GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Página 2 de 2 Anterior  1, 2

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  ode marina em Qui 13 Dez 2012 - 0:20

lastchild escreveu:Né? É verdade que os bichos também têm suas tarefas e missões.

Imagino que numa batalha espiritual a pessoa precise ter fé o bastante por ela e por aqueles que não possuam fé (animais ou pessoas), precisa saber cantar quando ninguém mais consegue cantar, precisa saber falar por aqueles que se esqueceram a fala, lembrar quando a maioria manda esquecer, ser a luz do mundo na escuridão, amar e nunca esquecer do calor das memórias que aquecem o coração. Ser o sal da terra.

Em outras palavras... Já que é natural que uma pessoa que cultive o espírito ou riquezas do espírito atraia experiências espirituais então aquilo que ela cultiva passa a se comportar com implicações que vão além de nosso mundo.

De modo que a luz e a sombra de um guerreiro espiritual é mais terrível que a luz e sombra material ou profana porque são de caráter eterno e mais vivo. Aqui entra o que você falou de atração. Eu estava lendo um artigo muito interessante sobre Fukushima que fala sobre conexão:

Life-world: Beyond Fukushima and Minamata
5. ‘Connectedness’ as the Legacy of Minamata and Fukushima

...

Is it any wonder then that connectedness emerged as a legacy of both Minamata and Fukushima? The devastation of the March 11 triple disasters met with overwhelming sympathy, abundant aid, and offers of volunteer work from other parts of Japan and all around the world. Within the affected districts, people strove to revive the spirit of the community, for example, by efforts to salvage traditional festivals and seasonal events. The disaster created a sense of cohesion in Japan. At the end of 2011, the word ‘kizuna’ 絆 (bond/connectedness) was chosen as the kanji character that best symbolised the year of disasters.39 Indeed, the triple disaster affected the people of Japan in profound ways. A public opinion poll conducted in 2012 by the Cabinet Office found that almost 80 percent of the 6,059 respondents indicated that they came to realise, after the 2011 disaster, the importance of connectedness with society to a greater extent than they did earlier.40



In the case of Minamata, the word ‘moyai’ 舫 (mooring boats) has become its legacy,41 although it took nearly forty years for it to emerge as a key concept. The word was first used officially in 1994 in a speech by the then Minamata Mayor, Masazumi Yoshii. It was Ogata Masato, a Minamata fisherman and Minamata disease sufferer, however, who first proposed the concept as a keyword for the future.42 He is one of the ‘creative and persistent small leaders’ within the community with whom the Minamata patients have been blessed',43 and one of the key persons in Minamata who can create new knowledge.44 He writes:

We have an expression, moyai, which I hold close to my heart… It comes from the verb moyau, which means “to tie two boats together,” or “to moor a boat to a piling.” For instance, when we fished for sardines, two boats of the same size would drag a net between them…. If a storm should blow up while we were fishing, we would tie our boat together with another and head for port. This, too, is called moyau. The other boat didn’t necessarily belong to an acquaintance…. As we headed for port we would talk about our fishing villages, how the fish were running, and so on…. Moyai began as a fishing term, but it has been applied to other aspects of our daily lives…. It implies that a small group of people will go somewhere and also return together. Villagers enjoy going places together.45

As Beck points out, different phases of modernity: pre-modern, first-modern and second-modern, have coexisted in the process of the modernisation of Japan.46 In post-3.11 Japan, Minamata presents a vantage point with which to survey this multifaceted modernity. For Ogata this multiplicity has been his lived history, and the foundation of a philosophy which is based on the notion of the life-world that puts the highest and absolute priority on life. As touched upon earlier, ‘life over economy’ is a phrase often seen in the recent anti-nuclear demonstrations, so that ideas resonating with Ogata’s may well be developed based on experiences of Fukushima. Meanwhile, as Beck points out, ‘we need a new frame of reference for the world risk society [from] non-Western countries’.47 What is attempted below is to construct such a frame of reference by drawing on ideas that Ogata developed in his fifty year struggle with Minamata disease.

This author had the occasion to interview Ogata in Minamata on 15-17 January 2012 and again on 25 August 2012. What follows draws upon these interviews as well as his two autobiographies – Rowing the Eternal Sea: the Story of a Minamata Fisherman (1996 Japanese and 2001 English) and Chisso wa watashi de atta [Chisso within] (2001). By drawing upon these research materials, it is suggested below that:

1) Ogata’s philosophy of ‘life-world’ (いのちの世界・生命世界), developed from his critique of modernity, presents a notion of the world where humans are envisaged as part of the connectedness of all living beings, souls of the living and the dead, and animate and inanimate elements of nature;

2) the philosophy is based on Japan’s cultural tradition of animism and may provide a spiritual basis for Japan (and possibly other parts of Asia and beyond), constituting an ethical foundation equivalent to that of the ‘Christian tradition and European culture’; and

3) the philosophy has the potential to provide ‘a new frame of reference for the world risk society [from] non-Western countries’48 by directly addressing the lacuna in (Western-made) social science: spirituality and nature.



Durante a tragédia de Minamata os japoneses resumiram a catástrofe por meio de um ideograma que representava dois navios andando juntos, em Fukushima o Kanji que emergiu foi o de conexão. Cabe perguntarmos a nós mesmos sobre a forma com que conectamos ao mundo em todos os detalhes. A reportagem é interessante porque trabalha uns pontos do idioma e das origens do que significa a palavra "CONEXÃO". O link:

http://www.japanfocus.org/-Shoko-YONEYAMA/3845

Boa Noite Lastchild e a Todos os Foristas!
Esperando que estejam em uníssono com as mais elevadas frequências do nosso Universo imediato.

Retomando, após meses organizando mudança de residência, para o sul do país. Tudo acertado, de volta p/ SP e iniciando contagem regressiva para retornar em 2013 para minha futura morada.
Amigos, o que tenho observado ultimamente com muita intensidade ao meu redor são pessoas mudando de rumo, finalizando projetos, situações, dramas e condições. Acontece comigo tb. Aspectos positivos ou não, tudo ruma para um ponto final, que nos anos anteriores vinha sendo levado "em banho maria".

E o que vem a seguir? Em todos os casos que vou observando, está sempre presente a RENOVAÇÃO. E por vezes antecede uma DESCONSTRUÇÃO!

Lastchild disse:
Estou lendo sobre efeitos hipnóticos das palavras,

Recentemente usei a palavra DESCONSTRUÇÃO numa conversa como citei acima e ela foi captada como algo ruim... bom, está certo que a pessoa com que conversava é profissional da construção civil, talvez daí interprete o “desmontar” desse modo, hehehe
Entendo que este final de ciclo (que já aceitamos como fato em nossa civilização globalizada, de tanto que a mídia provoca por osmose) necessite que descartemos os paradigmas ultrapassados que até pouco tempo atrás eram contextos e verdades inquestionáveis; novas situações, concepções e posturas não poderão surgir, se conservamos as antigas!

Por isso chegaremos em 2013 com pessoas afirmando que nada aconteceu, e outras dizendo que sim, que algo mudou.

Quem quer reter o passado, manterá seu foco onde seu coração e mente estiver...
Lastchild, o que vc pensa sobre tal palavra?

E vejam que interessante imagem encontrei no noticiário da TV: estava assistindo sobre previsão do tempo na BAND NEWS e vi a imagem que postam aqui no tópico HERCOBOLUS NEWS:

http://www.youtube.com/watch?v=z-x8aXKl5X4

Busquei a imagem na internet e encontrei o vídeo acima no YouTube. Um sun dog? O segundo sol? Inconsciente coletivo? Curioso ver aquela bolinha girando ao redor do sol, hehehe



Lastchild disse:
Já a li e é uma pena que nosso bate papo se reduza pelos deveres mas tenho confiança de que toda missão tem uma pérola escondida e que você é uma das pessoas que eu acredito serem capazes de encontrar a pérola da próxima missão, estarei orando muito por vocês.

Agradeço suas palavras; todos nós, que buscamos uma existência terrena elevada, sabemos que podemos encontrar estas pérolas no bem estar daqueles que buscamos ajudar da forma mais discreta possível.

Lastchild disse:
É verdade que os bichos também têm suas tarefas e missões.

E como! Listaria um montão de casos aqui. O mais recente, que me causou admiração, foi do cão de um primo, que se foi numa doença fulminante dois meses após seu dono falecer de uma doença degenerativa. O cão ficava sempre próximo dele nos quatro anos em que ficou acamado, e mesmo com todos os cuidados veterinários, seguiu seu dono... Acompanhei tudo de perto, e gosto de acreditar que estão juntos.

Bom, vou dando uma parada. Volto depois, para comentar sobre os ideogramas citados,
Até breve,
Ode Marina
avatar
ode marina

Mensagens : 89
Data de inscrição : 01/11/2010

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  lastchild em Ter 1 Jan 2013 - 4:37

Oi Ode (e também a quem estiver lendo)! Feliz ano novo! Smile

Uma vez li num livro que as novidades gostam de companhia e podem chegar todas juntas, encontrando as pessoas ao mesmo tempo. É bom começar um ano com atividade nas mãos.

Seu comentário sobre descontrução me estimulou a refletir sobre o que dizem e talvez você conheça de que alguns países na ásia em algumas religiões desconstroem periodicamente o prédio do templo da religião e o reconstroem outra vez preparando a vida espiritual para o próximo tempo, num espaço novo e com um modo "fresco" de ver as coisas.

Nessa perspectiva a palavra desconstruir, no sentido de desmontar ou desfazer depende do utilizador.

Por exemplo, desconstruir também se faz necessário quando precisamos preservar algo maior, importante e mais profundo. Desconstruir um proejeto precário para preservar algo invisível ou mais precisamente a vida secreta que se desenrola na terra incógnita que sustenta o mundo. Desconstruir é tornar-se criança novamente e no mundo existem horas em que é preciso ser criança novamente.

Os antigos exploradores davam esse termo a lugares não mapeados do mundo assinalando áreas não exploradas com o trecho "aqui há dragões".

Até hoje o espaço do universo, que continua por mapear e se espalha em infinitas direções(dimensões), necessita de fé em Deus para lidar com ele. Porque apesar de não ter mapeado esse território invisível a vida secreta das pessoas continua se desenrolando independente do que sabemos na pequena fração de tempo que dura um pensamento. Eu acredito que você também enfrente dragões nos lugares inexplorados que você viu tanto quanto eu.

Continuo estudando vórtices de significados. Alguns deles podem atrair e outros afastar, construir ou destruir. Ando acompanhando as mudanças do povo brasileiro e quais são as ignorâncias que ele anda cultivando. Fico pensando no fato de que muitos desejam que o mundo se torne num deserto morto aonde todos os grãos de areia sejam iguais.

Ainda não tive como responder sua MP, assim que me desenrolar te mando o feedback
tongue

Para esse ano que o pássaro que Noé soltou ao fim do dilúvio sempre volte para os herdeiros da terra com a erva verde trazendo esperança.

