia de audácia e progressão. Ousastes protestar contra a pegajosa prisão da religião institucionalizada e rejeitar a autoridade das tradições escritas, que estão agora sendo consideradas como a palavra de Deus. O nosso Pai, de fato, falou por intermédio de Moisés, Elias, Isaías, Amós e Oséias, mas Ele não cessou de ministrar palavras de verdade ao mundo, quando esses profetas antigos colocaram um ponto final nas suas afirmações. Meu Pai não tem preferências por raças, nem por gerações, no sentido de que a palavra da verdade seja condescendida a uma idade e contida em uma outra. Não cometais a loucura de chamar de divino àquilo que é totalmente humano, e não deixeis de perceber as palavras da verdade, ainda que não provindas dos oráculos tradicionais de suposta inspiração.

155:6.3 Eu vos convoquei a nascer de novo, a nascer do espírito. Eu vos tirei das trevas do autoritarismo, da letargia da tradição, para a luz transcendente da realização da possibilidade de fazerdes, para vós próprios, a maior descoberta que é possível à alma humana realizar — a experiência superna de encontrar Deus para vós próprios, dentro de vós próprios e por vós próprios; e de fazerdes a tudo isso, como um acontecimento na vossa própria experiência pessoal. E, assim, podereis passar da morte para a vida, do autoritarismo da tradição para a experiência de conhecer a Deus; assim vós passareis das trevas à luz, de uma fé racial herdada a uma fé pessoal conquistada pela experiência real. E, por meio disso, ireis progredir, de uma teologia da mente, passada a vós pelos vossos ancestrais, a uma verdadeira religião do espírito, que será edificada nas vossas almas como um dom eterno.

155:6.4 A vossa religião passará da mera crença intelectual na autoridade tradicional, para a experiência factual da fé viva, capaz de captar a realidade de Deus e tudo o que está relacionado ao espírito divino do Pai. A religião da mente vos vincula irremediavelmente ao passado; a religião do espírito consiste na revelação progressiva e vos conclama a realizações mais elevadas e mais santificadas, de ideais espirituais e de realidades eternas.

155:6.5 Conquanto a religião da autoridade possa comunicar um sentimento presente de segurança estabelecida; por essa satisfação transitória, vós pagais o preço da perda da vossa liberdade espiritual e da liberdade religiosa. Meu Pai não exige de vós, como preço de entrada no Reino do céu, que devêsseis forçar- vos a aceitar uma crença em coisas que são espiritualmente repugnantes, profanas e não verdadeiras. Não é exigido de vós que o vosso próprio senso de misericórdia, justiça e verdade devesse ser ultrajado pela submissão a um sistema de formas religiosas e de cerimoniais passadiços. A religião do espírito vos deixa sempre livres para seguir a verdade até onde quer que o vosso espírito vos possa conduzir. E quem pode julgar isso — talvez esse espírito tenha alguma coisa a comunicar a essa geração, que outras gerações tenham recusado-se a escutar?

155:6.6 Que vergonha que aqueles falsos instrutores religiosos arrastem as almas famintas de volta ao passado, distante e obscuro, e que lá as deixem! E assim essas pessoas desafortunadas ficam condenadas a tornar-se amedrontadas frente a todas as novas descobertas, a desconcertar-se com toda a nova revelação da verdade. O profeta que disse: “Aquele cuja mente permanece com Deus será mantido em perfeita paz”, não era um mero crente intelectual da teologia autoritária. Esse ser humano, conhecedor da verdade, havia descoberto a Deus; ele não estava meramente falando de Deus.

155:6.7 Eu aconselho-vos a desistir da prática de sempre citar os profetas de outrora e de louvar os heróis de Israel; em vez disso, aconselho que aspireis a tornar-vos os profetas vivos do Altíssimo e heróis espirituais do Reino que virá. Honrar os líderes conhecedores de Deus, do passado, pode de fato valer a pena, mas por que, ao fazer isso, deveis sacrificar a experiência suprema da existência humana: encontrar Deus por vós próprios e conhecê-Lo dentro das vossas próprias almas?

155:6.8 Cada raça da humanidade tem a sua própria abordagem mental da existência humana; e, pois, a religião da mente deve sempre ser fiel a esses vários pontos de vista raciais. As religiões autoritárias nunca podem chegar à unificação. A unidade humana e a fraternidade entre os mortais somente podem ser alcançadas por meio da supradotação dada pela religião do espírito. As mentes podem diferir racialmente, mas toda a humanidade é residida pelo mesmo espírito divino e eterno. A esperança da irmandade humana só pode ser realizada quando, e à medida que, as religiões mentais autoritárias divergentes tornarem-se impregnadas e ofuscadas pela religião unificadora e enobrecedora do espírito — a religião da experiência espiritual pessoal.

155:6.9 As religiões da autoridade só podem dividir os homens e arregimentá-los em frentes conscientes uns contra os outros; a religião do espírito, progressivamente, congregará os homens e os levará a tornar-se compreensivos e compassivos uns para com os outros. As religiões autoritárias exigem dos homens uniformidade na crença, mas isso é impossível de ser alcançado no estado presente de coisas no mundo. A religião do espírito requer apenas unidade de experiência — uniformidade de destino — , permitindo a plena diversidade de crenças. A religião do espírito requer uniformidade apenas de visão interior, não uniformidade de ponto de vista nem de enfoque. A religião do espírito não requer uniformidade de ponto de vista intelectual, requer apenas a unidade dos sentimentos espirituais. As religiões da autoridade cristalizam-se em credos sem vida; a religião do espírito cresce em alegria e na liberdade dos feitos enobrecedores, no serviço do amor e na ministração da misericórdia.

155:6.10 Contudo, atenção, que nenhum dentre vós olheis com desdém aos filhos de Abraão, só porque eles caíram nesses maus tempos de esterilidade tradicional. Os nossos ancestrais entregaram-se à busca persistente e apaixonada de Deus, e eles encontraram-No, como nenhuma outra raça de homens jamais O conheceu desde os tempos de Adão, que sabia muito a esse respeito, pois era ele próprio um Filho de Deus. O meu Pai não deixou de observar a luta longa e incansável de Israel, desde os dias de Moisés, para encontrar e conhecer a Deus. Durante muitas gerações os judeus não cessaram de trabalhar, de suar, sofrer, penar, suportar os sofrimentos e experimentar as tristezas de um povo incompreendido e desprezado, tudo para que pudessem chegar um pouco mais perto da descoberta da verdade sobre Deus. E, não obstante todos os fracassos e fraquezas de Israel, os nossos pais, progressivamente, desde Moisés aos tempos de Amós e Oséias, revelaram cada vez mais, a todo o mundo, uma imagem sempre mais clara e mais verdadeira do Deus eterno. E, assim, o caminho foi preparado para a revelação ainda maior do Pai, da qual vós fostes chamados a compartilhar.

155:6.11 Jamais esqueçais de que só há uma aventura que pode ser mais satisfatória e emocionante do que tentar descobrir a vontade do Deus vivo, e essa é a experiência suprema de tentar honestamente fazer a vontade divina. E não deixeis de lembrar-vos de que a vontade de Deus pode ser feita, em qualquer ocupação terrena. Não há vocações que sejam santas e vocações que sejam seculares. Todas as coisas são sagradas, nas vidas daqueles que são guiados pelo espírito; isto é, subordinados à verdade, enobrecidos pelo amor, dominados pela misericórdia, e controlados pela equanimidade — a justiça. O espírito que o meu Pai e eu enviaremos ao mundo não é apenas o Espírito da Verdade, mas é também o espírito da beleza idealista.

155:6.12 Deveis cessar de buscar a palavra de Deus apenas nas páginas dos registros antigos de autoridade teológica. Aqueles, dentre vós, que nasceram do espírito de Deus irão, doravante, discernir a palavra de Deus, independentemente de onde ela pareça ter origem. Não há que se depreciar a verdade divina pelo fato de ser aparentemente humano o canal usado para a sua apresentação. Muitos dos vossos irmãos têm mentes que aceitam a teoria de Deus, enquanto espiritualmente deixam de compreender a presença de Deus. E essa é exatamente a razão pela qual eu vos tenho tão freqüentemente ensinado que o Reino do céu pode ser mais bem compreendido, se adquirirdes a atitude espiritual sincera de uma criança. Não é a imaturidade mental da criança o que eu vos recomendo, é mais a simplicidade espiritual desse pequeno ser, a sua facilidade de crer e a confiança plena dele. Não é tão importante que devêsseis considerar o fato da existência de Deus; mais importante é que cresçais na capacidade de sentir a presença de Deus.

155:6.13 Quando principiardes a encontrar Deus na vossa alma, em breve vós começareis a descobri-Lo nas almas dos outros homens e, finalmente, em todas as criaturas e criações de um poderoso universo. Mas que chance tem o Pai de aparecer como um Deus de lealdades supremas, e de ideais divinos, nas almas de homens que pouco ou nenhum tempo dedicam à contemplação reflexiva de tais realidades eternas? Se bem que a mente não seja o assento da natureza espiritual, a mente é de fato o portal para essa natureza espiritual.

155:6.14 Não cometais, contudo, o erro de tentar provar a outros homens que vós encontrastes Deus; vós não podeis conscientemente gerar uma prova válida para tal, se bem que existam duas demonstrações positivas e poderosas do fato de que vós sois conhecedores de Deus, e elas são:

155:6.15 1. Os frutos do espírito de Deus, que se mostram na rotina diária da vossa vida.

155:6.16 2. O fato de todo o plano da vossa vida fornecer uma prova positiva de que vós tendes, sem reservas, arriscado tudo o que sois e que possuís, na aventura da sobrevivência após a morte, na busca da esperança de encontrar o Deus da eternidade, cuja presença vós provastes antecipadamente no tempo.

155:6.17 Agora, não vos equivoqueis, o meu Pai responderá sempre à mais débil chama de fé. Ele toma nota das emoções físicas e supersticiosas do homem primitivo. E com essas almas honestas, mas temerosas, cuja fé é tão fraca que não é senão um pouco mais do que a conformidade intelectual de uma atitude passiva de consentimento às religiões autoritárias, o Pai está sempre alerta para honrar e fomentar até mesmo todas essas fracas tentativas de alcançá-Lo. Mas de vós, que fostes chamados, da escuridão para a luz, é esperado que creiais de todo o coração; a vossa fé irá dominar as atitudes combinadas do corpo, da mente e do espírito.

155:6.18 Sois os meus apóstolos e, para vós, a religião não se transformará em um abrigo teológico, até o qual podeis fugir com medo de enfrentar as duras realidades do progresso espiritual e da aventura idealista; mas a vossa religião irá transformar-se, mais, no fato da experiência real a testificar que Deus vos encontrou, vos idealizou, vos enobreceu e vos espiritualizou, e que vos alistastes já na aventura eterna de encontrar esse mesmo Deus, que já vos encontrou e vos filiou.


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Sab 1 Out 2011 - 20:37

Documento 156 - 5. O Ensinamento de Jesus em Tiro

156:5.1 Nessa quarta-feira à tarde, durante o seu sermão, Jesus antes contou aos seus seguidores a história do lírio branco que levanta a sua cabeça, pura como a neve, à luz do sol, enquanto as suas raízes estão enterradas no lodo e no esterco do solo escuro. Disse ele: “Conquanto o homem mortal tenha as suas raízes de origem e de ser no solo animal da natureza humana, ele pode, ainda assim, pela fé, elevar a sua natureza espiritual até a luz do sol da verdade celeste e conceber, mesmo, os frutos nobres do espírito”.

156:5.2 Foi durante esse mesmo sermão que Jesus fez uso da sua primeira e única parábola, que tinha a ver com o seu próprio trabalho — a carpintaria. Ao dar o seu conselho para “construir bem as fundações para o crescimento de um caráter nobre em dons espirituais”, ele disse: “Para dar os frutos do espírito, vós deveis nascer do espírito. Deveis deixar-vos ensinar pelo espírito e ser conduzidos pelo espírito, se quiserdes viver a vida plena do espírito entre os vossos semelhantes. Mas não cometais o erro do carpinteiro tolo que passa o seu precioso tempo esquadrinhando, medindo e aplainando a madeira comida pelos cupins e apodrecida por dentro, sendo que, depois de todo o seu trabalho em um barrote podre, terá de rejeitá-lo como inadequado para fazer parte das fundações da construção que seria levantada, devendo suportar os ataques do tempo e das tempestades. Que cada homem certifique-se de que as fundações intelectuais e morais do caráter sejam tais que suportem adequadamente a superestrutura da natureza espiritual, que se amplia e que enobrece, e, assim, deve transformar a mente mortal para, então, em conjunção com essa mente recriada, realizar a evolução da alma até o destino imortal. A vossa natureza espiritual — a alma, conjuntamente criada — é um desenvolvimento vivo, mas a mente e a moral do indivíduo são o solo a partir do qual essas manifestações mais elevadas, do desenvolvimento humano e do destino divino, devem florescer. O solo da alma em evolução é humano e material, mas o destino dessa criatura combinada, de mente e de espírito, é espiritual e divino”.

156:5.3 Na tarde desse mesmo dia, Natanael perguntou a Jesus: “Mestre, por que oramos para que Deus não nos induza à tentação, quando nós bem sabemos, pela tua revelação do Pai, que Ele nunca faz tais coisas?” Jesus respondeu a Natanael:

156:5.4 “Não me parece estranho que me façais tais perguntas, vendo que todos vós já começais a conhecer o Pai, como eu O conheço e não como os profetas hebreus primitivos tão vagamente O viam. Bem sabeis que vossos antepassados estavam dispostos a ver Deus em quase tudo o que acontecia. Eles procuravam o toque da mão de Deus em todos acontecimentos naturais e em cada episódio inusitado da experiência humana. Eles associavam Deus tanto ao bem quanto ao mal. Eles julgavam que Ele abrandava o coração de Moisés e endurecia o coração do Faraó. Quando o homem estava com um impulso forte de fazer alguma coisa, boa ou má, tinha o hábito de justificar essas emoções inusitadas dizendo: ‘O Senhor falou comigo assim: faze isso e faze aquilo, ou vai por aqui e por ali’. E, desse modo, já que os homens caem tão freqüente e violentamente em tentação, tornou-se um hábito dos nossos ancestrais, acreditar que Deus os induzia à tentação para testá-los, puni-los ou fortalecê-los. Mas, na verdade, sabeis melhor agora. Sabeis que os homens, muito freqüentemente, são levados à tentação pelos desejos do seu próprio egoísmo e os impulsos da sua natureza animal. Quando sois tentados desse modo, eu vos recomendo que, ao mesmo tempo em que reconheçais a tentação, honesta e sinceramente, exatamente pelo que ela é, que redirijais inteligentemente as energias do espírito, da mente e do corpo, que estão buscando expressão, para canais mais elevados e para metas mais idealistas. Desse modo vós podeis transformar as vossas tentações nos tipos mais elevados de ministração mortal edificante, ao mesmo tempo em que evitais quase inteiramente esses conflitos desgastantes e enfraquecedores entre a natureza animal e a natureza espiritual.