Abraço!

lastchild

Mensagens : 76
Data de inscrição : 03/10/2012

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  fadinha em Ter 1 Jan 2013 - 21:33

Olá Lastchild,

e aí amigo? fiquei tão contente com o ano-novo que exorcizei uma gripe a caminho. Fiquei boa. Espero que tenha sido tudo bem com você e sua família e que nesse ano novo a felicidade, alegria, o amor sejam constantes nas nossas vidas e na vida de todos os que possam ler essas linhas.
Seu comentário, como sempre, é cheio de conteúdo.
Gostei muito do que você disse, destaco esse:

Ando acompanhando as mudanças do povo brasileiro e quais são as ignorâncias que ele anda cultivando. Fico pensando no fato de que muitos desejam que o mundo se torne num deserto morto aonde todos os grãos de areia sejam iguais.

Concordo.
Isso a nível de governo, política, psicológico, sociológico e espiritual.
Somos iguais? então não há como ter progresso, é pela diversidade que crescemos em todos os setores, em todos os níveis, seja qual for o nível em que estamos colocados porque sempre será apenas um degrau para o próximo, na escadaria da evolução. Somos iguais? se até as linhas dos dedos das mãos nos diferenciam? a pupila dos olhos? Essas opiniões massivas de "somos todos um"...somos todos um, como? Jesus dizia: Eu e o Pai somos Um. Aí eu concordo. Sim esta é a situação que almejamos: ser Um com Deus. nunca Jesus disse: Eu Sou um com os filisteus ou com qualquer outra pessoa encarnada.
E essas novas definições sobre as raças? como não há raças e só uma humanidade como dizem, apagam com isso a trajetória histórica de cada um dos povos da Terra. Digamos os judeus, os chineses, os mongóis, japoneses, povos germânicos, indígenas...cada povo dentro de características inegáveis tanto culturais quanto traços físicos e genéticos.
Como dizia Saint Germain: a cada um, oportunidades iguais. Mas não considerarmos a história de cada povo, sua evolução na Terra, é preconceito dos piores porque somos originários das estrelas e cada povo já vem com uma história e em busca de experiências diferentes para a sua evolução. Isso nos torna muito especiais aqui no Brasil. Existe outro lugar na Terra onde em uma só rua você encontre vivendo em harmonia vários povos tradicionalmente inimigos? árabe amigo de judeu? conheço.
Conheci uma moça croata que tinha um amigo sérvio que morava na Austrália. Aí ela me contou sobre esse amigo "sérvio". Ele vivia na Austrália por pura desilusão. Havia cem anos que a família tinha se mudado da Sérvia para a Croácia e nos documentos dele ainda constava como estrangeiro sérvio na Croácia, com todos os dissabores de ser estrangeiro em terras inimigas. Ele não aguentou. Não somos todos um, estamos justamente aqui na Terra aprendendo a conviver com as diferenças. Não reconhecer as diferenças é o preconceito porque daí não precisamos aceitá-las.

Abaixo o deserto morto!

fadinha

fadinha

Mensagens : 793
Data de inscrição : 03/11/2010

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  ode marina em Seg 7 Jan 2013 - 14:11

lastchild escreveu:Oi Ode (e também a quem estiver lendo)! Feliz ano novo! Smile

Oi, Lastchild, Feliz Ano Novo p/ vc tb, e a todos daqui!!


Uma vez li num livro que as novidades gostam de companhia e podem chegar todas juntas, encontrando as pessoas ao mesmo tempo. É bom começar um ano com atividade nas mãos.

NOVIDADE= nova + idade, hehehe


Seu comentário sobre descontrução me estimulou a refletir sobre o que dizem e talvez você conheça de que alguns países na ásia em algumas religiões desconstroem periodicamente o prédio do templo da religião e o reconstroem outra vez preparando a vida espiritual para o próximo tempo, num espaço novo e com um modo "fresco" de ver as coisas.
Nessa perspectiva a palavra desconstruir, no sentido de desmontar ou desfazer depende do utilizador.

É mesmo, depende do utilizador... mesmo o Universo que conhecemos expande e contrai (constrói/desconstrói) na respiração de Bhrama... ; no cotidiano, mesmo que o utilizador seja medíocre em suas intenções, as leis naturais entram em ação e buscam o equilíbrio perdido temporariamente - isto física, mental e espiritualmente falando!


Por exemplo, desconstruir também se faz necessário quando precisamos preservar algo maior, importante e mais profundo. Desconstruir um proejeto precário para preservar algo invisível ou mais precisamente a vida secreta que se desenrola na terra incógnita que sustenta o mundo. Desconstruir é tornar-se criança novamente e no mundo existem horas em que é preciso ser criança novamente.

Gostei da frase acima!

Os antigos exploradores davam esse termo a lugares não mapeados do mundo assinalando áreas não exploradas com o trecho "aqui há dragões".

Vou colocar uma placa com estes dizeres na frente da nova moradia (a mudança do litoral de SP p/ uma pequena cidadezinha do Sul do país faremos mês que vem), hehehe...grata pela dica.


Até hoje o espaço do universo, que continua por mapear e se espalha em infinitas direções(dimensões), necessita de fé em Deus para lidar com ele. Porque apesar de não ter mapeado esse território invisível a vida secreta das pessoas continua se desenrolando independente do que sabemos na pequena fração de tempo que dura um pensamento. Eu acredito que você também enfrente dragões nos lugares inexplorados que você viu tanto quanto eu.

Nossa, entendi o que disse, Lastchild.

Continuo estudando vórtices de significados. Alguns deles podem atrair e outros afastar, construir ou destruir. Ando acompanhando as mudanças do povo brasileiro e quais são as ignorâncias que ele anda cultivando. Fico pensando no fato de que muitos desejam que o mundo se torne num deserto morto aonde todos os grãos de areia sejam iguais.

A internet é uma importante ferramenta para veicular estes vórtices. Ultimamente ando na contra-mão, chega a ser uma reação por vezes inconsciente, como é o instinto de preservação no reino animal.


Ainda não tive como responder sua MP, assim que me desenrolar te mando o feedback
tongue

OK, fico no aguardo. Não há pressa.

Para esse ano que o pássaro que Noé soltou ao fim do dilúvio sempre volte para os herdeiros da terra com a erva verde trazendo esperança.

QUE ASSIM SEJA!

Abraço!

Inté,
agradeço por responder,
Ode Marina

avatar
ode marina

Mensagens : 89
Data de inscrição : 01/11/2010

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  lastchild em Qua 9 Jan 2013 - 14:39

fadinha escreveu:Olá Lastchild,

e aí amigo? fiquei tão contente com o ano-novo que exorcizei uma gripe a caminho. Fiquei boa. Espero que tenha sido tudo bem com você e sua família e que nesse ano novo a felicidade, alegria, o amor sejam constantes nas nossas vidas e na vida de todos os que possam ler essas linhas.
Seu comentário, como sempre, é cheio de conteúdo.
Gostei muito do que você disse, destaco esse:

Ando acompanhando as mudanças do povo brasileiro e quais são as ignorâncias que ele anda cultivando. Fico pensando no fato de que muitos desejam que o mundo se torne num deserto morto aonde todos os grãos de areia sejam iguais.

Concordo.
Isso a nível de governo, política, psicológico, sociológico e espiritual.
Somos iguais? então não há como ter progresso, é pela diversidade que crescemos em todos os setores, em todos os níveis, seja qual for o nível em que estamos colocados porque sempre será apenas um degrau para o próximo, na escadaria da evolução. Somos iguais? se até as linhas dos dedos das mãos nos diferenciam? a pupila dos olhos? Essas opiniões massivas de "somos todos um"...somos todos um, como? Jesus dizia: Eu e o Pai somos Um. Aí eu concordo. Sim esta é a situação que almejamos: ser Um com Deus. nunca Jesus disse: Eu Sou um com os filisteus ou com qualquer outra pessoa encarnada.
E essas novas definições sobre as raças? como não há raças e só uma humanidade como dizem, apagam com isso a trajetória histórica de cada um dos povos da Terra. Digamos os judeus, os chineses, os mongóis, japoneses, povos germânicos, indígenas...cada povo dentro de características inegáveis tanto culturais quanto traços físicos e genéticos.
Como dizia Saint Germain: a cada um, oportunidades iguais. Mas não considerarmos a história de cada povo, sua evolução na Terra, é preconceito dos piores porque somos originários das estrelas e cada povo já vem com uma história e em busca de experiências diferentes para a sua evolução. Isso nos torna muito especiais aqui no Brasil. Existe outro lugar na Terra onde em uma só rua você encontre vivendo em harmonia vários povos tradicionalmente inimigos? árabe amigo de judeu? conheço.
Conheci uma moça croata que tinha um amigo sérvio que morava na Austrália. Aí ela me contou sobre esse amigo "sérvio". Ele vivia na Austrália por pura desilusão. Havia cem anos que a família tinha se mudado da Sérvia para a Croácia e nos documentos dele ainda constava como estrangeiro sérvio na Croácia, com todos os dissabores de ser estrangeiro em terras inimigas. Ele não aguentou. Não somos todos um, estamos justamente aqui na Terra aprendendo a conviver com as diferenças. Não reconhecer as diferenças é o preconceito porque daí não precisamos aceitá-las.

Abaixo o deserto morto!

fadinha

Alô fadinha! Bom te ler sempre!

Volta e meia é preciso lutar contra a paralisia vigente. Essa semana eu ia saindo do trabalho quando vi uma cobra verde de meio metro da grossura do meu polegar deslizando para se alojar no meio da grama do canteiro da rua. Quando alcancei a passarela vinham caminhando duas garotas de sandália e short no meio do canteiro em cima do gramado indo na direção da cobra. Daí eu falei para elas:
-Cuidado com a cobra!
E uma respondeu:
-Uma cobra não dá nada não.
Quando a outra olhou e notou a cobra camuflada no meio da grama deu grito e pulou uns dois metros pra longe da colega dizendo:
-Eu tenho pavor de cobra!

Quero dizer, analisando esse caso, já pensou se formos basear apenas na opinião da pessoa que diz "cobra não dá nada" e que basta ser corajoso elas ainda iriam continuar andando de sandalhinha e short despreocupadamente na grama achando que sempre conseguem ver cobras e que não precisam nunca estar alertas.

Olhando por esse foco estamos sob uma avalanche de opiniões que presumem e que encaram a superação e solução como inimigos (Aonde anda a consciência?). O público nacional de revistas científicas e religiosas anda cheio de torcedores de futebol ao invés de pensadores.

Felizmente a vida e Deus são maiores que isso.

Um grande abraço flor!! Tudo de bom!


lastchild

Mensagens : 76
Data de inscrição : 03/10/2012

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  lastchild em Qua 9 Jan 2013 - 14:57

Vou colocar uma placa com estes dizeres na frente da nova moradia (a mudança do litoral de SP p/ uma pequena cidadezinha do Sul do país faremos mês que vem), hehehe...grata pela dica.

Laughing (Rindo um bocado aqui).

A internet é uma importante ferramenta para veicular estes vórtices. Ultimamente ando na contra-mão, chega a ser uma reação por vezes inconsciente, como é o instinto de preservação no reino animal.

Alguns tentam transformar a internet em uma nova babá eletrônica como ocorria com a TV. Eu tenho batalhado para disciplinar meus impulsos para não me acomodar. Para ajudar na tarefa ando lendo sobre princípios que norteiam os fundamentos das artes marciais de modo a não perder o foco do que é importante na vida. Voltei a correr semanalmente também. lol!