156:5.5 “Quero prevenir-vos, todavia, contra a loucura que é o afã de superar a tentação por meio do esforço de suplantar um desejo, adotando um outro desejo supostamente superior, e fazendo uso da mera força da vontade humana. Se quiserdes ser verdadeiramente triunfantes sobre as tentações da natureza inferior, deveis alcançar aquela posição de vantagem espiritual por meio da qual, real e verdadeiramente, desenvolvestes um interesse e um amor real pelas formas mais elevadas e idealistas, na conduta que a vossa mente deseja colocar no lugar daqueles hábitos inferiores e menos idealistas de comportamento e que reconheceis como sendo tentações. Desse modo, sereis libertados por meio da transformação espiritual, mais do que sobrecarregados cada vez mais com a supressão enganosa dos desejos mortais. O que é velho e inferior será esquecido no amor do novo e superior. A beleza sempre triunfa sobre a fealdade, nos corações de todos aqueles que são iluminados pelo amor da verdade. Há um forte poder de eliminação na energia de uma afeição espiritual nova e sincera. E de novo eu vos digo, não vos deixeis vencer pelo mal, mas antes triunfai junto com o bem, sobre o mal”.


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Dom 2 Out 2011 - 22:25

Documento 157 - 2. Em Betsáida-Júlias

157:2.1 ...Antes de ir para a conferência reservada com os crentes, Jesus teve um encontro público no qual os fariseus estiveram presentes, e eles incomodaram o Mestre com perguntas e procuraram perturbar a assembléia de outras maneiras.

Disse o líder dos perturbadores: “Mestre, gostaríamos que nos desse um sinal da autoridade que tens para ensinar, e, então, quando esse sinal acontecer, todos os homens venham a saber que tu foste enviado por Deus”.

E Jesus respondeu- lhes: “Quando for a tardinha, vós direis que fará bom tempo, porque o céu está vermelho; pela manhã direis que fará mau tempo, porque o céu está vermelho e que as nuvens abaixaram. Quando virdes uma nuvem subindo a oeste, direis que as chuvas virão; quando o vento soprar do sul, direis que virá um calor tórrido. Como é que sabeis tão bem discernir a face dos céus, se sois tão incapazes para discernir os sinais dos tempos? Para aqueles que conhecem a verdade, já foi dado um sinal; mas para uma geração hipócrita e com a mente cheia de maldade, nenhum sinal será dado”.

157:2.2 ...O Mestre participou do planejamento da missão da Decápolis e, ao despedir-se do grupo, falou: “Eu vos digo: tende cuidado com a influência dos fariseus e dos saduceus. Não vos enganeis com a exibição de um grande saber e a profunda lealdade que demonstram ter às formas da religião. Preocupai-vos apenas com o espírito da verdade viva e com o poder da verdadeira religião. Não é o medo de uma religião morta que vos salvará, mas sim a vossa fé em uma experiência viva, com as realidades espirituais do Reino. Não permitais, a vós próprios, tornar-vos cegos pelo preconceito e paralisados pelo medo. Nem permitais à reverência às tradições desvirtuar o vosso entendimento daquilo que os vossos olhos não vêem e os vossos ouvidos não ouvem. O propósito da verdadeira religião não é meramente trazer a paz, mas sim assegurar o progresso. E não pode haver paz no coração, nem progresso na mente se não estiverdes amando de todo o coração a verdade e os ideais das realidades eternas. As questões da vida e da morte estão sendo colocadas bem diante de vós — os prazeres pecaminosos do tempo contra as realidades justas da eternidade. E, agora mesmo, devíeis começar a encontrar a libertação da servidão do medo e da dúvida, ao entrardes na nova vida da fé e da esperança. E, quando os sentimentos do serviço ao vosso semelhante nascerem na vossa alma, não os sufoqueis; quando as emoções do amor pelo vosso semelhante brotarem dentro do vosso coração, deveis dar expressão a esses impulsos de afeto, na ministração inteligente às necessidades reais dos vossos semelhantes”.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Seg 3 Out 2011 - 20:33

Documento 158 - 1. A Transfiguração

158:1.4 Quando era um menino, Jesus tinha o hábito de subir o monte perto da sua casa e sonhar com as batalhas que tinham sido travadas pelos exércitos dos impérios nas planícies de Esdraelon; agora, ele subia o monte Hermom para receber o dom que iria prepará-lo para descer às planícies do Jordão e vivenciar as cenas finais do drama da sua auto-outorga em Urântia.

O Mestre poderia ter desistido da luta naquele dia, no monte Hermom, e ter retornado ao governo dos domínios do universo, entretanto, não apenas escolheu preencher os quesitos da sua ordem de filiação divina, compreendidos no mandado do Filho Eterno do Paraíso, como também escolheu cumprir, na sua totalidade, e até o fim, a vontade presente do seu Pai no Paraíso.

Neste dia de agosto, três dos seus apóstolos viram-no recusando-se a ser investido em plena autoridade no universo.

Com estupor, eles assistiram aos mensageiros celestes partirem, deixando-o sozinho para concluir a sua vida terrena como Filho do Homem e Filho de Deus.

158:1.6 Aproximadamente às três horas de uma bela tarde Jesus destacou-se dos três apóstolos, Dizendo: “Vou só, durante algum tempo, vou comungar com o Pai e com os Seus mensageiros; peço-vos que permaneçam aqui e, enquanto aguardam a minha volta, que orem para que a vontade do Pai possa ser feita em toda a vossa experiência ligada à continuação da missão de outorga do Filho do Homem”.

E, após dizer-lhes isso, Jesus retirou-se para uma longa conferência com Gabriel e com o Pai Melquisedeque, só retornando às seis horas.

Quando Jesus percebeu a ansiedade deles, por causa da sua ausência prolongada, disse: “Por que ficastes com medo? Bem sabíeis que eu devia ocupar-me dos assuntos do meu Pai; então, por que duvidais quando não estou convosco? Agora eu vos declaro que o Filho do Homem decidiu passar o resto da sua vida terrestre em meio a vós e como um de vós. Animai- vos, pois não os deixarei até que o meu trabalho tenha chegado ao fim”.

158:1.7 Enquanto compartilhavam a refeição frugal da noite, Pedro perguntou ao Mestre: “Por quanto tempo permaneceremos nestas montanhas, longe dos nossos irmãos?”

E Jesus respondeu: “Até que tenhais visto a glória do Filho do Homem e saibais que tudo o que declarei a vós é verdadeiro”.

E eles conversaram sobre os assuntos da rebelião de Lúcifer, assentados em volta das brasas vermelhas do fogo que haviam acendido, até que a escuridão chegou, deixando os olhos dos apóstolos pesados, pois haviam começado a jornada muito cedo naquela manhã.

158:1.8 Depois que os três apóstolos já estavam dormindo profundamente, por uma meia hora, eles foram subitamente despertados por um som agudo, em volta deles e, para a sua maravilha e consternação, ao olharem em volta, viram Jesus em conversa íntima com dois seres brilhantes revestidos pelo manto da luz do mundo celestial.

E o rosto e a forma de Jesus resplandeciam com a luminosidade de uma luz celeste. Aqueles três falavam em uma língua estranha, mas, de algumas coisas ditas,

Pedro erroneamente conjecturou que os seres com Jesus eram Moisés e Elias; na realidade, eles eram Gabriel e o Pai Melquisedeque.

Os controladores físicos haviam providenciado para que os apóstolos testemunhassem essa cena, a pedido de Jesus.

158:1.9 Os três apóstolos ficaram tão terrivelmente amedrontados que levaram algum tempo para refazer-se, mas Pedro, que havia sido o primeiro a se recuperar, disse, à medida que a visão deslumbrante desaparecia diante deles e passavam a ver Jesus de pé, sozinho: “Mestre, Jesus, é bom estar aqui. Regozijamo-nos de ver essa glória.

É-nos repugnante voltar ao mundo inglório. Se quiseres, nós moraremos aqui e erigiremos três tendas, uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias”.

E Pedro disse isso por causa da sua confusão, e porque nada mais veio à sua mente naquele momento.

158:1.10 Enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem prateada aproximou-se deles e envolveu os quatro homens.

Os apóstolos agora ficaram extremamente amedrontados e, caindo com os rostos no chão, em adoração, ouviram uma voz, a mesma que havia falado na ocasião do batismo de Jesus, dizendo: “Este é o Meu Filho amado; dai ouvidos a ele”.

E, quando a nuvem desapareceu, de novo Jesus estava a sós com os três e então se abaixou para tocar neles, dizendo: “Levantai-vos e não tenhais medo; vereis coisas ainda maiores do que esta”.


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Qua 5 Out 2011 - 21:04

Documento 158 - 4. O Jovem Epilético

158:4.2 ...Tiago de Safed, tinha um filho com a idade aproximada de quatorze anos, um filho único que estava sendo gravemente afligido pela epilepsia.Além dessa doença nervosa, esse rapaz estava possuído por uma dessas criaturas intermediárias rebeldes, errantes e malevolamente brincalhonas, e sem controle, que estava ainda presente na Terra, de modo que o jovem era tanto epilético quanto possuído por um demônio.

158:4.4 Os nove apóstolos ficaram bastante surpresos e consideravelmente perturbados quando esse homem, acompanhado por cerca de mais quarenta pessoas que estavam procurando por Jesus, aproximou-se subitamente deles.

158:4.5 André levantou-se para saudar esse pai e o seu filho, dizendo: “A quem procurais?”

E Tiago disse: “Meu bom homem, procuro o vosso Mestre. Busco a cura para o meu filho doente. Gostaria que Jesus expulsasse o diabo que está possuindo o meu filho”.

158:4.6 Enquanto os apóstolos escutavam, Simão zelote e Judas Iscariotes adiantaram- se até o pai dizendo: “Podemos curá-lo; não necessitais esperar pelo retorno do Mestre. Somos embaixadores do Reino; não mais temos de manter sigilo sobre essas coisas.Jesus é o Libertador, e as chaves do Reino foram entregues a nós”.

Então o pai disse: “Se foi dado a vós fazer esses trabalhos, eu oro para que vós digais as palavras que irão livrar o meu filho dessa escravidão”.

Simão deu um passo adiante e, colocando a sua mão na cabeça do garoto, então, olhou diretamente dentro dos seus olhos e comandou: “Sai dele, espírito sujo; em nome de Jesus, obedece- me”.

Mas o garoto apenas teve mais um violento ataque, enquanto os escribas zombavam dos apóstolos com desprezo, e os crentes decepcionados sofriam os sarcasmos desses críticos pouco amigáveis.

158:4.7 André ficou profundamente triste com todo esse esforço equivocado e com o fracasso lamentável. Chamou os apóstolos à parte para uma conversa e uma oração.

Depois de uma meditação, sentindo um remorso agudo pela derrota e percebendo a humilhação que pairava sobre todos eles, André procurou, em uma segunda tentativa, expulsar o demônio, mas apenas mais um fracasso coroou os seus esforços.

André confessou francamente a derrota e pediu ao pai que permanecesse com eles, durante aquela noite ou até o retorno de Jesus, dizendo: “Talvez esse tipo de demônio não saia, a não ser pela ordem pessoal do Mestre”.

158:4.8 E assim, enquanto Jesus descia a montanha com Pedro, Tiago e João, bastante exuberantes e enlevados, os seus nove irmãos estavam tomados mais ainda pela insônia, debatendo-se na confusão e no abatimento da humilhação.

158:5.1 Quando Jesus aproximou-se, os nove apóstolos ficaram mais do que aliviados ao acolhê-lo de volta e cheios de alento ao contemplar o regozijo e o entusiasmo incomum nas expressões de Pedro, Tiago e João.

Eles correram todos para saudar Jesus e os seus três irmãos.

E, enquanto trocavam cumprimentos, a multidão aproximou-se, e Jesus perguntou: “Sobre o que estáveis debatendo quando nos aproximamos?”

Mas, antes que os apóstolos desconcertados e humilhados pudessem responder à pergunta do Mestre, o ansioso pai do garoto afligido adiantou-se e, ajoelhando-se aos pés de Jesus, disse: “Mestre, tenho um único filho, e ele está possuído por um espírito mau. Não só grita de terror e espuma pela boca, mas cai como um morto no momento da possessão, e, muitas vezes, esse espírito mau que o possui leva-o a convulsões e, algumas vezes, joga-o na água e mesmo no fogo. De tanto ranger de dentes o resultado é que ele se machuca muito, e assim meu filho depaupera-se.A sua vida é pior que a morte; a mãe dele e eu ficamos de coração triste e espírito alquebrado. Ontem, lá pelo meio-dia, procurando por ti, deparei-me com teus discípulos e, enquanto esperávamos, os apóstolos tentaram expulsar esse demônio, mas não conseguiram. E agora, Mestre, farás isso para nós, curarás o meu filho?”

158:5.2 Quando Jesus terminou de escutar essas palavras, ele tocou o pai que se ajoelhava e rogou-lhe que se levantasse, enquanto dirigia aos apóstolos um olhar interrogativo.

Então disse Jesus a todos que estavam à sua frente: “Ó geração perversa e sem fé, até quando eu vos suportarei?