Muita paz para você!

lastchild

Mensagens : 76
Data de inscrição : 03/10/2012

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  fadinha em Qua 9 Jan 2013 - 21:05

Lastchild,


As meninas da cobra com certeza pensaram que você estava dando uma "cantada" nelas...nem pensaram que podia ser uma cobra de verdade. Daí quando a menina viu que era cobra mesmo, deu o salto mortal.
Certamente os pensadores estão em baixa nesse início de milênio. Mas consigo imaginar que já foi pior, na idade média, por exemplo, até o início do século passado. Trevas.

Amigo, como correr uma vez só por semana?
Assim, segundo a opinião médica, você começa toda semana. Procuro ir pelo menos 3 vezes por semana na academia, chego lá arrastada, mas depois de uns 20 minutos já vai melhorando. Se bem que hoje já é 4a feira e não fui na academia essa semana. Então terei 3 dias seguidos para ir, sem desculpas. A academia que vou não funciona de domingo, é mais barata. Minha consciência pesa.

[color=blue]Estava lendo um post seu:



"No fórum Ascensão tivemos alguns probleminhas com zombeteiros e acabei evitando aprofundar as pesquisas de um caso pessoal que postei na época. Uma das pessoas que havia se interessado no caso foi o Euzébio que hoje é adm num fórum de Ufologia.

O caso é que pesquisando na ufologia (que é justamente o estudo de objetos não identificados) encontrei um tipo de intervenção chamada de Entrantes ou Visitantes. Você sabe me dizer ou conhece textos sobre o assunto?

Lendo uns textos vi que no caso ufológico da operação Prato o coronel Hollanda precisou de filmes cedidos pela força aérea americana para conseguir tirar as fotos dos ufos na região de uma cidadezinha porque os filmes fotográficos comuns da nossa força aérea não funcionavam, o que me leva a pensar que existem condições especiais para que se capture ou interaja com esse tipo de agente.

Já li relatos que descrevem os entrantes e visitantes como um tipo de possessão, mas não me parece ser algo tão simples que baste chamar de possessão. As pessoas parecem realmente ficar "alugadas" por um tempo ou ficarem com a mente sintonizada em uma freqüência específica, quiçá uma força telepática diretora, mas o objetivo e forma como acontecem varia muito. A mente das pessoas afetadas parece adquirir uma sincronia por um breve tempo e às vezes a sincronia ocorre com várias pessoas ao mesmo tempo (famílias inteiras). A resposta pode ser de fugir ou lutar e o resultado é um tipo de experiência forte que alguns aceitam bem e se lembram mas outros entram em estado de negação.

De acordo com os textos, posteriormente os afetados não lembram do que aconteceu durante o fenômeno que na ufologia eles chamam de Cegueira Psicogênica, que é um tipo de bloqueio instintivo usado para proteger a personalidade depois de um choque. O número de pessoas nessa situação na população brasileira é desconhecido e duvido que algum governo local se preocupe tão cedo, mas talvez lá fora outros governos já tenham esses estudos em estado avançado.

Tenho notado uma quantidade de pessoas que alegam não lembrar dos sonhos ficando dopadas a noite toda. Algumas estão parando de memorizar corretamente ou param de abordar a própria consciência da forma saudável levando-as a depressão, desilusão e desespero.


Eu li, no início do meu interesse pelo esoterismo muiiiitos livros do Lobsang Rampa e ele se apresentava como um entrante em um corpo cujo espírito estava se retirando, uma operação, nossa! meio cavernosa.
Aí vi que o Trigueirinho também diz que é um entrante ET...acho que isso me deixou meio decepcionada com ele e parei de ler os livros que ele escreve.
Mas... outro dia estava ouvindo umas músicas pela internet e achei uns vídeos dele sobre a Mãe do Mundo, assunto do meu interesse. Assisti o primeiro. Ele está bem mais velho e uma cara de ET bem significativa, sabe? aqueles que tem olhos grandes e boca pequena? parece...e, no entanto, vi que ele é rodeado de tanta luz e tem um terceiro olho parece um farol de luz. Falam muito mal dele porém vendo isso, tenho que discordar.
Eu li o livro onde ele descreve como o Trigueirinho verdadeiro deixou o corpo para esse entrante no lugar dele. Muito esquisito isso.
Não sei que condição especial é essa da máquina fotográfica...tive raras experiências fotografadas onde realmente aparecia na foto algo diferente. Porém tem que ver que sou médium de transporte e de telecinesia e...sei lá se isso influi mas quando acontece algo eu nunca estou com máquina fotográfica em punho. Normalmente só observo. Se vai dar medo, isso ocorre depois, na hora sou a maior calma.
Tem uma coisa que vi ser muito influente em certas regiões onde milagres acontecem, é o geomagnetismo, ou seja, uma emanação especial do solo, vem da terra. Aí os discos voadores aparecem com frequência, não sei se eles andam por linhas magnéticas ou se surgem nessas regiões.

Já li relatos que descrevem os entrantes e visitantes como um tipo de possessão, mas não me parece ser algo tão simples que baste chamar de possessão. As pessoas parecem realmente ficar "alugadas" por um tempo ou ficarem com a mente sintonizada em uma freqüência específica, quiçá uma força telepática diretora, mas o objetivo e forma como acontecem varia muito. A mente das pessoas afetadas parece adquirir uma sincronia por um breve tempo e às vezes a sincronia ocorre com várias pessoas ao mesmo tempo (famílias inteiras). A resposta pode ser de fugir ou lutar e o resultado é um tipo de experiência forte que alguns aceitam bem e se lembram mas outros entram em estado de negação.


Nos relatos que li, as pessoas não dão "espaço" para outro espírito entrar, isso não pode acontecer, o que acontece é que a pessoa se retira de vez deixando o corpo para outro espírito ocupar. Nas pessoas que vi dizerem que tem uma personalidade "entrante" na verdade sofrem de distúrbios psiquiátricos graves, como a esquizofrenia.
Justamente por ser médium de transporte, há relatos na umbanda sobre isso e não são nada agradáveis e vem a ser o perigo que o médium pode correr se o Centro não for muito firme e não der um respaldo grande para o médium. O perigo que outro espírito (não é do bem...) se apodere do corpo do médium, entende? as pessoas não ficam alugadas por um tempo, há uma troca de espíritos e essa troca é para sempre. Então, é muito perigoso. Quando há incorporação, por exemplo, o médium possui um espaço no corpo etérico onde a entidade acopla, ela não entra no corpo do médium, mas faz uso de seu cérebro e movimentos.

Eu nada sei sobre essa cegueira psicogênica.
Sei que muita gente "apaga" da memória porque eles não permitem que se lembre, são hipnotizados pelos ETS.

Sobre a força telepática deles também não tenho experiência...se tenho, não lembro, hihihi...vou pensar.

Um abraço,


fadinha


fadinha

Mensagens : 793
Data de inscrição : 03/11/2010

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  lastchild em Seg 21 Jan 2013 - 17:34

fadinha escreveu:


As meninas da cobra com certeza pensaram que você estava dando uma "cantada" nelas...nem pensaram que podia ser uma cobra de verdade. Daí quando a menina viu que era cobra mesmo, deu o salto mortal.
Certamente os pensadores estão em baixa nesse início de milênio. Mas consigo imaginar que já foi pior, na idade média, por exemplo, até o início do século passado. Trevas.

É comum ver isso nos nossos dias. As vezes uma pessoa não responde quando está no escuro ou cercada de escuridão. Me levou a pensar que existem ocasiões para ser independente e existem outras ocasiões para ser honesto e admitir que precisa de ajuda. A mente totalmente racional prega muitas peças na gente.


fadinha escreveu:
Amigo, como correr uma vez só por semana?
Assim, segundo a opinião médica, você começa toda semana. Procuro ir pelo menos 3 vezes por semana na academia, chego lá arrastada, mas depois de uns 20 minutos já vai melhorando. Se bem que hoje já é 4a feira e não fui na academia essa semana. Então terei 3 dias seguidos para ir, sem desculpas. A academia que vou não funciona de domingo, é mais barata. Minha consciência pesa.

Felizmente dei conta de aumentar aos poucos desde que comecei. Primeiro fui devagar com um quilômetro sem parar e depois mais um depois de descansar, depois 2 quilômetros sem intervalo, agora já são 3 quilômetros sem parar e sem ficar dolorido. Consegui pegar o ritmo. cyclops

fadinha escreveu:

[color=blue]Estava lendo um post seu:



"No fórum Ascensão tivemos alguns probleminhas com zombeteiros e acabei evitando aprofundar as pesquisas de um caso pessoal que postei na época. Uma das pessoas que havia se interessado no caso foi o Euzébio que hoje é adm num fórum de Ufologia.

O caso é que pesquisando na ufologia (que é justamente o estudo de objetos não identificados) encontrei um tipo de intervenção chamada de Entrantes ou Visitantes. Você sabe me dizer ou conhece textos sobre o assunto?

Lendo uns textos vi que no caso ufológico da operação Prato o coronel Hollanda precisou de filmes cedidos pela força aérea americana para conseguir tirar as fotos dos ufos na região de uma cidadezinha porque os filmes fotográficos comuns da nossa força aérea não funcionavam, o que me leva a pensar que existem condições especiais para que se capture ou interaja com esse tipo de agente.

Já li relatos que descrevem os entrantes e visitantes como um tipo de possessão, mas não me parece ser algo tão simples que baste chamar de possessão. As pessoas parecem realmente ficar "alugadas" por um tempo ou ficarem com a mente sintonizada em uma freqüência específica, quiçá uma força telepática diretora, mas o objetivo e forma como acontecem varia muito. A mente das pessoas afetadas parece adquirir uma sincronia por um breve tempo e às vezes a sincronia ocorre com várias pessoas ao mesmo tempo (famílias inteiras). A resposta pode ser de fugir ou lutar e o resultado é um tipo de experiência forte que alguns aceitam bem e se lembram mas outros entram em estado de negação.

De acordo com os textos, posteriormente os afetados não lembram do que aconteceu durante o fenômeno que na ufologia eles chamam de Cegueira Psicogênica, que é um tipo de bloqueio instintivo usado para proteger a personalidade depois de um choque. O número de pessoas nessa situação na população brasileira é desconhecido e duvido que algum governo local se preocupe tão cedo, mas talvez lá fora outros governos já tenham esses estudos em estado avançado.

Tenho notado uma quantidade de pessoas que alegam não lembrar dos sonhos ficando dopadas a noite toda. Algumas estão parando de memorizar corretamente ou param de abordar a própria consciência da forma saudável levando-as a depressão, desilusão e desespero.