Por quanto tempo ficarei convosco?

Quanto tempo será necessário para aprenderdes que as obras da fé não surgem por uma demanda em descrença cética?”

E então, apontando o pai desconcertado, Jesus disse: “Traze aqui o teu filho”.

E, quando Tiago trouxe o menino à sua frente, Jesus perguntou: “Por quanto tempo o menino tem sido afligido dessa maneira?”

O pai respondeu: “Desde que era uma criança pequena”.

E, enquanto falavam, o menino foi tomado por um ataque violento e caiu entre eles, rangendo os dentes e espumando pela boca.Depois de uma sucessão de convulsões violentas, ficou estendido lá diante deles como um morto.

E, de novo, o pai ajoelhou-se aos pés de Jesus implorando ao Mestre, dizendo: “Se puderdes curá-lo, eu imploro a vós que tendes compaixão de nós e que nos livre dessa aflição”.

Jesus abaixou os olhos para ver o rosto ansioso do pai, dizendo: “Não coloqueis em dúvida o poder do amor do meu Pai, mas sim a sinceridade e o alcance da vossa própria fé. Todas as coisas são possíveis para aquele que realmente crê”.

E, então, Tiago de Safed pronunciou estas palavras, que seriam sempre relembradas, de fé confundida com a dúvida: “Senhor, eu creio. Oro para que me ajudeis na minha descrença”.

158:5.3 Jesus deu um passo à frente e, tomando o menino pela mão, disse: “Eu farei isso segundo a vontade do meu Pai e em honra da fé viva. Meu filho, te levanta! Sai dele, espírito desobediente, e não voltes”.

E, colocando a mão do filho na mão do pai, Jesus disse: “Toma o teu caminho.O Pai concedeu o desejo da tua alma”.

E todos que estavam presentes, mesmo os inimigos de Jesus, ficaram estupefatos com o que viram.

158:5.5 Foi uma cura verdadeira para uma aflição dupla, um mal físico e uma doença do espírito.

E o menino ficou definitivamente curado daquele momento em diante.


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Qui 6 Out 2011 - 20:08

Documento 158 - 6. No Jardim de Celsus

158:6.1 Tomé disse: “Mestre, nós ficamos para trás e continuamos ainda ignorando o que aconteceu na montanha e que tanto regozijo trouxe aos nossos irmãos que estiveram contigo, nós desejamos ardentemente que nos fales a respeito da nossa derrota e nos instrua sobre essas questões, pois vemos que aquelas coisas que aconteceram na montanha não podem ser reveladas neste momento”.

158:6.2 E Jesus respondeu a Tomé, dizendo: “Tudo de que os vossos irmãos tomaram conhecimento na montanha vos será revelado na hora devida. Contudo, agora, eu mostrarei a causa da vossa derrota naquilo que tão pouco sabiamente tentastes fazer. Enquanto vosso Mestre e vossos irmãos, ontem, iam montanha acima para buscar um conhecimento mais amplo da vontade do Pai e pedir um dom mais rico em sabedoria para realizar mais efetivamente a vontade divina, vós permanecestes aqui de vigília, com instruções para esforçar- vos para adquirir o discernimento espiritual na vossa mente e orar conosco para uma revelação mais plena da vontade do Pai. E, então, deixastes de manter a fé sobre vosso comando. Em vez disso, cedestes à tentação e caístes nas velhas tendências más de buscar por vós próprios os lugares preferidos no Reino do céu — como se ele fosse o reino material e temporal que persistis em contemplar, pois vos apegastes a esses conceitos errôneos a despeito das minhas declarações reiteradas de que meu Reino não é deste mundo.

158:6.3 “Mal a vossa fé acaba de captar a identidade do Filho do Homem. e o vosso desejo egoísta de favoritismos terrestres vos possui novamente e caís em discussões, entre vós, sobre quem será o maior no Reino do céu, um reino que não existe do modo como insistis em conceber, nem existirá jamais. Já não vos disse que quem quiser ser o maior no Reino da irmandade espiritual do meu Pai deve tornar-se pequeno aos seus próprios olhos e assim converter-se no servidor dos seus irmãos? A grandeza espiritual consiste em um amor compreensivo, que é semelhante ao amor de Deus, e não em um desfrute de exercício do poder material para a exaltação do ego. Naquilo que tentastes e em que falhastes, tão completamente, o vosso propósito não era puro. O vosso motivo não foi divino. O vosso ideal não foi espiritual. A vossa ambição não foi altruísta. O vosso procedimento não se baseou no amor, e a meta que queríeis atingir não era a vontade do Pai nos céus”..

158:6.4 “Quanto tempo demorará até aprenderdes que não se pode abreviar o curso estabelecido dos fenômenos naturais, a não ser quando isso estiver de acordo com a vontade do Pai? E que não podeis realizar obras espirituais sem o poder espiritual. E que não podeis efetivar nenhuma dessas duas coisas, mesmo quando as possibilidades estiverem presentes, sem a existência daquele terceiro fator humano essencial, a experiência pessoal da posse da fé viva. E por que quereis ter sempre manifestações materiais como atração para as realidades espirituais do Reino? Não podeis compreender a significação espiritual da minha missão, sem que haja exibição visível de obras inusitadas? Quando, afinal, sereis confiáveis para aderir às realidades mais elevadas e espirituais do Reino, independentemente das aparências externas de quaisquer manifestações materiais?”

8. Na Casa de Pedro

158:8.1 Chegaram em Cafarnaum durante o crepúsculo e, seguindo por caminhos pouco freqüentados, foram diretamente à casa de Simão Pedro para jantar.

Jesus, levantando os olhos até Pedro e os outros apóstolos, perguntou: “Enquanto caminháveis juntos, esta tarde, sobre o que faláveis tão gravemente entre vós?”

Os apóstolos ficaram calados, porque muitos deles haviam continuado a discussão iniciada no monte Hermom, sobre as posições que eles deveriam ter no Reino que estava para vir; quem deveria ser o maior, e assim por diante.

Jesus, sabendo o que ocupara os pensamentos deles naquele dia, com um gesto chamou um dos pequenos de Pedro e, colocando a criança entre eles, disse: “Em verdade, em verdade, eu vos digo, se não mudardes e se não vos tornardes mais como esta criança, pouco progresso fareis no Reino do céu. Aquele que se humilhar e tornar-se como este pequeno, virá a ser o maior no Reino do céu. E aquele que receber este pequeno é a mim que recebe. E aqueles que recebem a mim recebem também a Ele que me enviou. Se quiserdes ser os primeiros no Reino, procurai ministrar essas boas verdades aos vossos irmãos na carne. Mas se alguém fizer um destes pequenos tropeçar, seria melhor para ele que uma pedra de moinho lhe fosse atada ao pescoço e que fosse jogado no mar. Se as coisas que fizerdes com as vossas mãos, ou as coisas que virdes com os vossos olhos ofenderem o progresso do Reino, sacrificai então esses partes idolatradas, pois é melhor entrardes no Reino sem muitas das coisas amadas da vossa vida, do que vos apegar a esses ídolos e ver-vos excluídos do Reino. Mais do que tudo, entretanto, assegurai-vos de não desprezar nenhum destes pequenos, pois os anjos deles contemplam sempre as faces das hostes celestes”.


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  ELISABETE em Sex 7 Out 2011 - 19:07

OLÁ WAM, TENHO LIDOS ALGUNS TRECHOS DO LIVRO DE URANTIA POSTADO POR VC.
E FICO GRATA POR ESSE SEU TRABALHO, COMECEI A POSTAR NO MEU FACEBOOK,
GOSTARIA MUITO QUE AS PESSOAS LESSEM SOBRE ESSES ENSINAMENTOS DO MESTRE
JESUS, ACHO NO MEU ATUAL MOMENTO A PARTE MAIS IMPORTANTE DO LIVRO.
UM FORTE ABRACO
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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Sex 7 Out 2011 - 20:37

ELISABETE escreveu:OLÁ WAM, TENHO LIDOS ALGUNS TRECHOS DO LIVRO DE URANTIA POSTADO POR VC.
E FICO GRATA POR ESSE SEU TRABALHO, COMECEI A POSTAR NO MEU FACEBOOK,
GOSTARIA MUITO QUE AS PESSOAS LESSEM SOBRE ESSES ENSINAMENTOS DO MESTRE
JESUS, ACHO NO MEU ATUAL MOMENTO A PARTE MAIS IMPORTANTE DO LIVRO.
UM FORTE ABRACO
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Olá Elisabete!

Não canso de falar, que para mim, Jesus é o maior mestre que passou pela terra.

Elisabete, as leituras do Livro, principalmente a parte que fala sobre Jesus, tem mudado para melhor a minha vida, estou com mais fé, mais coragem e acredito firmemente no que é o principal disto tudo, que se resume acreditar na filiação divina e na fraternidade entre os homens, acreditar que Deus reside homens e tentar fazer sinceramente a vontade do Pai. Como está escrito no Livro, que tendo consciência que uma parte de Deus habita em nós e ter consciência de Deus.

Um Abraço!




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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Sex 7 Out 2011 - 20:53

Documento 159 - 1. O Sermão sobre o Perdão

159:1.1 Certa noite em Hipos, Jesus ensinou sobre o perdão, em resposta a uma pergunta de um discípulo. Disse o Mestre:

159:1.2 “Se um homem de bom coração tem cem ovelhas e uma delas desvia-se, não deixa de imediato as noventa e nove e sai em busca daquela que se desviou? E se for um bom pastor, não permanecerá em busca da ovelha perdida até encontrá- la? E assim, quando o pastor houver encontrado a sua ovelha perdida, ele a colocará nos ombros e, rejubilante, chamará os seus amigos e vizinhos, para ‘rejubilarem-se comigo, pois eu encontrei minha ovelha que estava perdida’. Eu declaro que há mais alegria no céu, por causa de um pecador que se arrepende, do que por de noventa e nove pessoas corretas que não necessitam de arrependimento. E, ainda assim, não é da vontade do meu Pai no céu que nenhuma dessas pequeninas ovelhas se perca e muito menos que pereça. Na vossa religião, Deus pode receber os pecadores arrependidos; no evangelho do Reino, o Pai sai para encontrá-los, antes até mesmo que eles pensem seriamente em arrependimento.

159:1.3 “O Pai do céu ama os seus filhos; e, portanto, deveríeis aprender a amar-vos uns aos outros; o Pai do céu perdoa o vosso pecado; e, portanto, deveríeis aprender a perdoar-vos uns aos outros. Se o vosso irmão peca contra vós, ide até ele e, com tato e paciência, mostrai a ele o seu erro. E fazei tudo isso apenas entre vós e ele, a sós. Se ele vos escutar, então conquistastes o vosso irmão. Mas se o vosso irmão não vos escutar, se ele persistir no caminho do erro, ide novamente a ele, levando convosco um ou dois amigos comuns, para que possais ter duas, ou mesmo três testemunhas, para confirmar o depoimento dele e estabelecer o fato de que vós tratastes com justiça e com misericórdia ao vosso irmão que vos ofendeu. E, ainda, se ele se recusa a ouvir os vossos irmãos, podeis contar o caso à fraternidade e, então, se ele se recusar a ouvir a congregação, deixai que tomem as providências que julgarem sábias; e deixai que esse membro, obstinado assim, se torne um pária deste reino. Embora não possais pretender fazer o julgamento das almas dos vossos semelhantes, e, embora não possais perdoar pecados, nem presumir, de qualquer outro modo, usurpar as prerrogativas dos supervisores das hostes celestes, ao mesmo tempo, a vós foi confiado manterdes a ordem temporal deste reino da Terra. Apesar de não poderdes interferir nos decretos divinos que dizem respeito à vida eterna, ireis determinar as questões da conduta, no que disserem respeito ao bem-estar temporal da fraternidade na Terra. E assim, em todas essas questões ligadas à disciplina da irmandade, o que vós decretardes na Terra será reconhecido no céu. Embora não possais determinar o destino eterno do indivíduo, podeis legislar a respeito da conduta do grupo, pois, naquilo em que dois ou três de vós concordardes, a respeito de qualquer dessas coisas e perguntardes a mim, assim será feito para vós, se o vosso pedido não for incompatível com a vontade do meu Pai no céu. E tudo isso é, para sempre, a verdade, pois, naquilo em que dois ou três crentes estiverem juntos, lá eu estarei no meio deles”.

159:1.4 Simão Pedro era o apóstolo encarregado dos trabalhadores em Hipos e quando ouviu Jesus falar assim perguntou: “Senhor, quantas vezes o meu irmão pecará contra mim, e quantas eu devo perdoá-lo? Até sete vezes?”

E Jesus respondeu a Pedro: “Não apenas sete vezes, mas até mesmo setenta e sete vezes. E, portanto, o Reino do céu pode ser comparado a um certo rei que ordenou uma verificação financeira nas contas dos seus intendentes. E, quando começaram a fazer esse exame das contas, foi trazido diante dele um dos seus principais servidores, que confessava dever dez mil talentos ao seu rei. Ora, esse oficial da corte do rei, havendo passado por tempos difíceis, argumentou que não possuía com que pagar a sua obrigação. Assim, o rei ordenou que a sua propriedade fosse confiscada e que os seus filhos fossem vendidos para pagar o seu débito. Quando esse servidor ouviu a dura sentença, caiu com o rosto no chão, diante do rei, implorando-lhe que tivesse misericórdia e lhe concedesse mais tempo, dizendo: ‘Senhor, tem um pouco mais de paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. E quando o rei olhou para esse servidor negligente e para a sua família, ficou comovido de compaixão. E ordenou que fosse liberado e que a sua dívida fosse totalmente perdoada.