Eu li, no início do meu interesse pelo esoterismo muiiiitos livros do Lobsang Rampa e ele se apresentava como um entrante em um corpo cujo espírito estava se retirando, uma operação, nossa! meio cavernosa.
Aí vi que o Trigueirinho também diz que é um entrante ET...acho que isso me deixou meio decepcionada com ele e parei de ler os livros que ele escreve.
Mas... outro dia estava ouvindo umas músicas pela internet e achei uns vídeos dele sobre a Mãe do Mundo, assunto do meu interesse. Assisti o primeiro. Ele está bem mais velho e uma cara de ET bem significativa, sabe? aqueles que tem olhos grandes e boca pequena? parece...e, no entanto, vi que ele é rodeado de tanta luz e tem um terceiro olho parece um farol de luz. Falam muito mal dele porém vendo isso, tenho que discordar.
Eu li o livro onde ele descreve como o Trigueirinho verdadeiro deixou o corpo para esse entrante no lugar dele. Muito esquisito isso.
Não sei que condição especial é essa da máquina fotográfica...tive raras experiências fotografadas onde realmente aparecia na foto algo diferente. Porém tem que ver que sou médium de transporte e de telecinesia e...sei lá se isso influi mas quando acontece algo eu nunca estou com máquina fotográfica em punho. Normalmente só observo. Se vai dar medo, isso ocorre depois, na hora sou a maior calma.
Tem uma coisa que vi ser muito influente em certas regiões onde milagres acontecem, é o geomagnetismo, ou seja, uma emanação especial do solo, vem da terra. Aí os discos voadores aparecem com frequência, não sei se eles andam por linhas magnéticas ou se surgem nessas regiões.

Já li relatos que descrevem os entrantes e visitantes como um tipo de possessão, mas não me parece ser algo tão simples que baste chamar de possessão. As pessoas parecem realmente ficar "alugadas" por um tempo ou ficarem com a mente sintonizada em uma freqüência específica, quiçá uma força telepática diretora, mas o objetivo e forma como acontecem varia muito. A mente das pessoas afetadas parece adquirir uma sincronia por um breve tempo e às vezes a sincronia ocorre com várias pessoas ao mesmo tempo (famílias inteiras). A resposta pode ser de fugir ou lutar e o resultado é um tipo de experiência forte que alguns aceitam bem e se lembram mas outros entram em estado de negação.


Nos relatos que li, as pessoas não dão "espaço" para outro espírito entrar, isso não pode acontecer, o que acontece é que a pessoa se retira de vez deixando o corpo para outro espírito ocupar. Nas pessoas que vi dizerem que tem uma personalidade "entrante" na verdade sofrem de distúrbios psiquiátricos graves, como a esquizofrenia.
Justamente por ser médium de transporte, há relatos na umbanda sobre isso e não são nada agradáveis e vem a ser o perigo que o médium pode correr se o Centro não for muito firme e não der um respaldo grande para o médium. O perigo que outro espírito (não é do bem...) se apodere do corpo do médium, entende? as pessoas não ficam alugadas por um tempo, há uma troca de espíritos e essa troca é para sempre. Então, é muito perigoso. Quando há incorporação, por exemplo, o médium possui um espaço no corpo etérico onde a entidade acopla, ela não entra no corpo do médium, mas faz uso de seu cérebro e movimentos.

Eu nada sei sobre essa cegueira psicogênica.
Sei que muita gente "apaga" da memória porque eles não permitem que se lembre, são hipnotizados pelos ETS.

Sobre a força telepática deles também não tenho experiência...se tenho, não lembro, hihihi...vou pensar.

Um abraço,


fadinha


Puxa, obrigado por colocar sua análise do assunto. Eu estava pesquisando sobre isso e até enviei um MP para ODE comentando um pouco do que estou focando.

A princípio resolvi cruzar o que encontrei em sites de templos de meditação com sites de artes marciais para poder criar um contra-ponto entre Guerra Espiritual e Paz Espiritual. Pelo que entendi uma parte ou pedaço específico do metabolismo sincroniza ou assume um ritmo com o ambiente igual a um gradiente de concentração, atraindo comportando-se com "magnetismo" inteligente.

Me levou a pensar no que pode ser considerado como Paz Espiritual por um anjo da guarda (conceito celestial de paz espiritual) e as diferenças da paz que busca uma pessoa mortal.

Estive lendo sobre como administrar a energia do espaço nesse site:

The Foundations of Aikido
http://lakesaikido.com/aikido/the-foundations-of-aikido/

Shisei
Position, Attitude and Posture


Koyko
Breathing


Kamae
Preparation or Readiness


Ma Ai
Spatial Relationship


Irimi
To Enter


Tenkan
To Turn

Tai Sabaki
To Re-Establish Equlibrium

Atemi
To Strike

Kokyo Ryoku
Synergy or Energy of Movement

Ura & Omote
The Surface and the Reverse - Any technique in Aikido has two aspects: Ura wasa and omote wasa.

lastchild

Mensagens : 76
Data de inscrição : 03/10/2012

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  fadinha em Qua 23 Jan 2013 - 11:16

Olá Lastchild,

tudo bom?

Li o que você escreveu. O tema que você anda procurando é sobre a paz? recentemente conheci uma pessoa que possui muita luz e essa pessoa possui tanta paz que tudo em volta dele fica em paz, em calma.
É algo inédito!
Procurando um outro assunto, a pedra de Algool, encontrei um texto que fala sobre a Paz. Em parte esse texto se refere a um livrinho clássico e básico para todo iniciado nas coisas da LUZ, chamado O Rei do Mundo. Comprei numa baciada que estava em oferta em uma livraria e no momento não entendi...depois de um ano comecei a entender e estou compreendendo até hoje porque a cada evolução, lá está um novo e mais aprimorado entendimento. Esse livrinho se não me engano é de Renée Guénon.
A paz não é desse mundo. Como dizia o Osho, a paz está no cemitério.
Porém ela existe. Não vou dizer que tenha entendido completamente esse livro ...ainda...há uma realção entre o Arcanjo Metatron e a Shekinah que para mim não é óbvia...relativo à face.
Porém quando pedi pela luz (estava em grande agonia vendo coisas que eu pedia para não ver) me foi mostrado um Templo de Luz do Egito, o de Philae, templo da Mãe Divina, que vem a ser a Mãe Universal, o lado feminino de Deus, Todo Poderosa. Mas não apenas Philae, foi mostrado como eu sempre me dediquei a Ela.
Lembre-se que Moisés foi criado pelos sacerdotes egípcios e é daí que vem os conhecimentos dos judeus. Tudo passa pelo Egito.
Eis onde está a paz:

SHEKINAH METRATON

A designação de “Rei do Mundo”, em hebreu e em árabe, é aplicado ao próprio Deus, consideremos a este propósito as teorias da Qabalah hebraica relativas aos “intermediários celestes”, teorias que,por outro lado, tem uma relação direta com o tema principal do presente estudo.

Os “intermediários celestes”, de que se trata aqui, são a “Shekinah” e “Metraton”. E diremos em primeiro lugar que, no sentido mais geral, a “Shekinah” é a “presença real” da Divindade. Deve notar-se que as passagens da Escritura onde se faz muito especialmente menção disso, são sobretudo aquelas em que se trata da instituição de um centro espiritual: a construção doTabernáculo, a edificação dos Templos de Salomão e de Zorobabel.

Tal centro, constituído em condições regularmente definidas, devia ser efetivamente o lugar da manifestação divina, sempre representada como “Luz”; e é curioso observar que a expressão “lugar mais iluminado e mais regular” que a Maçonaria tem conservado, parece ser uma recordação da antiga ciência sacerdotal, que presidia à construção dos templos e que, de resto, não era particular dos Judeus.

Não temos de entrar no desenvolvimento da teoria das “influências espirituais"
(preferimos esta expressão à palavra “bênçãos” para traduzir o hebreu berakoth, tanto mais que é este o sentido que tem conservado, bem claramente, em árabe a palavra barakah). Mas mesmo cingindo-se a encarar as coisas, debaixo desse único ponto de vista, seria possível explicar a frase de Elias Levita, a que se refere Mr. Vulliaud, na sua obra “A Qabalah Judaica”: - “Os mestres da Qabalah tem grandes segredos acerca desse assunto”.

A Shekinah apresenta-se sob múltiplos aspectos, dos quais dois são principais, um interno e outro externo; mas, por outro lado, existe na tradição cristã uma frase que designa tão claramentequanto possível estes dois aspectos: “Gloria in excelsius Deo” e “in terra Pax hominis bonae voluntatis”. As palavras Gloria e Pax referem-se respectivamente ao aspecto interno, em relação ao Princípio, e ao aspecto externo, em relação ao mundo manifestado; e se considerarmos assim essas palavras, pode compreender-se imediatamente por que são proferidas pelos Anjos (Malakin) para comunicar o nascimento de “Deus conosco” ou “em nós” (Emanuel).

Pelo primeiro aspecto, poder-se-iam também recordar as teorias dos teólogos sobre a “luz de glória”, na qual e pela qual se opera a visão beatífica (in excelsis); e, quanto ao segundo, reencontramos aqui a “Pax”, à qual nos referimos há pouco e que, no seu sentido esotérico, é indicada em toda a parte como um dos atributos fundamentais dos centros espirituais estabelecidos no mundo (in terra).

Por outro lado, o termo árabe Sakinah, que é idêntico evidentemente ao hebreu Shekinah, traduz-se por “Grande Paz”, que é o exato equivalente da Paz Profunda, dos Rosa-cruzes. E por isso, poder-se-ia, sem dúvida, explicar o que aqueles entendem pelo “Templo do Espírito Santo”.

Além disso, há uma grande diferença de sentido entre “o mundo” e “este mundo”, a tal ponto que, em certas línguas, existem para os designar dois termos inteiramente distintos: assim, em árabe, “o mundo” é el-âlam, enquanto que “este mundo” é ed-dunyâ.

Salomão, rei de Israel (973/930 a.C.) construiu o templo de Jerusalém e foi o autor de três livros do Antigo Testamento. A tradição secreta relativa à Shekinah teria alguma relação com a luz do “Messias".

É sem intenção que Vulliaud, quando dá esta última indicação, diz que se trata da tradição “reservada àqueles que perseguem o caminho que vai dar no Pardes”, isto é - como veremos mais adiante - ao centro espiritual supremo?

Isso sugere ainda outra observação análoga. Vulliaud fala, em seguida, de um “mistério relativo ao Jubileu”, o que se liga num sentido, à idéia de Paz, e, a propósito, cita este texto do Zohar (III, 52b):- “O rio que sai do Éden tem o nome de Iobel”, assim como o de Jeremias (XVII, Cool - “Ele estenderá as suas raízes na direção do rio”, donde resulta que a “idéia central do Jubileu é a repetição de todas as coisas no seu estado primitivo”.

É bem claro que se trata do regresso ao “estado primordial”, que todas as tradições consideram, e no qual tivemos ocasião de insistir no nosso estudo “O Esoterismo de Dante”. E quando acrescentamos que o “regresso de todas as coisas ao seu primeiro estado poderão recordar o que nós dissemos acerca do “Paraíso Terrestre” e da “Jerusalém Celeste”.

Por outro lado, para dizer a verdade, é sempre nas diversas fases da manifestação cíclica, o Pardes, o centro desse mundo, que o simbolismo tradicional de todos os povos compara ao coração,centro do ser humano e “residência divina” (Brahama-pura) na doutrina hindu, como no Tabernáculo é a imagem dele e que, por tal motivo, é denominado em hebreu mishkam ou “habitáculo de Deus”, palavra cuja raiz é a mesma de Shekinah.

Debaixo de outro ponto de vista, a Shekinah é a síntese dos Sephiroth. Ora, na árvore sefirótica, a “coluna da direita” é o lado da Misericórdia, e a “coluna da esquerda” é o lado da Severidade.

Temos também de reencontrar esses dois aspectos na Shekinah e podemos notar logo, para ligar isto ao que precede, que, pelo menos, em certa medida, a Austeridade se identifica com a Justiça e a Misericórdia com a Paz.