159:1.5 “E esse importante servidor, tendo assim recebido a misericórdia e o perdão das mãos do rei, retornou aos seus afazeres. Depois disso, encontrando um dos seus subordinados que lhe devia a mera quantia de cem denários, aproximou-se dele e, pegando-o pela garganta, disse: ‘Paga tudo o que me deve’. E, então, esse servidor caiu aos pés do seu dirigente e, implorando-lhe, disse: ‘Tem só um pouco de paciência comigo, e em breve poderei pagar-te’. Mas o servidor dirigente não demonstrou misericórdia para com o seu companheiro servidor e, ao contrário, mandou-o para a prisão, até que pagasse o seu débito. Quando os companheiros servidores viram o que havia acontecido, ficaram tão aflitos que foram contar tudo ao senhor e mestre, o rei. Quando o rei ouviu sobre o que o seu servidor dirigente fizera, chamou esse homem ingrato e implacável diante de si e disse: ‘Tu és um servidor maldoso e indigno. Quando buscaste a compaixão, eu te perdoei graciosamente de toda a tua dívida. Por que tu não mostraste misericórdia também para com o teu companheiro servidor, do mesmo modo que mostrei misericórdia para contigo?’ E o rei ficou com tanta raiva que entregou o servidor ingrato aos soldados, para que eles o prendessem até que ele pagasse tudo o que devia. E, desse mesmo modo, o meu Pai celeste mostrará a mais abundante misericórdia para com aqueles que graciosamente demonstrarem misericórdia para com os seus semelhantes. Como podeis vós vir a Deus, pedindo consideração pelas vossas faltas, se tendes o hábito de castigar os vossos irmãos por serem culpados dessas mesmas fragilidades humanas? Eu digo a todos vós: graciosamente recebestes as boas coisas do Reino e, portanto, gratuitamente deveis dá-las aos vossos companheiros na Terra”.

159:1.7 [O uso da expressão setenta e sete como uma ilustração de misericórdia e clemência veio das escrituras; em uma referência à exultação de Lamec, por causa da arma de metal do seu filho Tubal-Caim. Ao comparar esses instrumentos superiores com os dos seus inimigos, exclamou: “Se Caim, sem nenhuma arma na sua mão, foi vingado sete vezes, eu serei agora setenta e sete vezes vingado”.]


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Seg 10 Out 2011 - 0:09

Documento 159 - 4. A Conversa com Natanael

...Natanael levou Jesus para longe dos outros e perguntou: “Mestre, poderias confiar em mim, a ponto de fazeres com que eu conheça a verdade sobre as escrituras? Eu observo que nos ensinas apenas uma parte das escrituras sagradas — a melhor, segundo o que posso notar — e concluo que rejeitas os ensinamentos dos rabinos, que afirmam que as palavras da lei são as próprias palavras de Deus, que estavam com Deus no céu antes mesmo dos tempos de Abraão e Moisés. Qual é a verdade sobre as escrituras?”

...Jesus respondeu: “Natanael, julgaste certo; não considero as escrituras como os rabinos as consideram. E falarei contigo sobre essa questão, sob a condição de que tu não relates essas coisas aos teus irmãos, pois nem todos estão preparados para receber esse ensinamento. As palavras da lei de Moisés, e os ensinamentos das escrituras, não existiam antes de Abraão. Apenas em tempos recentes as escrituras foram formadas, como agora as conhecemos. Embora contenham o melhor dos pensamentos mais elevados, e das aspirações do povo judeu, elas também contêm muita coisa que está longe de representar o caráter e os ensinamentos do Pai, no céu; e é por essa razão que eu devo escolher, dentre os melhores ensinamentos, aquelas verdades que devem ser reunidas para o evangelho do Reino.

“Essas escrituras são trabalho executado por homens; alguns deles santos, outros não o sendo totalmente. Os ensinamentos desses compêndios representam a visâo e a extensão do esclarecimento dos tempos, na época em que tiveram a sua origem. Como revelação da verdade, os últimos são mais confiáveis do que os primeiros. As escrituras são errôneas e de todo humanas, pela sua origem, mas não vos enganeis, elas constituem a melhor coleção de sabedoria religiosa e verdade espiritual a ser encontrada em todo o mundo, neste momento.

“Conquanto muitos desses livros não hajam sido escritos pelas pessoas cujos nomes constam neles, de modo algum, isso pesa em detrimento do valor das verdades que contêm. Se a história de Jonas não for um fato, mesmo se Jonas não tiver vivido nunca, ainda assim a profunda verdade da narrativa, o amor de Deus por Nínive e os chamados pagãos, não seria menos preciosa, aos olhos de todos aqueles que amam os seus semelhantes. As escrituras são sagradas por apresentarem os pensamentos e atos de homens que estavam em busca de Deus e que, por meio desses escritos, deixaram registrados seus conceitos mais elevados de retidão, verdade e santidade. As escrituras contêm muito que é verdade, entretanto, à luz dos vossos ensinamentos atuais, podeis entender que esses escritos contêm também bastante coisa que apenas de um modo falso representa o Pai do céu, o Deus de amor que eu vim revelar a todos os mundos.

“Natanael, nunca te permita, sequer por um momento, acreditar nos registros daquelas escrituras que dizem que o Deus do amor comandou teus antepassados que prosseguissem na batalha até matar todos os inimigos — homens, mulheres e crianças. Alguns registros são palavras vindas de homens, e homens não muito santos, esses, pois, não são a palavra de Deus. As escrituras refletem sempre e sempre refletirão o status intelectual, moral e espiritual daqueles que as criaram. Acaso não percebeste que os conceitos de Yavé crescem, em beleza e glória, à medida que os profetas fazem os seus registros, de Samuel a Isaías? E tu deverias lembrar-te de que as escrituras são destinadas à instrução religiosa e ao guiamento espiritual. Elas não são uma obra, nem de historiadores, nem de filósofos.

“A coisa mais deplorável não é meramente a idéia errônea da perfeição absoluta dos registros das escrituras e da infalibilidade dos seus ensinamentos; mas, a interpretação confusa e errada que os escribas e os fariseus em Jerusalém, escravizados à tradição, fazem desses escritos sagrados, pode ser mais deplorável. E agora eles irão empregar a doutrina de que as escrituras são tão inspiradas quanto as interpretações falaciosas que fazem delas, no seu esforço determinado para resistir a esses novos ensinamentos do evangelho do Reino. Natanael, nunca esqueças, o Pai não limita a revelação da verdade a nenhuma geração, nem a nenhum povo. Muitos buscadores honestos da verdade têm sido, e continuarão a ser, confundidos e desalentados por essas doutrinas da perfeição das escrituras.

“A autoridade da verdade é o próprio espírito que reside nas suas manifestações vivas, não é a palavra morta de homens menos iluminados e supostamente inspirados de uma outra geração. E ainda que esses homens santos de outrora tivessem vivido vidas inspiradas e preenchidas pelo espírito, isso não quer dizer que as palavras deles sejam, do mesmo modo, espiritualmente inspiradas. Hoje, deixamos de fazer o registro dos ensinamentos do nosso evangelho do Reino para que, quando eu tiver partido, não vos torneis rapidamente divididos em vários grupos de defensores da verdade, em função das diversidades das vossas interpretações dos meus ensinamentos. Para esta geração é melhor que essas verdades sejam vividas, evitando fazer o registro delas por escrito.

“Marca bem estas palavras, Natanael: Nada que a natureza humana houver tocado pode ser considerado infalível. Por meio da mente do homem, a verdade divina de fato pode resplandecer, mas sempre com uma pureza relativa e com uma divindade parcial. A criatura pode almejar a infalibilidade, no entanto apenas os Criadores a possuem.