“Se o homem peca e se afasta da Shekinah, cai sob o domínio dos poderes (Sârim) que dependem da Severidade”, o que lembra o símbolo muito conhecido da “Mão da Justiça”. Mas se, pelo contrário, “o homem se aproxima da Shekinah, liberta-se” e a Shekinah é a “Mão direita de Deus”, o que quer dizer que a “Mão da Justiça” se torna, então, a “mão que abençoa”.

São estes os mistérios da “Casa da Justiça”(Beith-Din), que é mais outra designação do centro espiritual supremo7. Deve notar-se que os dois lados que acabamos de considerar são aquele sem que se dividem os Eleitos e os Condenados às penas eternas, nas representações do “Dia do juízo final”.

Poderia estabelecer-se igualmente uma aproximação com os dois caminhos que os pitagóricos figuravam pela letra Y e que representava, sob uma forma esotérica, o mito de Hércules.

Por outro lado, está declarado explicitamente no próprio Evangelho que do que se trata não é, de forma alguma, da paz no sentido em que o mundo profano a entende. (S. João, XIV, 27).

É preciso notar que a “árvore sephirótica” é também considerada como identificando-se com a “Árvore da Vida”. Segundo o Talmude, Deus tem dois assentos, o da Justiça e o da Misericórdia. Esses dois assentos correspondem igualmente ao “Trono” e à “Cadeira” da tradição islâmica. Esta divide, por sua vez, os nomes divinos çifâtiyah, isto é, “aqueles que exprimem os atributos propriamente ditos de Allah, em ‘nomes de majestade’ (jalâliyah) e ‘nomes de beleza’ (jamâliyah) o que corresponde ainda a uma diferença da mesma ordem.

Segundo Santo Agostinho e outros Padres da Igreja, a mão direita representa, do mesmo modo, a Misericórdia ou a Bondade, enquanto a mão esquerda, sobretudo de Deus, é o símbolo da Justiça. A “mão abençoadora” é um sinal da autoridade sacerdotal e é tomada, por vezes, como símbolo de Cristo.

Este centro, ou um qualquer daqueles que são constituídos à sua imagem, pode ser descrito simbolicamente, ao mesmo tempo, como um templo (aspecto sacerdotal, correspondente à Paz) e como um palácio ou um tribunal (aspecto real, correspondente à Justiça), associados ao símbolo de Janus; com as duas fases cíclicas ascendentes e descentes que, entre os Hindus, se ligam do mesmo modo ao simbolismo de Ganêsha.

Finalmente, é fácil compreender, na verdade, expressões como as de “intenção reta”, que encontraremos mais adiante, e de “boa vontade” (Pax hominibus bonae voluntatis, e aqueles que tem alguns conhecimentos dos diversos símbolos a que acabamos de fazer referência, poderão ver que é com razão que a Festa do Natal coincide com o solstício do Inverno).

“A Qabalah dá à Shekinah um parédre que apresenta nomes idênticos aos seus, que possui por consequência os mesmos caracteres”10 e que tem naturalmente tantos aspectos diferentes como a própria Shekinah. O seu nome é Metraton, e este nome é numericamente equivalente ao de Shaddai, o “Todo Poderoso” (que se diz ser o nome do Deus de Abraão).

A etimologia da palavra Metatron é a que a faz derivar do caldaico mitra, que significa “chuva”e que também, pela sua raiz, certa relação com a “luz”. Sendo assim não é de crer que a semelhança com o Mitra hindu e zoroástrico constitua uma razão suficiente para admitir que há aí um empréstimo do Judaísmo a doutrinas estrangeiras, porque não é dessa maneira exterior que convém considerar as relações que existem entre as diferentes tradições; e diremos outro tanto do que respeita ao papel atribuído à chuva em quase todas as tradições, enquanto símbolo da descida das “influências espirituais”do Céu sobre a Terra.

A propósito, assinalemos que a doutrina hebraica fala de um “orvalho de luz” emanado da “Árvore das Vidas”, bem como de uma “efusão de orvalho”que representa a influência celeste a comunicar-se a todos os mundos, o que lembra singularmente o simbolismo alquímico e rosacruz.

“O vocábulo Metratron comporta todas as percepções de guarda, de Senhor, de enviado, de mediador”; é o “autor das teofanias no mundo sensível”; é “o Anjo da Face” e também “o Príncipe do Mundo” (Sâr ha-ôlam) e, por esta última designação, vê-se que não nos afastamos nada do nosso tema. Para empregar o simbolismo tradicional que já explicamos anteriormente, diremos que, como o chefe da hierarquia iniciática, é o “Polo terrestre”, Metraton é o “Pólo celeste”. e este reflete-se naquele, com o “Eixo do Mundo”.

“O seu nome é Mikael, o Grande Sacerdote, que é holocausto e oferta a Deus”. E tudo o que os Israelitas fazem na Terra é consumado, conforme os modelos do que se passa no mundo celeste.

O Grande Pontífice neste mundo simboliza Mikael, príncipe da Clemência. Em todas as passagens onde a Escritura fala da aparição de Mikael, trata-se da glória da Shekinah. O que diz aqui dos Israelitas pode ser dito igualmente de todos os povos que possuem uma tradição verdadeiramente ortodoxa; e com mais forte razão, deve dizer-se dos representantes da tradição primordial, da qual todas as outras derivam e à qual todas estão subordinadas. e isto está em relação com o simbolismo da “Terra Santa”, imagem do mundo celeste a que fizemos referência. Por outro lado, conforme dissemos mais atrás, Metraton não tem apenas o aspecto da Clemência, tem também o da Justiça. não é somente o “Grande Sacerdote” (Koen ha-gadol).

Trata-se das duas metades do ciclo zodiacal, que se concentra frequentemente representado no portal das Igrejas da Idade Média, como uma disposição que lhe dá evidentemente o mesmo significado.

O Número de cada um destes dois nomes, obtido pela soma dos valores das letras hebraicas, de que é formado, é 314.

Príncipe” (Sar ha-gadol) e o “chefe das milícias celestes”, quer dizer que está nele o princípio do poder real, bem como o do poder sacerdotal ou pontificial, a que corresponde propriamente a função de “mediador”.

Além disso, é preciso notar que Melek, “rei” e Maleak “anjo” ou “enviado” não são na realidade senão duas formas de uma mesma palavra; para mais, Malaki, “meu enviado”(isto é, o enviado de Deus, ou “o anjo no qual é Deus”(Maleak ha-Elohim) é o anagrama de Mikael.

“Benedictus qui venit in nomine Domini”, são aplicadas ao Cristo que o Pasteur d’Hermas assemelha precisamente a Mikael, a relação que existe entre o Messias e a Shekinah. O Cristo é também designado por “Príncipe da Pax”.

O “Globo do Mundo”, insígnia do poder imperial ou monarquia universal, se encontra frequentemente colocado na mão de Cristo, o que demonstra por outro lado que é o emblema, tanto da autoridade espiritual como do poder temporal.

www.adavai.wordpress.com/ - http://web.me.com/adavai

Solange Christtine Ventura
www.curaeascensao.com.br






fadinha

Mensagens : 793
Data de inscrição : 03/11/2010

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  lastchild em Qui 14 Fev 2013 - 12:09

fadinha escreveu:Olá Lastchild,

tudo bom?

Li o que você escreveu. O tema que você anda procurando é sobre a paz? recentemente conheci uma pessoa que possui muita luz e essa pessoa possui tanta paz que tudo em volta dele fica em paz, em calma.
É algo inédito!
Procurando um outro assunto, a pedra de Algool, encontrei um texto que fala sobre a Paz. Em parte esse texto se refere a um livrinho clássico e básico para todo iniciado nas coisas da LUZ, chamado O Rei do Mundo. Comprei numa baciada que estava em oferta em uma livraria e no momento não entendi...depois de um ano comecei a entender e estou compreendendo até hoje porque a cada evolução, lá está um novo e mais aprimorado entendimento. Esse livrinho se não me engano é de Renée Guénon.
A paz não é desse mundo. Como dizia o Osho, a paz está no cemitério.
Porém ela existe. Não vou dizer que tenha entendido completamente esse livro ...ainda...há uma realção entre o Arcanjo Metatron e a Shekinah que para mim não é óbvia...relativo à face.
Porém quando pedi pela luz (estava em grande agonia vendo coisas que eu pedia para não ver) me foi mostrado um Templo de Luz do Egito, o de Philae, templo da Mãe Divina, que vem a ser a Mãe Universal, o lado feminino de Deus, Todo Poderosa. Mas não apenas Philae, foi mostrado como eu sempre me dediquei a Ela.
Lembre-se que Moisés foi criado pelos sacerdotes egípcios e é daí que vem os conhecimentos dos judeus. Tudo passa pelo Egito.
Eis onde está a paz:

SHEKINAH METRATON

A designação de “Rei do Mundo”, em hebreu e em árabe, é aplicado ao próprio Deus, consideremos a este propósito as teorias da Qabalah hebraica relativas aos “intermediários celestes”, teorias que,por outro lado, tem uma relação direta com o tema principal do presente estudo.

Os “intermediários celestes”, de que se trata aqui, são a “Shekinah” e “Metraton”. E diremos em primeiro lugar que, no sentido mais geral, a “Shekinah” é a “presença real” da Divindade. Deve notar-se que as passagens da Escritura onde se faz muito especialmente menção disso, são sobretudo aquelas em que se trata da instituição de um centro espiritual: a construção doTabernáculo, a edificação dos Templos de Salomão e de Zorobabel.

Tal centro, constituído em condições regularmente definidas, devia ser efetivamente o lugar da manifestação divina, sempre representada como “Luz”; e é curioso observar que a expressão “lugar mais iluminado e mais regular” que a Maçonaria tem conservado, parece ser uma recordação da antiga ciência sacerdotal, que presidia à construção dos templos e que, de resto, não era particular dos Judeus.

Não temos de entrar no desenvolvimento da teoria das “influências espirituais"
(preferimos esta expressão à palavra “bênçãos” para traduzir o hebreu berakoth, tanto mais que é este o sentido que tem conservado, bem claramente, em árabe a palavra barakah). Mas mesmo cingindo-se a encarar as coisas, debaixo desse único ponto de vista, seria possível explicar a frase de Elias Levita, a que se refere Mr. Vulliaud, na sua obra “A Qabalah Judaica”: - “Os mestres da Qabalah tem grandes segredos acerca desse assunto”.

A Shekinah apresenta-se sob múltiplos aspectos, dos quais dois são principais, um interno e outro externo; mas, por outro lado, existe na tradição cristã uma frase que designa tão claramentequanto possível estes dois aspectos: “Gloria in excelsius Deo” e “in terra Pax hominis bonae voluntatis”. As palavras Gloria e Pax referem-se respectivamente ao aspecto interno, em relação ao Princípio, e ao aspecto externo, em relação ao mundo manifestado; e se considerarmos assim essas palavras, pode compreender-se imediatamente por que são proferidas pelos Anjos (Malakin) para comunicar o nascimento de “Deus conosco” ou “em nós” (Emanuel).

Pelo primeiro aspecto, poder-se-iam também recordar as teorias dos teólogos sobre a “luz de glória”, na qual e pela qual se opera a visão beatífica (in excelsis); e, quanto ao segundo, reencontramos aqui a “Pax”, à qual nos referimos há pouco e que, no seu sentido esotérico, é indicada em toda a parte como um dos atributos fundamentais dos centros espirituais estabelecidos no mundo (in terra).

Por outro lado, o termo árabe Sakinah, que é idêntico evidentemente ao hebreu Shekinah, traduz-se por “Grande Paz”, que é o exato equivalente da Paz Profunda, dos Rosa-cruzes. E por isso, poder-se-ia, sem dúvida, explicar o que aqueles entendem pelo “Templo do Espírito Santo”.

Além disso, há uma grande diferença de sentido entre “o mundo” e “este mundo”, a tal ponto que, em certas línguas, existem para os designar dois termos inteiramente distintos: assim, em árabe, “o mundo” é el-âlam, enquanto que “este mundo” é ed-dunyâ.

Salomão, rei de Israel (973/930 a.C.) construiu o templo de Jerusalém e foi o autor de três livros do Antigo Testamento. A tradição secreta relativa à Shekinah teria alguma relação com a luz do “Messias".

É sem intenção que Vulliaud, quando dá esta última indicação, diz que se trata da tradição “reservada àqueles que perseguem o caminho que vai dar no Pardes”, isto é - como veremos mais adiante - ao centro espiritual supremo?

Isso sugere ainda outra observação análoga. Vulliaud fala, em seguida, de um “mistério relativo ao Jubileu”, o que se liga num sentido, à idéia de Paz, e, a propósito, cita este texto do Zohar (III, 52b):- “O rio que sai do Éden tem o nome de Iobel”, assim como o de Jeremias (XVII, Cool - “Ele estenderá as suas raízes na direção do rio”, donde resulta que a “idéia central do Jubileu é a repetição de todas as coisas no seu estado primitivo”.

É bem claro que se trata do regresso ao “estado primordial”, que todas as tradições consideram, e no qual tivemos ocasião de insistir no nosso estudo “O Esoterismo de Dante”. E quando acrescentamos que o “regresso de todas as coisas ao seu primeiro estado poderão recordar o que nós dissemos acerca do “Paraíso Terrestre” e da “Jerusalém Celeste”.

Por outro lado, para dizer a verdade, é sempre nas diversas fases da manifestação cíclica, o Pardes, o centro desse mundo, que o simbolismo tradicional de todos os povos compara ao coração,centro do ser humano e “residência divina” (Brahama-pura) na doutrina hindu, como no Tabernáculo é a imagem dele e que, por tal motivo, é denominado em hebreu mishkam ou “habitáculo de Deus”, palavra cuja raiz é a mesma de Shekinah.

Debaixo de outro ponto de vista, a Shekinah é a síntese dos Sephiroth. Ora, na árvore sefirótica, a “coluna da direita” é o lado da Misericórdia, e a “coluna da esquerda” é o lado da Severidade.

Temos também de reencontrar esses dois aspectos na Shekinah e podemos notar logo, para ligar isto ao que precede, que, pelo menos, em certa medida, a Austeridade se identifica com a Justiça e a Misericórdia com a Paz.

“Se o homem peca e se afasta da Shekinah, cai sob o domínio dos poderes (Sârim) que dependem da Severidade”, o que lembra o símbolo muito conhecido da “Mão da Justiça”. Mas se, pelo contrário, “o homem se aproxima da Shekinah, liberta-se” e a Shekinah é a “Mão direita de Deus”, o que quer dizer que a “Mão da Justiça” se torna, então, a “mão que abençoa”.

São estes os mistérios da “Casa da Justiça”(Beith-Din), que é mais outra designação do centro espiritual supremo7. Deve notar-se que os dois lados que acabamos de considerar são aquele sem que se dividem os Eleitos e os Condenados às penas eternas, nas representações do “Dia do juízo final”.

Poderia estabelecer-se igualmente uma aproximação com os dois caminhos que os pitagóricos figuravam pela letra Y e que representava, sob uma forma esotérica, o mito de Hércules.

Por outro lado, está declarado explicitamente no próprio Evangelho que do que se trata não é, de forma alguma, da paz no sentido em que o mundo profano a entende. (S. João, XIV, 27).

É preciso notar que a “árvore sephirótica” é também considerada como identificando-se com a “Árvore da Vida”. Segundo o Talmude, Deus tem dois assentos, o da Justiça e o da Misericórdia. Esses dois assentos correspondem igualmente ao “Trono” e à “Cadeira” da tradição islâmica. Esta divide, por sua vez, os nomes divinos çifâtiyah, isto é, “aqueles que exprimem os atributos propriamente ditos de Allah, em ‘nomes de majestade’ (jalâliyah) e ‘nomes de beleza’ (jamâliyah) o que corresponde ainda a uma diferença da mesma ordem.

Segundo Santo Agostinho e outros Padres da Igreja, a mão direita representa, do mesmo modo, a Misericórdia ou a Bondade, enquanto a mão esquerda, sobretudo de Deus, é o símbolo da Justiça. A “mão abençoadora” é um sinal da autoridade sacerdotal e é tomada, por vezes, como símbolo de Cristo.

Este centro, ou um qualquer daqueles que são constituídos à sua imagem, pode ser descrito simbolicamente, ao mesmo tempo, como um templo (aspecto sacerdotal, correspondente à Paz) e como um palácio ou um tribunal (aspecto real, correspondente à Justiça), associados ao símbolo de Janus; com as duas fases cíclicas ascendentes e descentes que, entre os Hindus, se ligam do mesmo modo ao simbolismo de Ganêsha.

Finalmente, é fácil compreender, na verdade, expressões como as de “intenção reta”, que encontraremos mais adiante, e de “boa vontade” (Pax hominibus bonae voluntatis, e aqueles que tem alguns conhecimentos dos diversos símbolos a que acabamos de fazer referência, poderão ver que é com razão que a Festa do Natal coincide com o solstício do Inverno).

“A Qabalah dá à Shekinah um parédre que apresenta nomes idênticos aos seus, que possui por consequência os mesmos caracteres”10 e que tem naturalmente tantos aspectos diferentes como a própria Shekinah. O seu nome é Metraton, e este nome é numericamente equivalente ao de Shaddai, o “Todo Poderoso” (que se diz ser o nome do Deus de Abraão).

A etimologia da palavra Metatron é a que a faz derivar do caldaico mitra, que significa “chuva”e que também, pela sua raiz, certa relação com a “luz”. Sendo assim não é de crer que a semelhança com o Mitra hindu e zoroástrico constitua uma razão suficiente para admitir que há aí um empréstimo do Judaísmo a doutrinas estrangeiras, porque não é dessa maneira exterior que convém considerar as relações que existem entre as diferentes tradições; e diremos outro tanto do que respeita ao papel atribuído à chuva em quase todas as tradições, enquanto símbolo da descida das “influências espirituais”do Céu sobre a Terra.

A propósito, assinalemos que a doutrina hebraica fala de um “orvalho de luz” emanado da “Árvore das Vidas”, bem como de uma “efusão de orvalho”que representa a influência celeste a comunicar-se a todos os mundos, o que lembra singularmente o simbolismo alquímico e rosacruz.

“O vocábulo Metratron comporta todas as percepções de guarda, de Senhor, de enviado, de mediador”; é o “autor das teofanias no mundo sensível”; é “o Anjo da Face” e também “o Príncipe do Mundo” (Sâr ha-ôlam) e, por esta última designação, vê-se que não nos afastamos nada do nosso tema. Para empregar o simbolismo tradicional que já explicamos anteriormente, diremos que, como o chefe da hierarquia iniciática, é o “Polo terrestre”, Metraton é o “Pólo celeste”. e este reflete-se naquele, com o “Eixo do Mundo”.

“O seu nome é Mikael, o Grande Sacerdote, que é holocausto e oferta a Deus”. E tudo o que os Israelitas fazem na Terra é consumado, conforme os modelos do que se passa no mundo celeste.

O Grande Pontífice neste mundo simboliza Mikael, príncipe da Clemência. Em todas as passagens onde a Escritura fala da aparição de Mikael, trata-se da glória da Shekinah. O que diz aqui dos Israelitas pode ser dito igualmente de todos os povos que possuem uma tradição verdadeiramente ortodoxa; e com mais forte razão, deve dizer-se dos representantes da tradição primordial, da qual todas as outras derivam e à qual todas estão subordinadas. e isto está em relação com o simbolismo da “Terra Santa”, imagem do mundo celeste a que fizemos referência. Por outro lado, conforme dissemos mais atrás, Metraton não tem apenas o aspecto da Clemência, tem também o da Justiça. não é somente o “Grande Sacerdote” (Koen ha-gadol).

Trata-se das duas metades do ciclo zodiacal, que se concentra frequentemente representado no portal das Igrejas da Idade Média, como uma disposição que lhe dá evidentemente o mesmo significado.

O Número de cada um destes dois nomes, obtido pela soma dos valores das letras hebraicas, de que é formado, é 314.

Príncipe” (Sar ha-gadol) e o “chefe das milícias celestes”, quer dizer que está nele o princípio do poder real, bem como o do poder sacerdotal ou pontificial, a que corresponde propriamente a função de “mediador”.

Além disso, é preciso notar que Melek, “rei” e Maleak “anjo” ou “enviado” não são na realidade senão duas formas de uma mesma palavra; para mais, Malaki, “meu enviado”(isto é, o enviado de Deus, ou “o anjo no qual é Deus”(Maleak ha-Elohim) é o anagrama de Mikael.

“Benedictus qui venit in nomine Domini”, são aplicadas ao Cristo que o Pasteur d’Hermas assemelha precisamente a Mikael, a relação que existe entre o Messias e a Shekinah. O Cristo é também designado por “Príncipe da Pax”.

O “Globo do Mundo”, insígnia do poder imperial ou monarquia universal, se encontra frequentemente colocado na mão de Cristo, o que demonstra por outro lado que é o emblema, tanto da autoridade espiritual como do poder temporal.

www.adavai.wordpress.com/ - http://web.me.com/adavai

Solange Christtine Ventura
www.curaeascensao.com.br






Oi fadinha! Tudo ótimo, obrigado pela sua atenção!

A paz não é desse mundo. Como dizia o Osho, a paz está no cemitério.

Realmente é importante estudar as diferenças entre guerra espiritual e paz espiritual da guerra física e paz física. Talvez por isso tenha sido interessante pra mim buscar comparar as diferenças das técnicas que usam em templos de meditação em relação aos estilos de artes marciais orientais (ambas precisam da serenidade de espírito).

Estou indo devagar porque existe uma hierarquia no estudo, por exemplo, alguns conhecem a técnica mas não conseguem manifestá-la. Dos que conhecem a tecnica e conseguem manifestá-la alguns poucos conhecem os fundamentos da técnica e destes nem todos conseguem dominar o fundamento da técnica.

Além do nível do domínio do fundamento da técnica algumas pouquíssimas pessoas conhecem a "transcendência do fundamento" da técnica que é diferente da "transgressão do fundamento da técnica" (preciso ficar de olho sempre para não confundir).

De maneira que acabei indo atrás do que você disse e que me pareceu que é o caso do seu conhecido que se rodeia de um ritmo que acalma as pessoas em volta (o domínio do espaço no ai ki dô).