“O maior dos erros do que se ensina sobre as escrituras, porém, é a doutrina de que são livros selados, em mistério e sabedoria, os quais apenas as mentes sábias da nação ousam interpretar. As revelações da verdade divina não são seladas, a não ser pela ignorância humana, pelo fanatismo e pela intolerância da mente estreita. A luz das escrituras é obscurecida apenas pelo preconceito e obliterada apenas pela superstição. Um medo falso do sagrado impediu que a religião fosse salvaguardada pelo bom senso. O medo da autoridade dos escritos sagrados, do passado, impede efetivamente que as almas honestas de hoje aceitem a nova luz do evangelho, a luz que os mesmos homens conhecedores de Deus, de outra geração, tão intensamente almejaram ver.

“E o aspecto mais triste de tudo é o fato de que alguns dos instrutores partidários da santidade desse tradicionalismo conhecem a verdade. Eles compreendem mais ou menos plenamente as limitações das escrituras, mas eles são covardes morais e intelectualmente desonestos. Eles sabem da verdade a respeito das sagradas escrituras, mas preferem ocultar do povo esses fatos perturbadores. E, assim, desvirtuam e deturpam as escrituras, fazendo delas um guia, cheio de detalhes escravizadores da vida diária e uma autoridade sobre coisas não espirituais, em vez de apelar para os escritos sagrados como um depositário de sabedoria moral, de inspiração religiosa e de ensinamento espiritual, vindos dos homens conhecedores de Deus, em outras gerações”.


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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Seg 10 Out 2011 - 10:44

Documento 159 - 2. O Estranho Pregador

...João disse a Jesus: “Mestre, ontem eu fui até Astarot para ver um homem que estava ensinando em teu nome, e até mesmo clamando ser capaz de expulsar demônios. Ora, esse homem nunca esteve conosco, nem jamais nos seguiu; por isso eu proibi-o de fazer essas coisas”.

E então disse Jesus: “Não o proíbas. Não percebes que esse evangelho do Reino em breve será proclamado em todo o mundo? Como podes esperar que todos aqueles que acreditam no evangelho fiquem sujeitos à tua direção? Rejubila-te porque o nosso ensinamento já começou a manifestar-se para além das fronteiras da nossa influência pessoal. Acaso tu não vês, João, que aqueles que professam fazer grandes trabalhos em meu nome acabarão, finalmente, dando suporte à nossa causa? Eles certamente não se apressarão em me maldizer. Meu filho, em questões dessa espécie seria melhor que tu reconhecesses que aquele que não está contra nós, está a nosso favor. Nas gerações vindouras, muitos homens que não são integralmente dignos farão muitas coisas estranhas em meu nome, mas eu não os proibirei. Eu te digo que, até mesmo quando um copo de água for dado a uma alma sedenta, os mensageiros do Pai sempre registrarão um tal serviço de amor”.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Qua 26 Out 2011 - 20:01

Olá a Todos!

Estou abandonando o fórum, se alguém quiser contatar comigo estou na ELUB e Facebook com o nome de Pedro Paulo.

Obrigado a todos!

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Sab 17 Dez 2011 - 9:33

Olá a Todos,

Estamos utilizando o espaço do Blog para desenvolver um estudo do Documento 72 do Livro de Urântia, tentando entender assim o modo de agir e pensar de uma civilização extraterrestre e também fazendo uma comparação com o estilo de vida dos terrestres sob um ponto de vista antropológico.

http://pensandoadiante.blogspot.com/search/label/Livro%20de%20Ur%C3%A2ntia

Abs,

Martelo

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Qua 28 Mar 2012 - 22:41

O Livro de Urântia - Documento 37

As Personalidades do Universo Local - 3. Os Arcanjos

37:3.1 São o tipo mais elevado entre os altos seres espirituais, produzidos em grandes números, em um universo local; sendo que na época do último registro havia quase oitocentos mil em Nébadon.

37:3.2 Não estão de modo algum ligados à administração rotineira do universo, permanecendo dedicados ao trabalho de sobrevivência da criatura e à continuidade da carreira ascendente dos mortais do tempo e do espaço.

37:3.3 O corpo de arcanjos de Nébadon é dirigido pelo primogênito dessa ordem.

Em tempos mais recentes, uma sede divisional de arcanjos tem sido mantida em Urântia.

É esse fato inusitado que logo chama a atenção dos estudantes visitantes vindos de fora de Nébadon e, entre as suas observações iniciais de transações no intra-universo, está a descoberta de que muitas das atividades ascendentes dos Brilhantes Estrelas Vespertinas são dirigidas a partir da capital de um sistema local, o de Satânia.

Num exame posterior, eles descobrem que certas atividades dos arcanjos são dirigidas de um pequeno mundo habitado, aparentemente insignificante, chamado Urântia.

E, então, segue-se a revelação da auto-outorga de Michael em Urântia e, imediatamente, surge um interesse súbito e crescente por vós e pela vossa humilde esfera.

37:3.4 Podeis compreendeis o significado do fato de que o vosso humilde e confuso planeta haja passado a ser uma sede divisional para a administração do universo e para a direção de certas atividades dos arcanjos, que têm a ver com o esquema de ascensão ao Paraíso? Isso, sem dúvida, prognostica uma concentração futura de outras atividades ascendentes no mundo de auto-outorga de Michael e empresta uma importância imensa e solene à promessa pessoal do Mestre: “Eu virei novamente”.

[Ditado por um Brilhante Estrela Vespertino de Nébadon, Número 1 146 do Corpo Criado.]

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Dom 29 Abr 2012 - 20:47

Lua de Saturno tem características de planeta
Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/04/2012

Os novos dados revelam que Febe é quase esférica, e que já teve um passado de evolução, antes de estacionar no aspecto atual.

"Ao contrário dos corpos primitivos, como os cometas, Febe parece ter evoluído ativamente por um tempo, antes de estacionar," disse Julie Castillo-Rogez, Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

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Segundo o Livro de Urântia, Documento 57, 5. A origem do Sistema Solar, explica com detalhes o porque de certos astros terem movimentos retrógrados e alguns deles foram extraídos do sistema de Argona que se aproximou do nosso sol há 4.5 bilhões de anos.

Um boa semana a todos!

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  estel em Ter 22 Jan 2013 - 15:39

Gostaria de sugestões de livros para ler.

Um que li e achei muito bom: Cegos nas trevas, cegos na luz.


Abraços,
Estel.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

Mensagem  Convidad em Ter 22 Jan 2013 - 20:04

Amo os livros da Ana Lucia Marins!!!! Acho que vou até relê-los...

Tenho vários deles em formato doc, inclusive este que você citou. Quem quiser ler também, me enviem seu endereço de e-mail por Mensagem Privada que eu mando em anexo.

Martelo

estel escreveu:Gostaria de sugestões de livros para ler.

Um que li e achei muito bom: Cegos nas trevas, cegos na luz.


Abraços,
Estel.

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Re: ENSINAMENTOS DO LIVRO DE URÂNTIA

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