Ah sim, obrigado pelo texto (estou refletindo nele!)

Um abraço e tudo de bom!

lastchild

Mensagens : 76
Data de inscrição : 03/10/2012

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  fadinha em Qui 14 Fev 2013 - 13:14

Oi, Lastichild!

estou em casa de castigo hoje...com o encanador arrumando umas torneiras, nada demais, então estou aqui lendo tudo.
O que você escreveu me lembra um trecho de um livro que sempre tenho na memoria, uma pequena pesquisa na internet, e ei-lo:

MELQUISEDEC - O REI DE SALÉM

http://users.hotlink.com.br/egito/melki.htm

MELQUISEDEC é um ser ainda mais enigmático que o próprio APOLÔNIO DE TIANA basta que se considere que no ritual de ordenação sacerdotal da Igreja Católica consta uma parte, que foi colhida nos ensinamentos de APOLÔNIO, que diz: Tu és “SACERDOCE IN AETERNUM SECUNDUM ORDINEM MELCHISEDEC”, Tu és um sacerdote eterno, segundo a Ordem de MELQUISEDEC.”Existem muitos documentos que dizem haver sido JESUS um sacerdote da Ordem de MELQUISEDEC. Então Quem é MELQUISEDEC.

Os orientais falam muito do REI DO MUNDO, um ser enigmático, e por eles considerado a mais alta forma de Consciência Divina na terra vivendo num lugar oculto denominado Shambhala.

Dizem que esse ser quando se manifesta por alguns segundo na terra toda natureza para. É como se o tempo parasse, nada se ouve, os animais se põem quietos e os passarinhos nem ao menos gorjeiam. Tudo silencia, não se escuta nem o murmúrio dos rios, nem o farfalhar das folhas, nem o rumor das ondas do mar... tudo é paz e silêncio.

Em tais momentos uma pessoa bem equilibrada sente algo bem especial, tem uma sensação como que se tudo houvesse parado e o mundo inteiro ficasse envolto num manto de quietude e de imensa paz. Até o vento se torna quieto, nenhuma folha cai, nenhuma pedra rola, nenhum regato murmura, nem ao menos se ouve o murmúrio das fontes. Tudo é paz... harmonia... silêncio. É silêncio, mas ao mesmo tempo se percebe uma vibração sonora permeando todas as coisas.

É o momento de GRANDE PAZ, aquele momento em que o REI DO MUNDO, o SUBLIME MELQUISEDEC abençoa a vida na Terra e revitalizando tudo. Em determinados momentos a natureza parece parar, o vento para, todos os elementos da natureza silenciam, os animais aquietam-se, tudo se torna sereno, e os sensitivos e iniciados percebem isto claramente em determinados momentos não muito freqüentes. Naquele momento os galos cantam.

Dizem os orientais, especialmente os da Índia e outros povos que vivem nos planaltos do Himalaia, que aquele é o momento em que o “Rei do Mundo” fala com Deus. Na verdade trata-se do momento em que Melquisedec, pelos orientais ligados a G. F. B. cujo nome de Sanat Kumara, ponto focal da manifestação divina no nosso Logos Planetário, pronuncia o Som Cósmico, o AUM, confirmando pelo Amén a Sua missão de mentor da Terra perante o Absoluto Deus. Com este som ele energiza todo o planeta expressando com perfeição a Parcela Divina de um Deus sem forma.

Em 1920 um polonês que trabalhava na Rússia, F. Ossendowski foi surpreendido pela revolução bolchevista e teve, então, que empreender uma fuga através da Sibéria, Mongólia, e Tibet. Sobretudo aquilo que ocorreu durante a viagem ele escreveu um livro, que se tornou um Best Seller mundial intitulado BESTAS, HOMENS E DEUSES. Um livro muito polêmico por envolver revelações inusitadas, coisas fora do comum no mundo ocidental que ele soube e testemunhou durante 18 meses de viagem por aquelas mais recônditas regiões do planeta. Como toda obra reveladora de conhecimentos incomuns o autor foi muito criticado e posto em dúvidas, mas com o passar dos anos ninguém conseguiu provar que a historia narrada, como um todo, seja apenas fantasia.

Descrevemos o que Ossendowsky conta naquela obra, entre muitas outras coisas interessantíssimas, quando ele estava atravessando a planície perto de Tangan Luc. ... "O guia da caravana, um homem simples, bruscamente disse: Parem! Desceu do camelo, havendo este, sem qualquer ordem, do guia se deitado. O mongol também se prostrou com as mãos sobre no rosto em sinal de prece e começou a repetir o mantra sagrado do Tibet” OM MANI PADME HUNG. Os outros mongóis também desceram de seus camelos e começaram a rezar.

“Que será que aconteceu, perguntava a mim mesmo enquanto observava em minha volta o verde brilhante do capim que se estendia até o horizonte, onde um céu sem nuvens recebia os últimos raios do sol.

Os mongóis rezaram durante algum tempo, conversaram entre si, e depois de apertar os arreios de seus camelos, prosseguiram a viagem."

Então Ossendowsky indagou a respeito daquela parada e o guia respondeu: “Você notou como os camel os remexiam as orelhas de medo e como o rebanho de cavalos na planície ficou imóvel?Você viu que até os carneiros e o gado deitaram-se no chão? Você notou que as aves pararam de voar, as marmotas pararam de correr e os cães emudeceram? O ar vibrava suavemente e trazia, de longe, as notas de uma canção que penetrava no coração dos homens, dos animais e das aves. O céu e a terra não se movem, o vento não sopra e o sol pára sua trajetória; num momento como esse, o lobo, que está se aproximando sorrateiramente dos carneiros, não continua no seu propósito de rapina, o rebanho de antílopes apavorados para sua fuga precipitada; a faca cai da mão do pastor que está para sacrificar a ovelha, e o voraz arminho deixa de perseguir a confiante perdiz salga. Todos os seres vivos ficam assustados e rezam, esperando que se cumpra seu destino. Foi o que aconteceu agora; e o que acontece toda vez que o Rei do Mundo, em seu palácio subterrâneo, reza procurando saber o destino dos povos da Terra”

Na Bíblia está escrito que Abrão foi abençoado por MELQUISEDEC numa fase de sua vida, por certo quando ele ainda não havia sido envolvido. Sabemos que na realidade Abrão recebeu a bênção do REI DO MUNDO numa época em que ele ainda não havia se comprometido, mas a descrição bíblica a respeito desse Grande Ser está mesclada propositadamente com inverdades que visam desviar a pessoa do real sentido do REI DA ETERNA PAZ.

Este é um dos muitos pontos em que a Bíblia sofreu alterações profundas. Vejamos, inicialmente, aquilo que está escrito a respeito de Melki-Tsedeq[1]

O Seu nome significa Rei da Paz, Rei da Justiça, ESTÁ FEITO ASSIM À SEMELHANÇA DO FILHO DE DEUS E PERMANECE SACERDOTE PARA SEMPRE.

Na Pistis Sophia dos Gnósticos Alexandrinos, Melquisedec é citado como GRANDE RECEBEDOR DA LUZ ETERNA. Ele recebe a Luz inteligível, por um raio emanado diretamente do Princípio para refletir o mundo, que é o seu domínio. É por isso que Ele também é chamado FILHO DO SOL.

Na epistola aos Hebreus, Paulo diz que Melquisedec é o Rei da Paz; que não tem pai nem mãe nem genealogia, que não tem começo nem fim de vida, sendo, portanto feito á semelhança do filho de Deus e permanece sacerdote para sempre.

Forças negativas adulteram as citações constantes na Epistola aos Hebreus fazendo com que seja aceito que aquele que abençoou Abrão foi Melquisedec. Houve uma alteração fragrante do texto bíblico. Sendo Melquisedec Quem é, sacerdote do Deus Altíssimo, não corresponde àquele ser que como tal é citado na Bíblia. Sendo Ele, a manifestação da Justiça Divina na Terra, não cabe na posição daquele que abençoou Abrão. São duas naturezas totalmente distintas e opostas, senão vejamos:

Paulo - Epístolas - 7:1 - Este Melquisedec, rei de Salém, sacerdote de Deus altíssimo, que saiu ao encontro de Abrão, quando ele voltava de destruir os reis, e o abençoou; 7:2 a ele deu Abrão o dízimo de todos os despojos. Disse Paulo. Quanto ao seu nome, primeiramente se interpreta como ‘rei de Justiça’, e depois ‘rei de Salém’, que quer dizer rei de paz; (aparecendo) sem pai nem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias, sem fim de vida, tornado assim semelhante ao filho de Deus, permanecer sacerdote para sempre.

Agora compare-o com Gênese 14-18, 14-19 e 14-20 onde fala de Melquisedec e é dito haver ele recebido 10% de tudo aquilo que havia sido tomado dos povos vencidos, dos despojos de guerra tomado aos reis que haviam sido vencidos por Abrão. Então onde o rei de justiça? -A parte que assinalamos em negrito mostra a natureza cósmica de Melquisedec e como podemos ver não combina absolutamente com a parte anterior.

Mais uma vez Abrão foi enganado quando pensou estar pagando o dizimo dos despojos de guerra a Melquisedec. Melquisedec é o “Grande Recebedor da Luz Eterna”, O “Representante da Justiça de Deus na Terra”, como então iria Ele receber dízimo, e ainda mais em se tratando de despojos de guerra, coisas espoliados dos povos vencidos em guerras sanguinárias?...

Melquisedec, Rei de Salém... Ora, Salém quer dizer PAZ, então como é que um rei da paz recebe despojos de guerra?

Existem documentos secretos que afirmam haver Jesus participado de cerimônias de iniciação. Podemos afirmar que sim e também que uma delas ocorreu junto à Ordem de Melquisedec. Por isso é que ser Jesus um sacerdote da Ordem de Melquisedec.

A Ordem de Melquisedec é também conhecida pelo nome de ORDEM DO SACERDÓCIO REAL, ou ORDEM DA JUSTIÇA DIVINA, pois Melquisedec representa a Superior Justiça Divina na Terra, o máximo do “Reino da Eterna Paz”.

Melquisedec é um Ser que sempre esteve presente neste planeta em todos os ciclos de civilização, sendo, portanto a manifestação perene do próprio PODER SUPERIOR na Terra.

Segundo afirmam os orientais é Melquisedec é Quem exerce a função de governo oculto a Terra nos Santo dos Santos de Shambhala. Como afirma Michel Coquet[2]: Melquisedec - Sanat-Kumara - ocupa assim o mais elevado lugar sagrado de nosso planeta onde se encontra a Tradição Primordial, o lugar onde o desígnio de Deus é conhecido...

Certa vez APOLÔNIO visitou o Reino de Agartha (Shambhala) quando esteve com o Rei do Mundo, MELQUISEDEC. Quando do regresso Apolônio introduziu a Eucaristia no seio do Cristianismo. A Eucaristia era um rito praticado na Suprema Ordem de Melquisedec.

O Rei do Mundo é representado por dois atributos essenciais: PAZ e JUSTIÇA. Ele não tem, como diz a Bíblia, genealogia por não ser humano e sim Divino.

Diz René Guénon baseado no que pesquisou, e no que disse Saint Yves d'Alveydre num livro intitulado "Missão da Índia" e publicado pela primeira vez em 1910 na França: O nome Melquisedec, ou mais exatamente Melki-Tsedeq, não é outra coisa do que o nome sob o qual a própria função do "Rei do Mundo" se encontra expressamente designado na tradição Judaico Cristã.

A tradição indiana, citada por René Guénon, em sua obra O Rei do Mundo, diz: “Ele é o Manu esse homem vivo que é Melki-Tsedeq, é Manu que continua, com efeito, perpetuamente (em hebreu leôlam), isto é, por toda a duração do seu ciclo (Manvantara), ou do mundo que ele rege especialmente. É por isto que ele não tem genealogia, porque a sua origem é não humana, visto que ele próprio é o protótipo do homem. E realmente ele foi feito à semelhança do Filho de Deus visto que, pela Lei que formula, é para esse mundo a expressão e a própria imagem do Verbo Divino”.

Ainda segundo as tradições da Mongólia, da Índia, do Tibet e de muitos outros povos orientais Melk-Tjedec (= Dharma-Râja) vive em uma "cidade", que é conhecida como o nome de Agartha, segundo muitos situada possivelmente no Himalaia.

Existe um número muito grande de lendas a respeito de "Shambhala" (Agartha), especialmente quanto à sua localização e natureza, assim como sobre o povo e o modo de vida do povo que habita, assim como citações de pessoas disseram haver estado lá. Entre muitas lendas existe uma que diz que certa vez um caçador se defrontou com um portal escondido numa floresta nas montanhas por onde penetrou e chegou ao reino de Agartha. Ao regressar ele começou a narrar o que houvera visto, então os lamas arrancaram-lhe a língua para que ele não continuasse a falar sobre aquilo que houvera visto, para que não falasse dos "MISTÉRIOS DOS MISTÉRIOS".

Diz a TRADIÇÃO que "os seres integrantes de Agartha possuem todas as forças visíveis e invisíveis da terra, do inferno e do céu, e que tudo podem fazer pela vida e pela morte dos homens. Eles podem ressecar os mares, mudar os continentes em oceanos ou reduzir as montanhas e os mares em desertos. Eles podem fazer as árvores, as sebes e a grama brotarem, sabem transformar em moços fortes os homens velhos e fracos, e podem ressuscitar os mortos".

O Rei do Mundo conhece todas as forças da natureza, lê em todas as almas humanas no grande livro do destino e reina invisível.

Segundo tudo indica, o clássico romance de J. Hamilton, já transformado em filme, intitulado Shangrilá é uma obra inspirada em tudo aquilo que se diz de Agartha. A história do romance se baseia na existência de um lugar paradisíaco, um lugar de perene felicidade onde as pessoas nem sequer envelheciam, tal como se diz exatamente a respeito de Agartha. Shangrilá, um mito? Uma lenda?... um vale maravilhoso, encravado entre as altíssimas montanhas do Himalaia, um vale de clima ameno no seio de um mundo coberto de neves eternas onde reina uma eterna paz.

Segundo um outro mito o Reino de Agartha situa-se num mundo subterrâneo que ocupa grande parte do planeta e que somente pessoas dignas podem chegar até ele, como aconteceu com APOLÔNIO e mui­tos outros.

O reino sagrado de Agartha seria dirigido por Melquisedec, mas há outras fontes que O colocam num nível ainda mais elevado, assim podemos dizer que uma pessoa só pode chegar até onde reina o Rei do Mundo sendo conduzido, é impossível encontrar por si mesmo o acesso, pois certamente não se trata de um local físico na Terra e sim de um plano divino a nível da Terra. Somente pela pureza, pela vibração precisa é que o acesso se torna possível, portanto somente os justos podem chegar até lá.

Muitas vezes os pontífices de Lhasa e de Urga enviaram mensageiros ao Rei do Mundo, mas nunca conseguiram encontra-lo.

O "chiang-chumn Barão Ungern mandou o jovem príncipe Puntizig ao Rei do Mundo com uma mensagem, mas ele voltou apenas com uma carta do Dalai Lama. O barão então voltou a manda-lo, mas o jovem príncipe nunca mais voltou”.

Um dos Dalai Lama do Tibet e brâmanes da Índia em certa ocasião escalaram altas montanhas que nunca tinham sido pisadas pelos habitantes da região e encontraram inscrições gravadas nas rochas, mas tudo em vão para alcançar o mundo de Agartha e desvendar o misterioso enigma do Rei do Mundo. Podemos dizer que qualquer profano jamais chegou até lá. O próprio nome Agartha significa inatingível, inacessível, inviolável, morada da paz.

A história de Melk-Tsedeq sem dúvidas é um dos mais importantes enigmas da historia da humanidade. Certa vez Ossendowsky perguntou a um Lama bibliotecário de um famoso mosteiro, se alguém já havia visto o Rei do Mundo. Ele respondeu que depois da instalação do Budismo no Oriente o Rei do Mundo já havia aparecido cinco vezes durante os festejos do Budismo antigo no Sião e na Índia. Eis o que disse o Lama: "Ele estava numa esplêndida carroça puxada por elefantes brancos, enfeitados de ouro, pedras preciosas e seda; usava uma capa branca e levava na cabeça uma tiara vermelha, da qual caiam franjas de diamantes que lhe cobriam o rosto. Abençoava o povo com uma maçã de ouro encimada de um cordeiro [3], então os cegos voltaram a ver, os surdos voltaram a ouvir, os doentes voltaram a andar e até mortos saíram de seus túmulos nos lugares por onde o Rei do Mundo passou” Faz cento e quarenta anos que Ele apareceu em Erdeni-Dzu e depois visitou também os mosteiros de Sakia e Naranchi Kure”

Em outra ocasião o Hutuktu falou para Ossendowsky: Você vê esse trono? “Numa noite de inverno, chegou um desconhecido que subiu ao trono e retirou seu bachlyk, o ornamento que levada na cabeça. Todos os Lamas então caíram de joelhos, porque, naquele desconhecido, tinham reconhecido o homem que as bulas sagradas do Dalai Lama, do Tashi Lama e de Bogdo Khã estavam anunciando desde muito tempo. A ele pertencia o mundo inteiro e todo os mistérios da natureza eram-lhe conhecidos e ele dominava o destino de todos".

Existem muitas estórias a respeito das aparições de Melki-Tsedeq. Conta-se como verdadeira a seguinte estória: Em certa ocasião durante as cerimônias de posse de um piedoso monarca, inesperadamente toda a natureza parou, e então apareceu o Rei do Mundo montando um cavalo imaculada­mente branco[4]. Todos os presentes se prosternaram e o Rei do mundo abençoou o recém-empossado monarca e depois se retirou abençoando a todos num clima de profunda paz. Trazia na mão o seu símbolo sagrado, um bastão encimado por uma maçã de ouro sobre a qual a imagem de um cordeiro, com que abençoou a todos os presentes. Naquela ocasião com grande intensidade aquele fenômeno típico de quando o Rei do Mundo abençoa a Terra se fez presente.

Existe uma "Terra Santa", uma "Terra de Salém", protótipo de todas as terras santas e centro de irradiação cósmica, centro zelosamente guardado pelas autênticas Confrarias Iniciáticas. Todas as Tradições Autênticas confluem à uma fonte única, original, representada na linguagem de todas as tradições e que falam através de símbolos, lendas e mitos, da realidade dessa misteriosa "Terra Santa" e de seu Chefe Supremo, conhecido na Índia como o "Jagrat-Dwipa". Contudo esse Ser Supremo possui outros nomes, porque as suas funções são múltiplas e complexas. Assim, o Soberano oculto dos seres da Terra é denominado pelos Tibetanos de Ryugden-Diyepo quando se referem ao Senhor Supremo das Ordens Iniciáticas Secretas autênticas de âmbito solar. De igual modo existem várias denominações para a Ordem, mas, embora haja nomes diferentes conforme a língua, existe na realidade uma única ORDEM SUPREMA e que na Tradição Judaico-Cristã é conhecida como Ordem de Melquisedec.

Melki-Tsedeq, na sua dupla função de Soberano e Pontífice é na realidade o alfa e o omega de toda a evolução em processo em nosso globo, como organizador supremo das instituições humanas de todas as civilizações, dado que determina até mesmo o biótipo dos seres.

Ou, como o ouviu do seu Guru o grande místico e erudito Jean Marquês de Rivière, autor da obra " L'ombre des Monastères Thibétains: "... e agora, meu filho, mistério muito mais alto que tudo o mais: Sabei que reina sobre a Terra, e muito acima dela, o Lama dos Lamas. Aquele diante do qual o próprio Trach-Lama se prosterna na maior das reverências. Aquele a quem chamamos o Senhor dos Três Mundos. Mas seu reino terrestre mantém-se oculto à visão dos homens”.

Em muitas ocasiões o nome de MELQUISEDEC esteve ligado a um, outro grande enigma, ao não menos legendário Prestes João tido como dirigente da humanidade. Durante a Idade Média muito se falava de um grande reino dirigido por um ser de grande sabedoria chamado Prestes João. O período em que mais se falou do Reino de Preste João foi no tempo de São Luís, nas viagens de Carpin e de Rubruquis. Segundo contam inúmeras estórias, teria havido quatro personagens que usavam esse título: Precisamente no Tibet, na Mongólia, na Índia e na Etiópia. Na realidade são quatro representações de um mesmo PODER. Diz um mito que, quando de suas conquistas territoriais Gengis-Kan tentou atacar o Reino do Preste João, ele foi repelido por um raio que quase aniquilou por completo o exército invasor.

Afirma o "Parasana Maitri", no "Vishnu-Purana": "Coroado e exaltado pelos próprios deuses e pelos seres celestes que eternamente honram as suas virtudes excelsas, encontramos o Mantenedor do Mundo. Ele detém as Forças Cósmicas. Ele torna possível a existência do nosso Globo".




[1] A grafia correta é Melki-Tsedeq

[2] Luzes da Grande Fraternidade Branca Michel Coquet - Edit. Madras - São Paulo

[3] Vejam de onde vem o simbolismo do cordeiro existente como figura representativa de JESUS na igreja cristã.

[4] O cavalo branco é um símbolo que está presente em muitas Tradições autênticas de todas as épocas e civilizações. Existem vestígios do Continente de UM e também da Atlântida, na arte maya, nos petrogrifos e dolmens dos druidas e celtas. A própria Igreja católica aparece como o cavalo de São Jorge que vence um dragão no seu Cavalo Branco. O cavalo branco é sinal de Mistério. Símbolo de Cristo de Aquários, pouco importa o seu nome (Maytreia, para os tibetanos; Chenrazi para os mongóis; Iman Jahdi, para os muçulmanos; Sossioh, para os persas). Ele expressa o Avatar Branco do Ocidente, o Instrutor da Humanidade do próximo futuro.




fadinha

Mensagens : 793
Data de inscrição : 03/11/2010

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  lastchild em Ter 21 Maio 2013 - 17:50

Opa, só passando pra dizer que ainda estou analisando tudo.

Muito obrigado pelo texto fadinha, estou indo atrás das referências. Smile

lastchild

Mensagens : 76
Data de inscrição : 03/10/2012

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: GUERRA ESPIRITUAL - CONTEÚDO MEDIÚNICO EM FILME RECENTE

Mensagem  Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 2 de 2 Anterior  1, 2

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum